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31 de julho de 2008
Escâneres da palma das mãos garantem mais segurança
Um novo sistema biométrico utiliza a rede capilar da palma das mãos para identificar indivíduos
por Larry Greenemeier
RECONHECIMENTO VASCULAR: PalmSecure, o dispositivo de segurança biométrica da Fujitsu, foi desenvolvido para mapear somente os vasos sanguíneos que transportam sangue venoso para o coração. Esses vasos absorvem ondas de luz do PalmSecure na faixa do infravermelho próximo e se tornam mais escuros que o tecido em volta deles.
A imagem de um quartel-general de espionagem protegido por uma série de engenhocas high-tech que escaneiam rostos, dedos e outras partes do corpo para afastar visitantes indesejáveis tem permanecido em nossa mente desde o início da guerra fria. Dispositivos de segurança complicados como esses ainda precisam ganhar espaço fora de Hollywood (pense em James Bond e o Agente 86), mas a empresa japonesa Fujitsu espera mudar esse cenário com um dispositivo que promete uma identificação a partir de um padrão único de veias da palma da mão.

O chamado sistema PalmSecure é um dispositivo biométrico de segurança que funciona comparando o padrão de veias de uma pessoa que precisar acessar, por exemplo, um caixa eletrônico, com a informação biológica que foi escaneada e armazenada num banco de dados. A Fujitsu começará a vender no próximo mês o software que permite que o PalmSecure seja usado com computadores pessoais.

Impressões digitais (cada pessoa possui sulcos únicos nas pontas dos dedos) são as características geralmente utilizadas em sistemas de segurança biométricos; o acesso é permitido se a impressão combinar com a cópia armazenada no sistema. O problema é que o custo para instalar e gerenciar esses escâneres é alto – e não há muita garantia de que eles sejam mais eficientes que as senhas -- bem mais baratas.
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