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Rio Branco - Acre, quarta-feira, 16 de abril de 2003

IDAF arma esquema para fechar cerco
contra a febre aftosa em Rio Branco

Barreiras na entrada da cidade vão impedir acesso de animais doentes para comercialização

O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF) realiza durante o período que antecede o início da campanha de vacinação contra a febre Aftosa (marcada para o próximo dia 22) uma série de barreiras nas principais entradas da capital Rio Branco para fiscalizar o transporte de carne bovina no município. As blitze educativas são uma das exigên-cias dos técnicos do Ministério da Agricultura para que a classificação do rebanho acreano seja elevada ainda este ano para “zona livre”.

De acordo com o diretor-presidente do IDAF, Paulo Viana, após o início da campanha contra a aftosa, os técnicos do Ministério da Agricultura realizarão os primeiros testes de sorologia para iniciar o processo de reavaliação das condições de controle da doença no Estado. O presidente do IDAF está muito otimista com a possibilidade de elevação da classificação do acre no ministério. “Nós realizamos um trabalho preparatório nos últimos quatro anos que hoje estabelece as condições ideais para que a qualidade do nosso gado seja aferida como de total controle sobre a febre aftosa e outras doenças”, garantiu.

As blitiz nas entradas da cidade estão sendo realizadas com apoio da Polícia Militar e do Detran. Os técnicos do Idaf explicam que nesse momento as paradas de fiscalização se restringem a orientação dos transportadores. Segundo a lei que trata da produção pecuária do estado, o IDAF deve manter o controle permanente sobre a movimentação da carne animal no estado, tanto a que sai, como a que entra. “É preciso saber a origem, se a carga está legalmente documentada e também as condições de transporte para que não haja comprometimento da qualidade do produto”, explica Viana.

A partir da semana que vem as vacinas já estarão à venda para o início da primeira fase da campanha 2003. De acordo com os especialistas este ano será um ano histórico para os pecuaristas do estado. Mas para o Idaf não se pode descuidar de forma alguma e o envolvimento de todos é fundamental para que o Acre aumente sua produção e consiga exportar mais ainda sua carne bovina para outros estado e até para fora do país.

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