 | Retoques, jogo de luz e realces espetaculares - os truques das imagens digitais Clique aqui e leia a reportagem “Perícia de Imagens Digitais” da edição 74 de Scientific American Brasil. |
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 | Computador de 168 anos de volta à vida Slideshow com imagens do primeiro "computador" do mundo, criado há 168 anos. |
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 | Evolução do desenvolvimento Leia a reportagem “O Jogo da Evolução” da edição 73 de Scientific American Brasil. |
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 | Perspectivas para a regeneração de membros humanos Leia a reportagem: Perspectivas para a regeneração de membros humanos: O progresso rumo à regeneração de partes importantes do organismo, como acontece com a salamandra, pode revolucionar o tratamento de amputações e de ferimentos graves. |
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 | A versatilidade do carbono Faça-você-mesmo grafeno: como fazer camadas de carbono da espessura de um átomo com fita adesiva
Por JR Minkel
Grafeno, o mais novo e incrível material da ciência, é surpreendentemente fácil de produzir. JR Minkel explora como fazer a nova substância, o que é discutido em detalhes no artigo A versatilidade do carbono, por Andre K. Geim e Philip Kim, na edição nº 72 da Scientific American Brasil.
Grafeno, um dos mais promissores materiais a ser desenvolvido nas últimas décadas, não é grande coisa de se olhar. O que não é de espantar. Pesquisadores descobriram o grafeno, ou lâminas de carbono da espessura de um átomo, descascando mecanicamente camadas cada vez mais finas de grafite bruto, a mesma substância encontrada num lápis.
Apesar dos esforços para desenvolver aplicações práticas para o grafeno e explorar suas propriedades físicas exóticas em funcionamento em suas duas dimensões, obter uma amostra aproveitável ainda é mais arte do que ciência, como a Scientific American descobriu em uma tarde de inverno úmida de neve derretida no laboratório da Columbia University de Philip Kim, um de nossos co-autores e líder na área. O então pós-doutorando Pablo Jarillo-Herrero (atualmente professor assistente de física no Massachusetts Institute of Technology) separou um tempo para nos mostrar como os pesquisadores preparam o grafeno para estudo. |
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 | Oceano: Vida escondida Saiba mais sobre a exposição no texto:A beleza dos oceanos na Estação Ciência |
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 | Fadados à escuridão: o céu noturno do futuro Por Lawrence M. Krauss e Robert J. Scherrer
O céu noturno na Terra (isto é, se o planeta sobreviver) mudará dramaticamente à medida que a Via Láctea se fundir às suas vizinhas e galáxias distantes sumirem de nossa vista.
A expansão cada vez mais rápida irá separar as galáxias mais rapidamente que a velocidade da luz, fazendo com que se tornem invisíveis. Esse processo elimina pontos de referência para medir a expansão, e dilui os produtos do Big Bang no grande nada. Em poucas palavras, a expansão apaga todos os sinais de que o Big Bang um dia aconteceu.
Para nossos descendentes, o Universo vai parecer um pequeno amontoado de estrelas em um vazio imutável e sem fim. |
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 | Fundo azul Para saber mais sobre a técnica, leia o texto Parece, mas não é |
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 | A ciência na construção do futuro Por Christine Soares
O neurocientista brasileiro Miguel A. L. Nicolelis aproveita as conversas entre populações de neurônios para mover próteses robóticas. Agora ele quer aproveitar o potencial da população de seu país construindo para ela uma rede de cidades da ciência.
Leia o ensaio: “Construindo o arquipelágo do conhecimento” de Miguel Nicolelis. |
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 | Slideshow: Filtro completo num canudinho O canudo que transforma água contaminada em potável removendo bactérias e vírus - e outras invenções para ajuda humanitária |
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 | Terra Febril: dez imagens de um mundo em aquecimento Leia o artigo relacionado de David Biello. |
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 | Informação radiante Apesar de serem incontáveis os prazeres e horrores que a visão humana nos oferece, existe um único modo de coletar informações sobre a vida: as células da retina registram fótons de luz e o cérebro interpreta as imagens. Quanto às estruturas minúsculas que escapam à compreensão do olho, impossíveis de serem detectadas por refletir uma quantidade insuficiente de fótons, a solução é o microscópio. As imagem apresentadas aqui, consagradas na edição de 2007 da competição Olympus BioScapes Digital Imaging, representam o que há de melhor em pesquisas biológicas com microscópios ópticos, tanto por mérito técnico como estético.
