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Artigos |
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| Pesquisadores se tornam suas próprias cobaias em nome da ciência |
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| Sasha Giedd, de 15 anos, observa uma imagem de ressonância de seu cérebro com seu pai, Jat Giedd, de 47 anos, psiquiatra de crianças no National Institute of Mental Health. Ela passou pela máquina dezenas de vezes dos quatro aos oito anos de idade, como parte de seu projeto para acompanhar o desenvolvimento cerebral saudável. |
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Auto-experimentação – Capítulo 7
Filha de pesquisador ofereceu o próprio cérebro para uma dissecação por imagens
Sasha Giedd seria a única menina em sua classe no ensino médio com uma coleção de fotos de seu cérebro em desenvolvimento, até que o conselho do Instituto para a Saúde Mental, nos Estados Unidos, ficou sabendo.
As melhores lembranças da maioria dos adolescentes certamente não incluiriam ficar imóvel por intervalos de 5 a 10 minutos no interior apertado de uma máquina barulhenta. Mas Alexandra Giedd, conhecida em casa como Sasha, mal podia esperar!
Uma vez a cada três meses, desde os quatro anos, ela e o pai iam para o laboratório dele no National Institute of Mental Health (NIMH) em Bethesda, Maryland. Lá, o psiquiatra de crianças Jay Giedd dava à filha cobertores e protetores auriculares antes de colocá-la em uma máquina de imageamento por ressonância magnética (IRM) para a próxima sessão do que eles chamavam de “fotos do cérebro”. No começo, a justificativa científica não estava totalmente clara para ela, “explica Giedd. “Pelo menos eu tinha a oportunidade de passar mais tempo com o meu pai”, diz Sasha. |
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