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Foto: Ralph Otto |
| 1703 FORTE DEFENSOR PERPÉTUO
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Reformado em 1822, visava a defesa do tráfego marítimo
na baía de Paraty, conjuntamente com os fortes da Patitiba
(hoje inexistente), da Ilha das Bexigas e da Ilha dos Mantimentos,
além das trincheiras do Iticupê e da Ponta Grossa.
De forma singela, em centro de terreno, assemelha-se a uma
construção residencial do século XVIII
; térrea, seus espaços abrigavam alojamento
de soldados, duas celas e um salão principal - onde
provavelmente ficariam as chefias. O paiol de pólvora
é um dos poucos remanescentes do gênero no país,
figurando na planta original como Casa de Pólvora.
Destaque para seis canhões ingleses, em cujos canos
estão gravadas letras e emblemas, datados do período
da construção e na posição original,
isto é, de frente para a baía, sobre calçadas
que foram descobertas em 1985. Destaque especial para um enorme
tacho de ferro defronte ao prédio principal, onde se
cozinhava óleo de baleia - servindo tanto para a construção
quanto para a iluminação. O Forte também
é administrado pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional.
| SÉCULO XVIII QUARTEL
DA FORTALEZA DA PATITIBA |
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O prédio constituía um dos elementos (quartel)
da ex-fortaleza da Patitiba, da qual não existem mais
vestígios. Do início deste século até
1980 o prédio serviu de cadeia pública. Restaurado
em 1981 pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro e pela ex-Flumitur,
destinou-se à Secretaria Municipal de Turismo e Cultura,
onde funcionou até meados de 1997. Arquitetura militar
de um pavimento em planta retangular, fachada principal voltada
para o Largo de Santa Rita, porta central, janelas distribuidas
simetricamente. Gradis de ferro em todos os vãos - exceto
nos dois frontais. Na parede traseira, dois óculos equidistantes
e uma janela com gradil de ferro, centralizada. Um corredor
central divide as alas laterais onde estão dispostas
as quatro celas. Sofreu pequenas alterações, do
tipo serviços, para instalação da Secretaria
de Turismo e Cultura. O prédio abriga, desde 1998, a
Biblioteca Municipal Fabio Villaboim, que conta com mais de
5.000 títulos. Destaque para três canhões
ingleses de sua artilharia, descobertos nos anos oitenta e instalados
na Praça da Bandeira, ao lado do Mercado de Peixe.
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Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Paraty.
Autor da Pesquisa:
Renan Wanderley. |
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