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Rally Dakar 2019 - 4ª etapa: Dificuldades de uma longa maratona por Assessoria de Imprensa - (imprensa@parisdakar.com.br)
11/01/2019


Ricky Brabec (Honda CRF 450 Rally)
Foto: Divulgação - Antonin Vicent DPPI



Nasser AL Attiyah / Matthieu Baumel (Toyota Hilux V8)
Foto: Divulgação - Frederic Le Floch DPPI



Sergey Karyakin / Anton Vlasiuk (BPR Maveric X3)
Foto: Divulgação - Florent Gooden DPPI



Eduard Nikolaev / Evgeny Yakolev / Vladimir Rybakov (Kamaz)
Foto: Divulgação - Flavien Duhamel


A 4ª etapa do Rally Dakar 2019 foi realizada nesta quinta-feira (10/01). Os competidores percorreram dois trechos cronometrados, um inicial com 215 quilômetros, seguido de uma ligação de 55 quilômetros e um novo trecho cronometrado de 146 quilômetros, formando uma espacial 351 quilômetros.

Após a especial, o acampamento foi dividido. As motos e quadriciclos pernoitam em Moquegua, percorrendo um total de 551 quilômetros. Carros, UTVs e caminhões tiveram um roteiro mais longo, até Tagna, completando 664 quilômetros.

O trecho cronometrado não foi tão difícil como a etapa anterior, mas tinha muitas armadilhas. Outro fator importante é que o percurso valeu como a primeira parte da etapa Maratona, onde nenhum competidor contou com auxílio externo ou da equipe no acampamento final.

Nas motos o francês Xavier de Soultrat (Yamaha WR 450 F), vencedor da etapa anterior, abriu a pista. Com as dificuldades de navegação o francês perdeu terreno e conclui a etapa com o 15º melhor tempo.

O chileno Pablo Quintanilha (Husqvarna FR 450 Rally), que havia assumido a liderança da prova, foi o segundo largar. Ele também não conseguiu repetir a boa performance do dia anterior. Foi o 14º colocado na etapa e caiu para a vice-liderança na classificação acumulada.

O argentino Kevin Benavides (Honda CRF 450 Rally) também largou no bloco da frente e foi outro a perder posições, caindo da vice-liderança para a sexta colocação na acumulada após quatro etapas.

Sendo o 13º a largar, o americano Rick Brabec (Honda CRF 450 Rally) teve uma etapa perfeita. Andou no ataque e foi preciso na navegação. Ele venceu a especial e assumiu a liderança da prova.

O dia também foi de progressos para o australiano Toby Price (KTM 450 Rally). Com o terceiro melhor tempo na etapa, ele subiu para a terceira posição na geral, sendo seguido pelo companheiro de equipe, o inglês Sam Sunderland e o francês Adrien Van Beveren (Yamaha WR 450 F).

O brasileiro Lincoln Berrocal (KTM 450 Rally Replica) continua seguindo seu objetivo de completar a prova. Na etapa foi 107, subindo para a 109ª posição na classificação acumulada.

Nos quadriciclos o argentino Nicolás Cavigliasso (Yamaha YFM 700 R) venceu pela terceira vez em quatro dias, mostrando que está no comando e abrindo mais de 30 minutos de vantagem para o segundo colocado, seu compatriota Jeremías González Ferioli (Yamaha Raptor 700).

Nos carros o dia foi marcado por uma intensa disputa entre a dupla líder, formada pelo catariano Nasser Al-Attiyah e o francês Matthieu Baumel (Toyota Hilux V8), e a dupla dos franceses Stéphane Peterhansel e David Castera (Mini John Cooper Works Buggy), que ocupava a terceira colocação.

Por terem vencido a etapa anterior Peterhansel e Castera largaram na frente. Com a facilidade de seguir o rastro, Nasser e Matthieu se aproximaram dos rivais. As duplas se alternavam como a mais rápida, mas no final do dia a vitória foi da equipe da Toyota, que manteve a liderança da prova e não deu espaço para os franceses que assumiram a segunda colocação.

Destaque para as duplas dos espanhóis Nani Roma/Alex Haro Bravo e a dupla do polonês Jakub Przygonski e o belga Tom Colsoul, ambas com o Mini ALL4 Racing. Mostrando muita consistência ocupam a terceira e quarta colocações no acumulado.

Nos UTVs a dupla dos brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin (Can-Am Maveric X3) fez uma etapa quase perfeita. Começaram uma prova de recuperação e em 99% do percurso disputaram a vitória do dia com os russos Sergey Karyakin e Anton Vlasiuk (BPR Maveric X3). Os russos levaram a melhor, venceram a etapa e assumira a liderança do rally.

Faltando apenas 10 quilômetros, Varela e Gugelmin tiveram dois pneus furados. Perderam 26 minutos, concluindo a etapa na quarta colocação, mesma posição que ocupam na acumulada, mas distantes 30 minutos dos líderes.

Os vencedores da etapa anterior, os espanhóis Gerard Farres Guell e Daniel Oliveras (Can-Am Maveric X3) fizeram o terceiro melhor tempo, mantendo a vice-liderança da categoria no acumulado.

Os chilenos Francisco Lopez Contardo e Alvaro J.L. Quintanilla (Can-Am Maveric X3) que haviam assumido a liderança da prova no dia anterior, ficaram presos num atoleiro por mais de uma hora, despencando para a quinta colocação.

A dupla dos brasileiros Marcos Baumgart e Kleber Cincea (Can-Am Maveric X3) repetiu o resultado do dia anterior. Fechou a etapa na sétima colocação, mantendo a sexta colocação na acumulada.

Também mantendo a regularidade de bons resultados a dupla do navegador brasileiro Lourival Roldan com o português Miguel Jordão (Can-Am Maveric X3) fez o sexto melhor tempo do dia e ocupa a sétima colocação no acumulado.

A dupla Cristian Baumgart e Beco Andreotti (Can-Am Maveric X3) fez uma excelente recuperação, conquistando o oitavo melhor tempo do dia e subindo para 11ª colocação na acumulada.

A dupla Bruno Varela/Maykel Justo (Can-Am Maveric X3) conseguiu superar a maratona de quase 48 horas. Eles mal tiveram tempo de se alimentar e partir para a quarta etapa sem descanso. Mostrando muita garra, continuam na disputa, e subiram da 28ª para a 23ª colocação.

Nos caminhões o russo Eduard Nokolaev (Kamaz) viu o comando da prova ameaçado. Ele perdeu quase 15 minutos, mas mantevê a liderança. Seu companheiro de equipe Andrey Karginov venceu o dia e assumiu a vice-liderança.

Nesta sexta-feira (11/01) será disputada a 5ª de 10 etapas, todas em território peruano. Será a segunda parte da etapa maratona. Após a etapa anterior nenhum competidor contou com auxílio externo ou da equipe no acampamento final.

Nesta 5ª etapa o percurso para motos e quadriciclos é diferente dos carros, UTVs e caminhões. Motos e quadriciclos terão 431 quilômetros de deslocamento e uma especial com 345 quilômetros, totalizando 776 quilômetros. Para os carros, UTVs e caminhões a especial terá 452 quilômetros e 266 quilômetros de deslocamentos, totalizando 714 quilômetros a percorrer.

Na sexta-feira, segundo dia da etapa Maratona, todos retornam para Arequipa, onde acontece o dia de descanso, no sábado.




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