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Matt Collins |
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| Download direto de música do céu para o bolso agora é possivel em qualquer lugar da parte continental dos EUA. |
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Cresci ouvindo estações de música rock clássica (sim, sou um dinossauro da ancestral era do baby-boom.) O final dos anos 1960 e a década de 1970 abrangeram uma era dourada de diversidade musical nas ondas do rádio; uma multiplicidade de bandas, estilos e linguajares surgiu nas listas de execução ecléticas, temperadas de forma liberal com músicas lado B, versões ao vivo, gravações alternativas e canções obscuras. E então havia o fator mistério: nunca se sabia de fato o que vinha a seguir, não antes que as primeiras notas soassem. Mas quando o DJ acertava o tom com uma jóia inesperada, era pura magia.
A rádio FM de hoje é uma terra de ninguém - repetitiva, programada em excesso, voltada para setores específicos de mercado, e parece ter mais comerciais do que música. A única estratégia que torna a história um pouco suportável é continuar alternando entre várias estações, empreitada frustrante e que dá uma canseira doida no dedo indicador.
Então há os equipamentos de música digitais portáteis - iPods, tocadores de MP3 e semelhantes. É possível não gostar deles? Gravações praticamente livres de distorções de nossas músicas favoritas. Dá trabalho criar uma trilha sonora pessoal, mas não muito. É claro, não há como negar o fato de que acabamos tocando sempre as nossas favoritas.
E como qualquer um que já teve uma extensa coleção de LPs, fitas cassete, CDs ou iTunes sabe, ouvir o mesmo conjunto de gravações - ainda que sejam as que você adora - pode se tornar tedioso. |