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‘Senado deve exemplo de responsabilidade sócio-ambiental’ Tião Viana defende educação ambiental como prática diária |
![]() Senador Tião Viana leu discurso durante seminário em Brasília |
Brasília - O Senado te er um exemplo para outras instituições, para empresas públicas e privadas. Foi essa a mensagem do presidente interino do Senado, Tião Viana, no I Seminário de Boas Práticas Ambientais no Poder Legislativo, que reúne o Senado Federal, com o programa Senado Verde, a Câmara dos Deputados, com o EcoCâmara, e o Tribunal de Contas da União, com o TCU Sustentável. Em discurso lido durante o seminário nesta terça-feira (dia 30) pelo senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), Tião Viana louvou a iniciativa do Senado Verde como um programa da maior importância em termos de conscientização ecológica. O objetivo é mobilizar os servidores da Casa a buscar soluções para evitar desperdícios e reduzir o consumo de energia, água e papel. “Sem uma consciência ambiental clara, sem a participação efetiva de cada um na economia de água, de papel, de energia, na coleta seletiva do lixo e no desenvolvimento de hábitos de reciclagem e de reaproveitamento, sem isso, nenhuma política pública para o setor consegue ser realmente eficaz. E é esse o espírito do Senado Verde, é essa a prática que o Legislativo tem feito questão de incentivar, de estimular. Porque educação ambiental tem que ser uma prática diária, no trabalho, na rua, na escola, em casa”, ressaltou Tião Viana, no discurso lido por Zambiasi. O presidente interino do Senado lembrou que os programas de gestão ambiental do Senado, da Câmara e do TCU comprovam que “o Legislativo sempre esteve atento a seu compromisso pelo bem estar da população, pelos interesses do país. Somos e sempre seremos os mais legítimos representantes da sociedade brasileira”. Votações importantes - O senador Tião Viana também destacou alguns projetos importantes votados nos últimos anos pelo Senado, como a Lei de Biossegurança, o Fundo de Restauração da Mata Atlântica e o Projeto de Gestão das Florestas Públicas. Lembrou, ainda, a instalação de duas subcomissões especiais no Senado depois que o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU, assustou o mundo, em fevereiro passado. O relatório traça para o final do século um cenário de fome, seca, miséria, enchentes, terremotos e furacões avassaladores se não houver uma corrida contra o tempo para amenizar os efeitos do aquecimento global. Tião Viana frisou ser “um homem que nasceu e cresceu no coração verde do nosso planeta, que aprendeu a amar e respeitar a natureza, mais que qualquer coisa”. E disse que acompanhava o seminário não apenas como presidente interino do Senado Federal, mas como “representante do povo da floresta, como representante de um Estado que tem no meio ambiente sua maior riqueza e seu maior desafio”. Educação ecológica - Ele argumentou que, embora o Brasil tenha uma das legislações mais avançadas do mundo em meio ambiente e as iniciativas de demarcação de áreas de preservação e de conservação venham se multiplicando, isso “ainda é muito pouco, diante da escassez de recursos para fiscalização e investimento em projetos de preservação ambiental, da falta de conscientização e do desinteresse em conciliar conservação e exploração econômica”. (Assessoria de imprensa) | |
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