
| ................................. |
|
| A
EDITORA |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
![]() |
|
Panela
de barro abre caminho para o mercado internacional
O artesanato
brasileiro tem motivos para comemorar. Pela primeira vez na história
da atividade no Brasil, com o apoio da Apex- Brasil, foi firmado o primeiro
contrato formal de exportação entre um artesão brasileiro
e uma empresa estrangeira.
O
capixaba Lauri Mindas, 42 anos, nascido em Guarapari (ES), que produz panelas
de barro no galpão de um terreno vizinho a sua residência, fechou
contrato com a O'Reps, empresa da cidade francesa Le Petit. O primeiro contâiner
com quatro panelas já foi enviado para a Europa, onde mais dez países
querem o produto de Lauri. Também Rússia fará negócios
com o artesão do Espírito Santo.
Lauri,
ex-caminhoneiro, encontrou no artesanato a garantia do sustento de sua família.
Hoje em dia, Lauri produz panelas de barro com a ajuda de seus familiares
– a mulher já era artesã na época em que ele ainda
trabalhava com transporte. Lauri conta que há oito anos começou
a manufaturar as panelas no quintal de sua casa, com a ajuda da esposa, da
cunhada e de outros parentes. Aos poucos, a família foi adquirindo
prática e aprimorando o método de fabricação das
panelas. A atividade se desenvolveu e Lauri teve que adequar o processo de
produção à nova realidade. "Tivemos que alugar um
terreno, onde construímos um galpão. Ainda ensinamos a quarenta
aprendizes e hoje nós produzimos até cinco mil panelas por mês",
diz ele.
No ano passado, Lauri foi convidado para a Feira de Artesanato de Frankfurt, na Alemanha, e levou algumas amostras de suas panelas de barro. Os examinadores da feira analisaram o produto e depois enviaram um documento ao artesão atestando sua qualidade.
Embarques
de software: convocação a 80 empresas
A Agência
de Promoção de Exportações (Apex) promete dar
impulso à exportação de softwares. A agência investirá
US$ 3,6 milhões na promoção comercial de programas de
computador brasileiros no exterior. A expectativa é que no final do
ano que vem 80 empresas sejam atendidas e tenham embarcado US$ 17 milhões.
Serão contempladas empresas de Brasília, Paraíba, Ceará
e Pernambuco. Na capital federal, o projeto é denominado Brains (Brazilian
Intelligence in
Software) e deve alavancar as exportações de 20 empresas.
As iniciativas da Apex junto ao software nacional tiveram início em 1998, por meio da oferta de produtos, via comércio eletrônico, aos Estados Unidos. Pouco tempo depois, ainda vinculada ao Sebrae, a agência abandonou o projeto por falta de resultados. Assim, em 2000, a agência voltou as atenções a centros de excelência de software. O primeiro pólo beneficiado foi o de Brasília, que embarcou US$ 600 mil. A partir daí, a agência passou a organizar a participação de empresas nacionais em feiras mundiais e a traçar projetos de divulgação do software nacional lá fora.
Calçados
nordestinos ganham destaque no exterior
Os fabricantes
de calçados do Nordeste comemoram o segundo lugar nas exportações
do país, ficando atrás da Região Sul, que corresponde
a 81% do total. Há um ano, a participação nordestina
no
ranking das vendas externas não chegava a 1%. O crescimento é
resultado da expansão do pólos industriais, como o da Paraíba
e da Bahia, com 83 empresas, e da consolidação de centros produtores
como o do Ceará, que já contam com nove indústrias.
Fabricantes
de veículos ampliam laços no exterior
Com fábrica
em Osasco, São Paulo, o grupo de Sistemas Automotivos Dana fornecerá
componentes estruturais para as novas picapes F-150, modelo 2004, da Ford
Motor Company, nos EUA. A empresa usará nos novos chassis o método
de hidroformagem Robo Clamp, que permite a injeção de água
e outros líquidos sob alta pressão em um tubo que, colocado
dentro de um molde fechado, ganha a forma externa da longarina (vigas de secção
variável). A vantagem do novo método para as F- 150 é
o aumento de 50% na resistência à flexão, em comparação
ao modelo atual. O que garante mais segurança aos consumidores. A Dana
também vai fornecer os chassis hidroformados para os de veículos
médios da Land Rover, que serão fabricados na Inglaterra. A
Marcopolo, fabricante de ônibus e caminhões, desenvolveu modelo
de chassis especialmente para o mercado europeu. O Andare Class é para
o transporte rodoviário de passageiros em pequenas e médias
distâncias. O chassis é fabricado na Suécia, e o veículo,
que tem tratamento especial contra corrosão, é montado na unidade
de Portugal.
Móveis
gaúchos fazem sucesso no México
A boa
aceitação por parte dos mexicanos dos móveis produzidos
no Rio Grande do Sul ampliou a participação de empresas gaúchas
na feira Expomueble Guadalajara. O grupo de 17 pequenas e médias indústrias
prospectou clientes e abriu frente para a entrada dos produtos desse segmento,
com ação de desenvolvimento comercial naquele mercado. De acordo
com o Superintendente do Sebrae do Rio Grande do Sul, Deomedes Talini, a estratégia
inclui a mudança de um brasileiro para residir no México por,
pelo menos, seis meses, para aumentar a efetividade das negociações.
A tática tem o apoio do órgão, através do Sebraexport
Móveis. Graças a esse programa, 64 empresas exportaram, em 2002,
US$ 36,5 milhões, o que representa crescimento de 9% em relação
ao ano anterior.
Variglog
reforça atuação no Sul do país
O braço
de transportes de cargas da Varig, a VarigLog, reforçou sua atuação
no Sul do Brasil com a elevação do movimento de cargas internacionais.
As idas e vindas de encomendas do estrangeiro e o aquecimento do mercado interno
a partir de outubro passado geraram um faturamento de US$ 50 milhões
com circulação de cerca de 500 toneladas semanais. Os principais
produtos transportados foram couro e calçados (40%), alimentos perecíveis
(principalmente carne), máquinas e equipamentos em geral. Na rota estão
Estados Unidos, Europa e países sulamericanos, que são atendidos
pela frota de sete cargueiros que vão e voltam carregados.
África
do Sul estreita relações comerciais com Paraná
As empresas
da África do Sul e do Paraná estão mais próximas.
O embaixador sul-africano no Brasil, Mbulelo Rakwena, e o cônsul Derick
Moyo, visitaram a Companhia Brasileira de Logística (CBL). A empresa
é um dos sete terminais privados que operam no corredor de exportações
do Porto de Paranaguá e despertou o interesse da comitiva por apresentar
diferenciais importantes para o mercado externo, como a separação
de grãos com certificado de qualidade. A África do Sul, 40 milhões
de habitantes, tem demanda muito grande por grãos e cereais, o que
tem levado as autoridades a buscar alternativas para o abastecimento do país.
Segundo Rakwena, são bastante positivas as expectativas de aumento
das negociações entre empresas exportadoras paranaenses e importadoras
da África do Sul. O país possui seis portos aptos a receber
os navios carregados com os grãos brasileiros, em especial soja e farelo.
|
Aproveite nossa promoção especial para assinaturas on-line Procure aqui, qualquer artigo publicado em nossas edições anteriores |
Metas e objetivos da revista, informações gerais e expediente Saiba todas as formas de entrar em contato conosco. |
Se quiser adquirir edições anteriores, entre em contato conosco: assinaturas@etm.com.br
Copyright Editora Terceiro Milênio©.
Todos os direitos reservados.
| Publicidade |
| |
| |
| ................................. |
|
| A
REVISTA |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|
| ................................. |
|