Chame de renascimento ou chame de revolução, mas o campo da microscopia óptica está em pleno desenvolvimento. As paletas de luz se diversificam à medida que se desenvolvem novos marcadores fluorescentes e novas técnicas genéticas para incorporá-las em amostras, abrindo caminho para o descobrimento. Por exemplo, os pesquisadores responsáveis pela imagem vencedora neste ano usaram uma nova técnica chamada brainbow – uma fusão das palavras (brain) cérebro e (rainbow) arco-íris em inglês –, para definir com cores distintas os neurônios de um camundongo sob o microscópio. Esse método permitiu traçar axônios individuais ao longo da vertiginosa malha neural e mapear as ramificações do cérebro de modo até então impossível com técnicas de imagem antigas. A precisão das ferramentas também tem evoluído. Já é possível identificar proteínas isoladas para observar o deslocamento de uma molécula e testemunhar ao vivo os detalhes infinitesimais da divisão e da diferenciação celular.
Microscopistas podem pintar com rapidez e com largas pinceladas de luz para capturar eventos efêmeros ou, lentamente, com pinceladas de luz delicadas para observar um sopro de vida em um detalhe esplendoroso. A capacidade de enxergar até a menor das estruturas biológicas com uma variedade de técnicas e de gerenciar quantidades massivas de resultados é capaz de produzir um portfólio da vida fascinante e intimista – acessível a todos e profundamente significativo para aqueles que admiram seus detalhes. |
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 | Vinte brinquedinhos científicos
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 | Cinco tarefas para exploração do Sistema Solar 1. Monitorar o clima da Terra
2. Preparar defesas contra asteróides
3. Procurar vida fora da Terra
4. Explicar como os planetas se formam
5. Ir além do Sistema Solar
Leia o texto traduzido para o português da animação, que explica detalhadamente as cinco tarefas |
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 | De volta à Lua - Os Estados Unidos se preparam para as próximas missões lunares Por Coco Ballantyne e Steven Ashley
Engenheiros e pesquisadores da Nasa e seus parceiros estão desenvolvendo os propulsores de módulos espaciais para as próximas missões, Constellation e Órion. O novo sistema de transporte da Nasa levará a próxima geração de astronautas para a Estação Espacial Internacional, para a Lua e talvez mais além.
2ª apresentação:Imagens dos módulos da Órion em fase de desenvolvimento |
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 | De volta à Lua - Os Estados Unidos se preparam para as próximas missões lunares Por Coco Ballantyne e Steven Ashley
Engenheiros e pesquisadores da Nasa e seus parceiros estão desenvolvendo os propulsores de módulos espaciais para as próximas missões, Constellation e Órion. O novo sistema de transporte da Nasa levará a próxima geração de astronautas para a Estação Espacial Internacional, para a Lua e talvez mais além.
Primeira apresentação – Os propulsores que levarão Órion até a Lua
Clique aqui e veja também as imagens dos módulos da Órion em fase de desenvolvimento. |
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 | O mundo geneticamente modificado
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 | Plantas perenes versus anuais
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 | Mergulho profundo na Galáxia Andrômeda A animação mostra um disco de estrelas azuis jovens orbitando um buraco negro em M31.
Imagens espectroscópicas do telescópio espacial Hubble revelaram que esse disco estelar orbita um buraco negro em M31, da mesma maneira que os planetas no nosso sistema solar giram em torno do Sol.
Astrônomos estão surpresos com o fato de um disco de estrelas se formar tão próximo de um buraco negro gigante.
