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Em princípio, os bancos de tecidos de linhas celulares partenogenéticas poderiam incluir combinações de proteínas imunes suficientes para tratar metade da população dos Estados Unidos – tanto homens quanto mulheres – diz Lanza. No entanto, ele explica que se os parthenotes humanos geralmente tiverem tantas faltas de combinação quanto as células coreanas, o número de óvulos necessários para criar um banco como esse com certeza precisaria ser grande.
Daley afirma que essa equipe espera receber óvulos doados por mulheres com doenças hereditárias e usar a partenogênese para criar linhas celulares para estudar esses transtornos. No futuro, os pesquisadores terão que determinar se células similares são seguras e eficazes quando transplantadas.
“Ainda há um longo caminho até chegarmos ao uso terapêutico dessas células”, prevê. |