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Klever Kolberg representando o Brasil no Rally Dakar

20 anos da Equipe no Dakar

1988
Paris-Alger-Dakar
França, Argélia, Niger, Mali, Mauritânia e Senegal
Total: 12.874 km
André Azevedo e Klever Kolberg formam a primeira equipe brasileira a participar do Dakar. "Saímos direto das trilhas de moto e dos enduros, para o Dakar. Conseguimos pouquíssimos recursos para investir em equipamentos (na época era proibida a importação de motocicletas, o que criou uma enorme dificuldade - só fomos conhecer as motos na véspera da largada, em Paris), na nossa preparação e não houve qualquer tipo de equipe de apoio, só a garupa da moto. Sem experiência, com pouco tempo para se preparar, fomos para lá só nós dois, sozinhos e mal preparados. O resultado não podia ser outro, abandonamos a prova", Klever.


1989
Paris-Tunísia-Dakar
França, Espanha, Tunísia, Líbia, Niger, Mali, Guiné e Senegal
Total: 10.831 km
A participação anterior trouxe uma rica experiência, cheia de informações para que André Azevedo e Klever Kolberg corrigissem seu planejamento e treinamento antes de voltar ao Dakar. A Yamaha também lançou no Brasil a XT 600 Tenere. "Evoluímos muito tecnicamente, treinamos muito, mas financeiramente, nos patrocínios, ainda faltava muito. Voltamos ao deserto sem equipe de apoio, e apesar de um desempenho razoável nas primeiras etapas, tivemos de abandonar a prova por falta de peças e pneus sobressalentes", Klever. Durante o início do ano, ainda com um esquema bastante modesto, a equipe participa do Rally dos Incas, no Peru.


1990
Paris-Tripoli-Dakar
França, Líbia, Niger, Chade, Mali, Mauritânia e Senegal
Total: 11.420 km
"Foi mais um ano de luta em busca de patrocínio, que conseguimos graças a um apoio especial da Rádio Eldorado. O patrocínio da Staroup nos ajudou a pela primeira vez termos um pequeno apoio no deserto", Klever. André Azevedo foi o primeiro sul-americano a subir ao pódio do Dakar, sendo vice-campeão na categoria Motos 600cc. "Foi com muita emoção que completei o rali pela 1ª vez. Alegria maior foi passar a fazer parte da história dessa aventura como o 1º sul-americano a conseguir esse feito, e ainda muito bem classificado (2º lugar na categoria até 600 cilindradas). Foi a concretização do que muitos no Brasil achavam ser um sonho impossível", André. O resultado ajudou. Com maior apoio, a equipe participa pelo segundo ano do Rally dos Incas, desta vez largando do Peru e chegando ao Brasil. No mês de outubro, estréia no Rally dos Faraós, no Egito.


1991
Paris-Tripoli-Dakar
França, Líbia, Niger, Mali, Mauritânia e Senegal
Total: 9.186 km
André Azevedo conquista o título de campeão na categoria Motos Maratona e é o primeiro não-europeu a vencer uma categoria. "Partimos para o nosso 4º rali com um orçamento maior, que nos permitiu uma melhor estrutura. Resolvemos mudar de estratégia na prova, iríamos andar separados e sozinhos nas etapas, diferentemente do que fazíamos até então", André. Klever Kolberg cai quando era segundo e tem uma fratura exposta no braço direito. "Definitivamente fui obrigado a concordar que tive sorte. Estava muito perto da chegada e o socorro foi rápido e eficiente. Hoje tenho a lembrança, 16 parafusos e duas placas no braço direito", Klever Sem a participação da equipe, no final de janeiro, acontece a primeira prova da categoria no Brasil, o Rally de São Francisco. O Rally dos Incas é extinto e pelo segundo ano consecutivo, a equipe participa no mês de outubro, do Rally dos Faraós, no Egito.


1992
Paris-Sirte-Le Cap
Líbia, Niger, Chade, República da Africa Central, Camarões, Gabão, Congo, Angola, Namíbia e África do Sul
Total: 12.427 km
Desta vez é André quem sofre um acidente e abandona a prova com o pulso esquerdo quebrado. O Rali altera o destino para a África do Sul. No meio da prova, a caravana se transforma no caos ao ter de fazer um desvio de emergência, para evitar uma região de guerra civil no Chade. Klever ocupava a terceira colocação na categoria Maratona e é prejudicado, terminando na sétima colocação.


