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Robert MacPherson, do Institute for Advanced Studies em Princeton e David Srolovitz, da Yeshiva University em New York, publicaram os resultados na versão online da revista Nature.
“É bem universal, e se aplica a tudo em termos de produção de materiais”, diz o matemático David Kinderlehrer, da Carnegie-Mellon University em Pittsburgh. Ele prevê que a descoberta possa levar a materiais mais duráveis e eficientes para qualquer coisa, de asas de aviões a reatores nucleares ou microprocessadores.
Para que isso aconteça, os pesquisadores precisam aprender a simular grupos de domínios. Isso não é problema em duas dimensões, mas estudos em 3-D trazem novos problemas, diz Kinderlehrer, porque os domínios possuem mais limites, que podem crescer ou encolher, afetando seus vizinhos.
“É um tipo muito complicado de evolução”, ele afirma, “Será muito mais difícil descobrir como essa rede se comporta”. |