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| Romerito Aquino | ||
Do Acre ao Pacífico I O volumoso rio Madre de Dios, a floresta campeã de biodiversidade, a subida fantástica da Cordilheira dos Andes, as grandes montanhas, a neve, a neblina, o deserto de Atacama, as areias de várias cores, os rios, os animais, os pássaros, as imensas praias do Pacífico e as incríveis edificações arquitetônicas do Império Inca fazem do Peru um país de sonhos. Do Acre ao Pacífico II Um pouco de cada disso você pode apreciar na série de reportagens que estamos publicando aos domingos sobre a viagem que um grupo de jornalistas teve o privilégio de participar em julho e agosto deste ano saindo de Rio Branco e percorrendo de carro mais de 5.300 km pelo Peru e pela Bolívia, cuja beleza também está traduzida na vastidão dos vales e montanhas da Cordilheira andina. Do Acre ao Pacífico III Hoje, você vai poder desfrutar da segunda parte da série de reportagens “Do Acre ao Pacífico” lendo no encarte o texto deste jornalista e se deliciando com as fotos do competente fotógrafo peruano-brasileiro José Diaz, que soube, como ninguém, captar o espírito do momento de genialidade com que Deus fez o país em que nasceu. Do Acre ao pacífico IV O encarte de hoje trata do trajeto de 1.150 km entre as cidades de Cuzco, conhecida mundialmente como “Umbigo do Mundo”, e de Lima, capital peruana, que foi chamada há mais de quatro séculos pelo seu fundador, o espanhol Francisco Pizarro, de “Cidade dos Reis”. No próximo domingo, veja o terceiro e último encarte que irá retratar o que significa viajar de carro entre o incomparável Pacífico, o fantástico deserto de Atacama e os gigantescos vales e montanhas que fazem qualquer um ficar como que mais próximo de Deus. Do Acre ao Pacífico V Depois de ler toda a série “Do Acre ao Pacífico”, não tenha dúvida: espere o próximo verão amazônico, de junho a outubro, faça as malas ou as mochilas e viaje de carro para Puerto Maldonado, a 220 km de Assis Brasil, prossiga de carro ou pegue um avião até Cuzco, pegue novamente um carro ou um ônibus rumo à Cordilheira e ao Pacífico e saiba porque vale a pena viver. Do Acre ao pacífico VI Quando fiz pela primeira vez, em 1999, a viagem de carro pelos Andes, comecei uma de minhas matérias jornalísticas com algo assim: “Lá nos Andes, onde Deus se senta para descansar e admirar duas de suas mais extraordinárias obras na Terra, a Cordilheira dos Andes e a Planície Amazônica, dá vontade de explodir de alegria, de felicidade e de paz...” Vá lá e confira! Concluindo a infra-estrutura I O governador Jorge Viana conseguiu do presidente Lula o apoio que precisava para executar seu plano de deixar tudo pronto para concluir o asfaltamento da BR-364 até Cruzeiro do Sul. Se ele mesmo não finalizar a pavimentação, Jorge quer garantir que até as licitações estejam prontas para que, em pouco tempo, seu sucessor complete a maior obra do sonho de integração dos acreanos. Concluindo a infra-estrutura II Ao deixar o governo, Jorge Viana será lembrado por muito tempo como o governante da História acreana que mais avançou em termos de infra-estrutura urbana e rural do Estado. E o que é mais importante: fez a infra-estrutura necessária para executar um plano de desenvolvimento sustentável que tem por finalidade transformar o Acre num dos Estados de economia florestal mais fortes do país. Apostando no futuro Por falar em sustentabilidade, o ex-procurador-geral do Estado, Jorgenei Ribeiro, virou um dos maiores entusiastas do desenvolvimento sustentável do Acre. Ele está a todo vapor consolidando um plano de manejo sustentável de uso múltiplo de recursos florestais numa área que possui no município de Assis Brasil, o mais novo portal de entrada e saída do país. A iniciativa de Ribeiro significa que ele já percebeu, com razão, que o futuro do Acre nunca esteve tão umbilicalmente ligado à exploração sustentável de madeiras, fármacos, resinas, cosméticos e de outras grandes riquezas disponíveis em sua floresta. Mãos à obra As eleições municipais serão concluídas hoje em seu segundo e último turno. A partir desta semana, o Congresso Nacional tem de voltar a acelerar suas turbinas para votar muita coisa que está pendente em sua pauta e que está fazendo falta ao país. A bancada do Acre, por exemplo, deve entrar em campo reunindo os prefeitos eleitos e reeleitos para tratar das emendas de seus municípios no Orçamento Geral da União (OGU) de 2005. É principalmente dessas emendas que os 22 prefeitos acreanos vão dispor de recursos no próximo ano para tocar os investimentos necessários aos seus municípios. |
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