1993
Paris-Dakar
França, Marrocos, Argélia, Mauritânia e Senegal
Total: 8.877 km
Durante os anos de 1991 e 1992, na véspera do rali, o Brasil passa por grandes dificuldades econômicas. Os patrocínios diminuem, e a equipe volta a ser apenas os dois pilotos, sem mecânicos ou apoio. Mas com a experiência acumulada, os brasileiros voltam com seu melhor resultado até então: Dobradinha no pódio em Dakar: Klever Kolberg foi campeão na categoria Motos Maratona e quinto na geral, o melhor resultado de um brasileiro na Geral das motos até os dias de hoje. André Azevedo chegou em terceiro na Maratona. A equipe começa a planejar a implementação dos carros, e começa a investir na preparação do jovem piloto Jean Azevedo, irmão caçula de André.


1994
Paris-Dakar-Paris
França, Espanha, Marrocos, Mauritânia e Senegal
Total: 13.379 km
Um percurso longo, largando de Paris, indo a Dakar e voltando a Paris. Um rali tumultuado, com os organizadores favorecendo competidores, marcas, patrocinadores e perdendo a confiança dos participantes. André Azevedo foi quarto na Maratona e Klever Kolberg foi sexto. Dando prosseguimento ao projeto de competir no futuro com carros, equipe leva o primeiro carro brasileiro a participar da prova, um Ford F1000 4x4, como veículo de apoio, começando a ganhar experiência nas quatro rodas. A Petrobras monta o Projeto Esporte Motor e dá o passo inicial patrocinando a equipe, que com este importante reforço, começa a contar com uma melhor estrutura.


1995
Granada-Dakar
Espanha, Marrocos, Mauritânia, Guiné e Senegal
Total: 10.109 km
Depois de sete anos correndo com as Yamaha Tenere, Klever Kolberg e André Azevedo competem com um novo modelo da Kawasaki. A inexperiência na preparação da moto se traduz em sucessivos problemas elétricos e mecânicos. André abandona a prova na primeira metade, e Klever, a dois dias do final, quando ocupava a vice-liderança da categoria Maratona. Pelo segundo ano um carro brasileiro dá apoio a equipe no deserto. Com apoio da Petrobras, no mês de julho, Jean Azevedo vence o Rally dos Sertões. No mês de Setembro a equipe participa do Rally Paris-Moscou-Pequim, onde Klever é vice-campeão da Categoria Motos Maratona e André 4º na Motos Produção.


1996
Granada-Dakar
Espanha, Marrocos, Mauritânia, Guiné e Senegal
Total: 7.579 km
A equipe passa a competir com as motocicletas austríacas da marca KTM, na época o modelo 620. Klever Kolberg é o terceiro na categoria Motos Maratona. Jean Azevedo faz sua estréia no Dakar, obtendo a nona colocação na Motos Maratona. André Azevedo abandona. Jean Azevedo novamente representa a equipe no Rally dos Sertões, onde fica com a terceira colocação nas motos.


1997
Dakar-Agades-Dakar
Senegal, Mauritânia, Mali e Niger
Total: 8.049 km
Jean Azevedo é campeão na categoria Motos Production e André Azevedo é vice-campeão na mesma categoria. Klever Kolberg faz a estréia na categoria Carros com Mitsubishi Pajero, conquistando o oitavo lugar na Maratona ao lado do jornalista João Lara Mesquita. Esta é a ultima edição em que André compete sobre duas rodas. No mês de julho, pela primeira vez Klever e André participam do Rally do Sertões. Pela primeira vez num mesmo veículo, um Mitsubishi Pajero, e conquistam a vitória nos carros.