As observações, segundo astrônomos, devem fornecer dicas para as atividades nos núcleos de galáxias mais distantes. |
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 | Chapéu mexicano A galáxia de Sombrero (M104 ou NGC4594), na constelação de Virgem, brilha com magnitude 8 e está além da detecção a olho nu. Observações telescópicas mostram sua majestosa e inconfundível estrutura, com 50 mil anos-luz de diâmetro - metade do diâmetro da Via Láctea - demarcada por uma linha escura de poeira envolvendo o bulbo luminoso. A posição de Sombrero permite uma visão clara de seu núcleo e a identificação de braços que a classificam como galáxia espiral, apesar do núcleo gigantesco e brilhante. M104 foi incluída tardiamente no Catálogo de Messier, que a anotou manualmente em sua cópia, logo após a detecção, em 1781. Outros astrônomos a identificaram de forma independente, entre eles William Herschel, o primeiro a identificar sua delimitação.
Imagem: Spitzer Space Telescope and Hubble Space Telescope |
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 | A física por trás das mudanças climáticas
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 | Janelas da Mente - Parte 3 O primeiro plano de um olho humano simulado por computador durante a fixação, com uma visão da inserção da retina central.
Embora o olho esteja voluntariamente fixado num objeto na borda da figura, faz movimentos minúsculos com características distintas.
A posição em movimento de um ponto da figura está indicada como uma linha sobre a retina na inserção.
Esta cena revela três tipos de movimentos de fixação ocular: microssacádicos rápidos, drifts sinuosos e os tremores (ziguezagues superpostos aos drifts). Todos movem estímulos em quantidades diferentes ao longo das células fotorreceptoras da retina.
Animação do movimento do olho cedida pelo Barrow Neurological Institute: Mark Schornak, Michael Hickman, Marie Clarkson, Susana Martinez-Conde, e Stephen L. Macknik |
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 | Janelas da Mente - Parte 2 O primeiro plano de um olho humano simulado por computador durante a fixação, com uma visão da inserção da cena visual.
Embora o olho esteja voluntariamente fixado num objeto na borda da figura, faz movimentos minúsculos com características distintas.
A posição em movimento bem no centro da retina está indicada como uma linha sobre a figura na inserção.
Essa cena revela três tipos de movimentos de fixação ocular: microssacádicos rápidos, os drifts sinuosos e os tremores (ziguezagues superpostos aos drifts).
Animação do movimento do olho cedida pelo Barrow Neurological Institute: Mark Schornak, Michael Hickman, Marie Clarkson, Susana Martinez-Conde, e Stephen L. Macknik |
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 | Janelas da Mente - Parte 1 O primeiro plano de um olho humano simulado por computador durante a fixação.
Embora o olho esteja voluntariamente fixado num objeto (na margem da figura, não mostrado), ainda faz movimentos minúsculos, com características distintas.
Animação do movimento do olho cedida pelo Barrow Neurological Institute: Mark Schornak, Michael Hickman, Marie Clarkson, Susana Martinez-Conde, e Stephen L. Macknik |
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 | Campos elétricos
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 | A Evolução dos Gatos
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 | O longo desaparecimento da Humanidade
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 | A Terra sem humanos Imagine que em uma manhã o dia começou como qualquer outro, mas com uma grande diferença: todos os humanos desapareceram. Como seria a Terra sem pessoas?
