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Benenson e sua equipe modificaram um gene-alvo para torná-lo sensível a diferentes siRNAs sintetizados por eles. No caso mais simples, os pesquisadores introduziram uma única molécula siRNA para desligar um gene-alvo que codificava uma proteína fluorescente. Em casos mais complexos, um par de siRNAs ou de dois siRNAs desligaram outro gene-alvo, que por sua vez desativou um gene codificador de uma proteína fluorescente. Para assegurar que o sistema funcionasse como previsto, os pesquisadores basearam seus siRNAs naqueles de outras espécies, como afirmam no estudo publicado na versão eletrônica da revista Nature Biotechnology.
Em princípio, a técnica do RNAi pode atingir altos graus de complexidade, diz Benenson, tornando os genes sensíveis a mais siRNAs em várias combinações. O próximo passo é descobrir como fazer as moléculas dentro da célula - como aquelas que são superproduzidas no câncer - desencadear a produção de siRNAs. |