1998
Paris-Granada-Dakar
França, Espanha, Marrocos, Mauritânia, Mali e Senegal
Total: 10.593 km
Klever Kolberg melhora sua performance com o Mitsubishi e é o quinto colocado na categoria Carros Maratona, ao lado do francês Pascal Larroque. Jean Azevedo abandona com problemas na moto e André Azevedo participa pilotando um carro de imprensa. Klever e André competem juntos, novamente num Mitsubishi Pajero, e são bicampeões do Rally dos Sertões. Nas motos, Juca Bala é o representante da equipe e é vice-campeão.


1999
Granada-Dakar
Espanha, Marrocos, Mauritânia, Mali, Burkina Faso e Senegal
Total: 9.393 km
A dupla Klever Kolberg/Pascal Larroque conquista o título de vice-campeão na categoria Carros Maratona. A equipe cresce, é a estréia na categoria caminhões, com André Azevedo, o checo Tomas Tomeck e a primeira mulher brasileira a competir no Dakar, a jornalista da Rede Globo, Leilane Neubarth, uma dupla estréia coroada com o terceiro lugar nos Caminhões. Nas motos um novo piloto, Juca Bala, que atropela uma vaca e abandona a prova. Fato inédito na história do Paris-Dakar, uma equipe participando nas três categorias simultaneamente.


2000
Dakar-Cairo
Senegal, Mali, Burkina Faso, Niger, Líbia e Egito
Total: 7.863 km
Pelo segundo ano consecutivo, a equipe compete nas três categorias. Klever Kolberg/Pascal Larroque são vice-campeões com seu Mitsubishi na Carros Maratona. André Azevedo forma trio com Tomas Tomeck e Mira Martinec e termina em quarto lugar nos caminhões. Juca Bala, nas motos abandona com problemas mecânicos. No Rally dos Sertões, André faz sua estréia na categoria Caminhões e fica com o título, onde a equipe participa nas três categorias, fato inédito na prova.


2001
Paris-Dakar
França, Espanha, Marrocos, Mauritânia e Senegal
Total: 10.739 km
Desta vez a equipe parte com duas motos Honda 400. Juca Bala vence na categoria Motos Super Production 400cc e Jean Azevedo abandona com problemas físicos. Klever Kolberg/ Bruno Cattarelli lideram a categoria Diesel com o novo Mitsubishi Pajero Full, até abandonarem com problemas nas dunas. O caminhão de André/Tomas/Mira também não completa a prova. No Rally dos Sertões, Juca Bala é vice-campeão. Nos carros Klever é 6ª colocado, ao lado de Lourival Roldan. Eles também são campeões da Copa Baja.


2002
Arras-Madri-Dakar
França, Espanha, Marrocos, Mauritânia e Senegal
Total: 9.436 km
Novamente com duas motos, mas desta vez Juca Bala é vice-campeão da categoria Motos Super Production 400cc com uma Honda Falcon e Luiz Mingione é Campeão da categoria Motos Super Production 250 cc com uma Honda Tornado. O caminhão de André Azevedo/Tomas Tomecek/Mira Martinec termina na 11ª posição. Nos carros Klever Kolberg tem um novo co-piloto, Lourival Roldan, e novamente consegue o melhor resultado da história, desta vez nos carros: oitavo lugar na classificação geral e vice-campeão na categoria Diesel. No Rally dos Sertões, Jean Azevedo conquista o tri-campeonato nas motos. André ao lado de Robson Pereira é bi nos caminhões. A dupla Klever / Lourival é vice nos carros. Pela primeira vez na história da prova, uma equipe consegue pódio nas três categorias, simultaneamente.


2003
Marselha - Sharm El Sheikh
França, Espanha, Tunísia, Líbia e Egito
Total: 8.552 km
Com um Tatra, André Azevedo conquistou a melhor colocação da história entre os caminhões: Vice-campeão, ao lado dos checos Tomas Tomecek e Mira Martinec. A dupla Klever Kolberg/Lourival Roldan leva o Mitsubishi Pajero Full ao terceiro lugar na categoria Diesel. Jean Azevedo foi bicampeão da categoria Motos Production e quinto na geral, igualando o feito de Klever. Pela primeira vez na história da prova, uma equipe sobe simultaneamente no pódio nas três categorias.
No Brasil, Klever e Lourival são campeões do Rally Rota Sul e do Rally do Café.
André é vice-campeão do Rally dos Sertões nos caminhões.
Jean é tricampeão Brasileiro de Rally Cross Country nas motos.



