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Image © iStockphoto/Royce DeGrie |
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A síndrome da apnéia obstrutiva do sono (SAOS) consiste no bloqueio completo das vias aéreas pelo colapso dos tecidos da orofaringe, palato mole e dorso da língua, durante cerca de 10 segundos, com uma freqüência de no mínimo cinco a 10 vezes por hora de sono e caracteriza-se por deteriorar a qualidade de vida do paciente.
Novas e paradoxais descobertas sugerem um benefício inusitado para esse distúrbio, há muito tempo associado à obesidade: quanto mais o mal progride mais calorias são queimadas pelo paciente.
Eric Kezirian, diretor do setor de cirurgia do sono na University of Califórnia, em São Francisco, mediu o gasto de energia em repouso, ou quantas calorias 212 pacientes com apnéia queimavam durante cinco minutos, quando estavam acordados, mas sem fazer exercícios. Ele extrapolou os cinco minutos da medida para um dia inteiro e concluiu que pacientes com o pior tipo de apnéia queimavam duas mil calorias por dia em comparação com as 1.625 calorias diárias dos portadores de formas mais suaves do distúrbio. |