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Rally Dakar 2014: Balanço final por Assessoria de Imprensa - (imprensa@parisdakar.com.br)
20/01/2014


Marc Coma - KTM 450 Rally
Foto: Divulgação



Ignacio Casale - Yamaha Raptor 700
Foto: Divulgação - Gigi Soldano/DPPI



Nani Roma / Michel Périn - Mini ALL4 Racing
Foto: Divulgação



Andrey Karginov/Andrey Mokeev/Igor Devyatkin - Kamaz
Foto: Divulgação


Marc Coma (motos), Ignacio Casale (quadris), Nani Roma/Michel Perin (carros) e Andrey Karginov/Andrey Mokeev/Igor Devyatkin (caminhões) foram os vencedores do Rally Dakar 2014.

Dos 431 veículos (174 motos, 40 quadriciclos, 147 carros e 70 caminhões) que largaram de Rosário, na Argentina, apenas 47% ou 205 veículos (78 motos, 15 quadris, 62 carros e 50 caminhões) chegaram a Valparaiso, no Chile, completando as 13 etapas que somaram quase 9.000 quilômetros percorridos, o que faz com que o trajeto da 36ª edição da prova seja considerado um dos mais seletivos das seis edições da prova na América do Sul.

Nas motos, Marc Coma conquistou o tetracampeonato (2006, 2009, 2011 e 2014). A KTM manteve seu domínio, são 13 anos consecutivos de sucessos da fábrica austríaca na competição. O piloto espanhol foi rápido e muito regular, sempre cometendo poucos erros e figurando diariamente entre os mais rápidos, aproveitando as oportunidades que os adversários deixaram escapar para abrir uma vantagem incontestável de quase duas horas sobre o concorrente mais próximo, seu companheiro de equipe e conterrâneo Jordi Viladoms, que também esteve ao lado de Coma nos pódios de 2009 e 2011. O francês Olivier Pain (Yamaha) completou o Dakar na 3ª posição, seguido do francês pentacampeão Cyril Despres (Yamaha) e do português Helder Rodrigues (Honda).

A KTM apostou no mesmo modelo vencedor de 2013, que é equipada com um motor robusto e potente, uma cambio confiável e uma das poucas motos que continuam utilizando carburador em vez da injeção eletrônica, tecnologia dominada pela fábrica austríaca que prefere ser conservadora, tanto que continua utilizando um quadro mais longo, derivado da 670, que privilegia a pilotagem em alta-velocidade, em detrimento da maleabilidade em trechos muito sinuosos.

Como em qualquer competição envolvendo motores, os pneus são decisivos para o resultado, ainda mais nesta prova onde grandes distancias precisam ser percorridas sem paradas. O regulamento não restringe quanto a marcas, mas a Michelin é quase uma unanimidade entre os competidores e ficou com as 10 primeiras posições.

Nos quadris o chileno Ignacio Casale (Yamaha) venceu oito das 13 especiais e viu seus rivais, como Marcos Patronelli (Yamaha) e Sergio Lafuente (Yamaha) abandonarem. Vice em 2013, Casale comemorou o título inédito em casa. Rafal Sonik (Yamaha) ficou com o vice-campeonato, seguido de Sebastian Husseini (Honda).

Já nos carros, os Mini ALL4 Racing da equipe X-Raid ficaram com as três posições do pódio. Nani Roma levou o segundo título em dez anos (em 2004 ganhou nas motos com KTM), o primeiro nos carros. Ao lado do francês Michel Perin, ele superou o multicampeão Stephane Peterhansel (Mini) e o catariano Nasser Al-Attiyah (Mini), segundo e terceiro, respectivamente. A festa da equipe acabou sendo manchada por conta de uma polêmica. Na penúltima etapa, Peterhansel e Nasser revelaram a ordem do chefe da equipe para diminuírem o ritmo, definindo Roma como campeão.

Vencedor pelo terceiro ano consecutivo, o Mini ALL4 Racing é um protótipo derivado do antigo modelo utilizado pela escuderia alemã, o BMW X3. Além do know-how de anos de experiência acumulada, este é um Mini anabolizado com o motor BMW 3.0 Turbo Diesel. O esquadrão Mini (que também ficou com a 5ª, 6ª, 9ª, 10ª, 11ª e 12ª classificações) dominou praticamente todo o rally. Os únicos carros a rivalizarem foram os V8 gasolina aspirados do Toyota de Giniel de Villiers, 4º colocado na classificação geral, e o Buggy SMG do espanhol Carlos Sainz, que venceu algumas etapas e chegou a liderar, mas abandonou a prova num acidente durante um deslocamento.

O motor turbo diesel da BMW é um diferencial, potente, com muito torque, confiável e econômico. Mas o regulamento da prova continua privilegiando o motor diesel, que consegue respirar mais nas grandes altitudes, e carrega menos peso de combustível para completar as longas etapas de quase 800 km. A última vitória de um motor gasolina aspirado foi em 2007, da Mitsubishi. Em 2008 a prova foi cancelada por ameaça terrorista, depois a Volkswagen venceu 2009, 2011 e 2011 com o protótipo Touareg que também era empurrado por um motor Turbo Diesel.

Assim como nas motos, apesar da prova ser aberta para a escolha de fornecedores de pneus, a Michelin ficou com as 10 primeiras posições.

Nos caminhões a disputa foi até o quilômetro final. Após 55 horas de prova a diferença entre os dois primeiros colocados foi de míseros três minutos. Os russos Andrey Karginov/Andrey Mokeev/Igor Devyatkin formaram o trio vencedor com um caminhão Kamaz, após uma grande batalha com o caminhão Iveco comandado pelo holandês Gerard De Rooy. A terceira colocação foi para outro Kamaz, do russo Eduard Nikolaev, campeão da prova em 2013.

Também na categoria dos pesos-pesados, os pneus Michelin equiparam os veículos vencedores.

Colaboração especial de Klever Kolberg para http://www.michelin.com.br/



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