2004
Região D'Auvergne - Dakar
França, Espanha, Marrocos, Mauritania, Mali, Burkina Fasso e Senegal.
Total: 9.496 km
Nos caminhões, o trio André/Tomas/Mira termina na sexta colocação, após um problema na penúltima etapa, quando era segundo. Jean Azevedo, com uma KTM 700, fica na 14ª posição entre todas as motos e a dupla Klever Kolberg / Lourival Roldan termina na 4ª colocação nos carros Diesel, com um Mitsubishi Pajero Full. No Brasil, na categoria carros, Klever e Lourival vencem o Rally das Montanhas e o Rally Terra Brasil, ficando com o título da Copa Baja 2004. Nos caminhões André e Robson Pereira conquistam o tri-campeonato no Rally dos Sertões, onde Jean é tetracampeão nas motos, além de vencer o Rally do Café, Rally Terra Brasil, e ser tetracampeão Brasileiro.


2005
Barcelona - Dakar
Espanha, Marrocos, Mauritânia, Senegal
Total: 8.956 km
Jean Azevedo andou entre os melhores pilotos do mundo e conquistou a 7ª colocação com sua KTM. Nos carros Klever Kolberg/Lourival Roldan, mudam para a categoria gasolina, e chegaram a estar entre os dez primeiros colocados. Um problema na embreagem do Mitsubishi Pajero os fez cair para 55º posição, da onde se recuperam , terminando a prova em 16º lugar. Nos caminhões a equipe conta com mais um brasileiro, é Luiz Azevedo, primo de André, que substitui o checo Tomas Tomecek. O trio chega a ocupar a vice-liderança na prova, mas abandona a competição na 8ª etapa por problemas no semi-eixo dianteiro de seu caminhão Tatra. No Brasil, nos carros a equipe é vice-campeã brasileira - Categoria Protótipos. Nos caminhões vencem o Baja Camboriú e o Baja das Montanhas, completando o ano como vice-campeã brasileira. Nas motos Jean é pentacampeão do Rally dos Sertões e pentacampeão brasileiro. O Rali dos Sertões passa a fazer parte do Mundial de Cross-Country, com a vitória, Jean é o primeiro brasileiro a ganhar uma etapa do mundial na geral.


2006
Lisboa - Dakar
Portugal, Marrocos, Mauritânia, Mali, Guiné e Senegal.
Total: 9.043 km
Foi um Dakar diferente. Limites de velocidade, proibição quase total no uso do GPS e, para a Equipe Petrobras Lubrax moto nova e estréia de navegadores no carro e caminhão. Nos caminhões sai Luiz Azevedo e entra Maykel Justo, que ao lado de André Azevedo e Mira Martinec, termina a competição em 4º lugar. Nos carros sai Lourival Roldan e entra Eduardo Bampi. Ele e Klever Kolberg abandonam a prova por problemas mecânicos na nona etapa, quando estava na 6ª colocação da categoria gasolina. Jean também não completou, sofrendo um acidente na 13ª etapa, quando ocupava a oitava posição na classificação geral. No Rali dos Sertões, André fica em terceiro na categoria Caminhões T4.2. Jean é o terceiro nas motos e a dupla Klever/Bampi é quinto na categoria Carros Protótipos. Jean disputa pela primeira vez o Rally dos Faraós, terminando em terceiro. Também participa do Rally de Dubai, nos Emirados Árabes, provas que contam pontos para o Mundial, onde termina em oitavo.


2007
Lisboa - Dakar
Portugal, Espanha, Marrocos, Mauritânia, Mali e Senegal.
Total: 8.708 km
A largada passa para o dia 06 de janeiro, pela segunda vez em Lisboa. A organização também optou por tirar os países mais povoados da África da competição pensando na segurança da prova, desta maneira a Guiné está fora da rota do Rali Dakar. Antes dos competidores iniciarem o Dakar 2007, eles deverão fazer as vistorias técnicas nos veículos nos dias 03, 04 e 05 de janeiro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. A chegada acontecerá no dia 21 do mesmo mês, na cidade de Dakar - a capital do Senegal.
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