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Dados topográficos foram combinados com variações de massa identificadas através de diferenças na força gravitacional da superfície, em busca de evidências de alterações na massa sob Tharsis.
A análise revelou uma forma arredondada, um pouco alongada medindo cerca de 10.600 por 8.500 quilômetros e cobrindo 42% do planeta. O grupo denominou-a de bacia Borealis.
“Há basicamente, apenas um processo conhecido que poderia produzir uma depressão elíptica tão grande… é um processo de impacto gigante,” adverte o cientista planetário do MIT, Jeffrey Andrews-Hanna, autor principal do artigo publicado na revista Nature.
Um complicador muito antigo, que não se ajusta à idéia de asteróide, é o fato de que um asteróide teria deixado uma cratera ou bacia de impacto circular, e a dicotomia parece ter uma forma elíptica. De acordo com um segundo estudo também publicado na Nature, mesmo o impacto de um asteróide poderia ter produzido essa forma. |