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Servidores da saúde pedem apoio na Aleac para redução de carga horária |
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Médicos e enfermeiros da rede pública estiveram ontem na Assembléia Legislativa do Acre (Aleac) em busca do apoio do deputados para intermediarem na negociação com a Secretaria de Saúde com relação à redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas. Na Casa, o grupo foi recebido pelo deputado Luis Tchê (PMN), que prometeu buscar meios para um acordo. Os profissionais reclamam que o acordo havia ficado praticamente firmado na negociação do último mês de setembro, sendo que até o momento não foi efetivado e que, ao contrário disso, o secretário-adjunto Sérgio Roberto teria anunciado aumento na carga horária. A presidente do Sindicato dos Profissionais, Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e Enfermeiros do Estado do Acre (Spate), Maria Rosa Nogueira da Silva, lembrou que o acordo na redução da jornada de trabalho ficou praticamente fechado com o governo do Estado durante o debate envolvendo o PCCS e as demais categorias da rede pública. “A conversa aconteceu em setembro, quando o secretário-adjunto Sérgio Roberto garantiu o encaminhamento da reivindicação, além da revisão do plano, sendo que até hoje não fomos chamados e não estamos conseguindo encontrá-lo para falar sobre o assunto”, reclamou Maria Rosa. Segundo ela, a questão da jornada de trabalho tem sido o principal problema dos servidores. “Os profissionais estavam cumprindo 30 horas e ele [Sérgio Roberto], em vez de dar andamento ao projeto, encaminhou mais um plantão de 12 horas”, enfatizou. Antes de subirem para a galeria da Aleac, os médicos e enfermeiros estiveram reunidos no auditório da Casa com o deputado Luiz Tchê. Na ocasião, o parlamentar se comprometeu em intermediar para agilizar o processo de encaminhamento do projeto. “Vou ter uma conversa com o líder do governo, Moisés Diniz, e juntos vamos entrar em contato com o secretário-adjunto, que é quem está à frente da negociação”, assegurou. De acordo com ele, a grande preocupação dos dois sindicatos está relacionada ao concurso público realizado pelo município, no qual os aprovados que têm 40 horas não poderão assinar outro contrato. “Vamos propor que o secretário nos envie a matéria o mais rápido possível para que possamos aprová-la até novembro, e para que não traga prejuízo aos servidores. A gente quer resolver isso e sei que o governo também está sensível ao problema.” | |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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