Obviamente, muito mais silenciosa. Mas o que realmente aconteceria? Poderia a natureza apagar todos os traços da nossa existência? Algumas coisas mudariam rapidamente. Primeiro, os serviços de energia começariam a desligar. Em uma cidade como Nova York, as bombas nos metrôs seriam desligadas e a água invadiria tudo. As ruas acima entrariam em erosão rapidamente e desabariam. Em alguns dias, a natureza começaria a espalhar-se. Sem a constante atenção dos humanos, o exterior dos edifícios e construções ficaria imundo, racharia, e a vegetação começaria a se enraizar. Passo a passo, um estranho e novo ecossistema urbano começaria a se desenvolver. E rápido. Dez anos depois e o Central Park está se tornando um vasto pântano, como era no começo. Cem anos passam e a infra-estrutura de aço de muitos prédios está sendo corroída. As fachadas estão se soltando. Alguns começam a cair. O que antes eram agitadas avenidas, agora são canyons. Mil anos depois e quem sabe? Com o aquecimento global e a proliferação de descendentes de animais de zoológico, o Central Park começaria talvez a se parecer com algum lugar da África. Dez mil anos se passam. Talvez algum traço da nossa civilização permaneça, e não apenas o lixo tóxico que geramos para termos combustível para nossa existência. Uma Terra sem pessoas provavelmente seria muito diferente. Mas quem saberia disso? |
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 | Dez espécies podem ser extintas nos próximos 10 anos Em breve o Dodô pode ter companhia
Por Coco Ballantyne
A extinção é um processo natural. À medida que a evolução avança, algumas espécies desaparecem, enquanto outras surgem, em uma dinâmica contínua chamada “extinção de fundo”. A história geológica também foi pontuada por cinco grandes “extinções em massa” – declínios acentuados no número de espécies, aceleradas por eventos excepcionais como o impacto de um asteróide ou a mudança no nível dos mares.
Atualmente testemunhamos o que alguns especialistas acreditam ser “a sexta onda de extinção”, uma redução das espécies que parece ser trabalho da humanidade. Eles estimam que a taxa atual de extinção é de 100 a 1.000 vezes maior do que a taxa de fundo (outros dizem que é ainda maior, até 10 mil vezes a taxa normal de extinção de fundo).
No momento, há 3.071 espécies “criticamente ameaçadas” no mundo, de acordo com a União Internacional de Conservação, também conhecida como União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, em inglês), uma cooperação entre 83 países, 800 organizações não -governamentais e 10 mil cientistas e especialistas dedicados à preservação da biodiversidade na Terra. De acordo com a IUCN, as espécies classificadas como de risco crítico, “correm um risco extremamente elevado de extinção na natureza se a pressão sobre eles não for reduzida”. |
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 | Mudanças do Clima, Mudanças de Vidas Como o aquecimento global já afeta o Brasil
Durante meses, equipes do Greenpeace viajaram por todo o Brasil para documentar o impacto das mudanças climáticas em diversas regiões. O resultado foi um filme com imagens impressionantes de seca, inundação e destruição, além de depoimentos emocionados de pessoas no Sul, na Amazônia e no Nordeste que sofreram, sofrem e podem sofrer ainda mais com essas alterações do clima. O documentário traz também a opinião de cientistas sobre as causas do aquecimento global e o que o governo e a população podem fazer para barrar já os impactos das mudanças climáticas.
Esta é a versão curta (6 min) do documentário. Para assistir à versão completa, acesse: http://www.greenpeace.org.br/clima/filme
Depoimentos de cientistas:
Carlos Nobre Pesquisador do Inpe
Francisco Aquino Geógrafo UFRGS
José Antônio Marengo Orsini Pesquisador Inpe
Luiz Pinguelli Rosa Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas
Carlos Rittl Campanha de Clima Greenpeace
Imagens cedidas pelo Greenpeace |
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 | 16 microfotografias incríveis de seres vivos Por JR Minkel
Se você brincava com um microscópio quando era criança, ainda deve se lembrar da maravilha de criar um mundo em miniatura ao simplesmente colocar um pedacinho de alguma coisa sob a lente. A mesma sensação certamente levou os vencedores do concurso Olympus BioScapes 2006, um concurso anual que reúne as melhores microfotografias de seres vivos (ou que já estiveram vivos). A Olympus recrutou um grupo de microscopistas para julgar cada candidato acerca de sua contribuição científica, qualidade estética e excelência técnica. Tenha isso em mente ao ver as fotos dos 10 finalistas, e as ganhadoras de menção honrosa que mais chamaram nossa atenção. |
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 | Einstein visita universidade nos EUA Gravação original de "Hearst Metrotone News" mostra chegada do cientista a Wilmington acompanhado de sua segunda esposa Elsa Einstein para visitar o Instituto Tecnológico da Califórnia na década de 30. Em fevereiro de 1932, enquanto visitava o Instituto, Einstein recebeu convite para trabalhar no recém-criado Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde tornou-se professor ao conseguir visto permanente em 1940. |
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