COLUNAS
   PORONGA
Da Redação  

Marcos Vicentti

Dorme, neném!

As famílias chegaram de madrugada para receber os cartões do programa Bolsa-Família, na agência da Caixa Econômica Federal. Ontem, sob um sol escaldante, algumas mães levaram seus filhos para passar apuro na fila extensa. Será que haverá futuro melhor para essa pequena que dorme nos braços da sua mãe? É difícil acreditar que dias melhores virão.

Duplo zero

Essa aconteceu no curso de jornalismo da Iesacre. Consta que dois alunos que já exercem a profissão há anos estavam fazendo prova quando um deles resolveu colar da colega. A cola foi tão “bem feita” que ambos tiraram zero. Um dos personagens é loura. O outro, o que colou, é muito boçal. Só podia dar nisso mesmo.

Câmara regional

A nova safra de vereadores que assume no próximo ano tem como meta levar a Câmara para mais próximo da sociedade. Nesse sentido, a petista Maria Antonia pensa em apresentar um projeto que leve o Legislativo aos bairros. Seria uma espécie de “Câmara Regional”, na qual os parlamentares ouvem as reclamações e sugestões dos moradores a fim de encaminhá-las ao prefeito.

Assustados

Comerciantes estão apavorados com a onda de assaltos em seus estabelecimentos nos últimos dias. Mas especialistas em segurança avaliam que os assaltos são sazonais e que os bandidos perigosos estão presos ou fugiram para Porto Velho. Segundo os entendidos, o problema é que a polícia prende, mas a Justiça solta. Assim não dá!

Transporte

Para evitar assaltos, a Secretaria de Segurança Pública recomenda que os empresá-rios solicitem os serviços da polícia para transportar valores até os bancos. O serviço é gratuito e mais seguro.

Aeroporto

Há algum tempo se discute bastante qual seria o nome do aeroporto de Rio Branco. Várias sugestões foram dadas e o nome de Plácido de Castro acabou vencendo. Ocorre que, até agora, a situação não foi oficializada. A indefinição faz com que alguns comissários de bordo, na hora do pouso, chamem o aeroporto de Presidente Médici, aquele que foi desativado há cinco anos.

Moeda de troca

Não adianta estrebuchar. A eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores servirá como moeda de troca na composição da mesa diretora da Assembléia Legislativa. O partido que presidir um dos poderes dificilmente ficará no comando do outro. É a democracia.

Data vênia

Os juízes acreanos encontraram uma aliada para lutar contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade movida pelo procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, contra seus salários. A deputada federal Perpétua Almeida (PC do B) disse que vai se reunir com a presidente da Associação dos Magistrados do Acre, Maria Cezarinete Angelim, para se colocar à disposição da categoria.

Legítimo

Perpétua Almeida avalia que os salários dos magistrados acreanos são legítimos porque foram aprovados pela Assembléia Legislativa. Segundo ela, Cláudio Fonteles deveria estar preocupado com outros escândalos nacionais, que realmente comprometem a boa aplicação do erário. “Estão querendo expor nossos juízes em nível nacional desnecessariamente”, comenta.

Carta de Belém

A deputada comunista critica o documento intitulado “Carta de Belém”, em que os desembargadores pedem a Cláudio Fonteles que os processos movidos contra qualquer desembargador corram em segredo de Justiça. Segunda ela, isso, sim, é imoralidade. “Os desembargadores se reuniram em Belém justamente na semana do Círio de Nazaré para cometer um pecado contra a transparência.”

Tapa de Raimundão

Raimundão Barros, vereador petista de Xapuri, é conhecido pelo excesso de força que emprega na hora de cumprimentar amigos com tapa nas costas. Durante as eleições de 2002, quando discursava pedindo voto para a reeleição do deputado Ronald Polanco (PT), ele disse: “Vote nesse companheiro porque ele é forte para defender os interesses da nossa comunidade”. O pedido de voto veio acompanhado do tapa forte nas costas. Pego de surpresa, Polanco caiu do caminhão em cima do povo. Não teve como evitar o constrangimento e a gozação da platéia.

Garoto rebelde

Durante a campanha de 2002, o deputado Nilson Mourão levava seu filho Thiago aos comícios e, durante seu discurso, pedia que o menino dissesse seu número. Tudo era ensaiado em casa. Mas, um dia, no comício na Cidade Nova, a coisa desandou. O menino, por não ter recebido agrado financeiro do pai, emburrou e não falou o combinado. Depois de insistir várias vezes sem obter sucesso, Mourão não perdeu o rebolado: “Não fique em dúvida como ele. Vote em Nilson Mourão, com o número 1313”. O apelo rendeu mais de 18 mil votos.

Transição

A equipe de transição montada por Raimundo Angelim não é composta apenas pelos nomes que foram divulgados. Tem muito mais gente envolvida. A maioria foi pedida emprestada do governo do Estado.

 

 
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
Rio Branco-AC, 31 de outubro de 2004
 COTIDIANO
 COLUNAS
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 ESPORTE
 POLÍTICA
 OPINIÃO
 VIA PÚBLICA
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL
 
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Com Leonildo Rosas
   ANCELMO GÓIS
Com Ancelmo Góis
 
 
P E S Q U I S A