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Notícias |
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| 18 de julho de 2008 |
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| Dispositivos ajudam esclarecer papel da luz na saúde |
| Pesquisadores estão testando um medidor que, preso à orelha, avalia exposição à luz |
| por Cheryl Harris Sharman E Joan e. Roberts |
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Cortesia do Centro de Pesquisas da Iluminação do Rensselaer Polytechnic Institute. |
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| `Diasímetro´: Pequeno e preso à orelha – como um fone de ouvido de telefone celular – o `diasímetro contém três sensores que medem o movimento da cabeça, o brilho da luz e a quantidade de luz azul visível. |
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No período de um dia, ou 24 horas, a produção da maioria dos hormônios e neurotransmissores - portadores químicos que disparam sinais entre as células nervosas - das pessoas aumenta e diminui ciclicamente. Essa variação diária, o ritmo circadiano do corpo, é regulada por estímulos internos e externos, dos quais a luz é o mais importante.
Para poder melhor estimar como a luz afeta nosso relógio biológico, o Centro de Pesquisas da Luz (LRC, sigla em inglês) do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, New York, desenvolveu um dispositivo chamado `diasímetro´. Pequeno e preso à orelha — como um fone de ouvido de telefones celulares — o aparelho é constituído por três sensores que medem o movimento da cabeça, intensidade da luz ou lux — uma medida de luz usada para a visão diurna — e a quantidade de luz azul visível — também conhecida como luz circadiana. A luz circadiana — irradiada pelo Sol e pelas telas de monitores de computador e de TV — ajuda a equilibrar certos hormônios e neurotransmissores do corpo, mas somente em determinadas horas do dia. Receber um excesso desse tipo de luz pode desorientar seu relógio interno, levando a problemas como a fadiga e saúde debilitada.
No mês passado pesquisadores do LRC, em colaboração com as universidades de Yale e Brown, começaram a testar o dispositivo em 24 alunos da Brown University para verificar se ele pode alterar o ritmo circadiano. Os voluntários foram instruídos a usar o aparelho sem fio durante atividades rotineiras diárias. ”Acreditamos que com o ‘diasímetro’ e outros marcadores biológicos — como os hormônios — poderemos obter um perfil circadiano mais detalhado de uma determinada pessoa,” avalia o diretor do LRC, Mark Rea, professor de ciência da cognição do Rensselaer. Pode-se medir o efeito da exposição à luz circadiana nos níveis hormonais através das amostras de sangue das pessoas. “Confiamos que haverá variações entre os indivíduos,” ele observa. |
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