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Notícias |
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| 12 de abril de 2007 |
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| Fato ou mito: acordar um sonâmbulo pode matá-lo? |
| Pelo contrário, despertá-lo pode salvar sua vida |
| por Robynne Boyd |
[continuação]
“As crianças têm uma propensão maior ao sonambulismo”, diz Schenck, “Se uma criança é sonâmbula, acordá-la 45 minutos depois que ela foi dormir pode interromper o ciclo. Em geral, acalmá-la e levá-la de volta para a cama é a melhor maneira de lidar com a situação”. Até 17% das crianças têm pelo menos um episódio de sonambulismo. Eles atingem seu pico durante os 11 e 12 anos de idade e então diminuem durante a adolescência. Apesar de ser mais raro entre os adultos (2,5% da população), esses casos podem ser causados por estresse, falta de sono ou sono irregular.
Mesmo assim, mais complicado que um passeio noturno ocasional é o perigo potencial causado pelo sonambulismo. “Os sonâmbulos podem se ferir ou machucar outras pessoas e manifestar comportamentos altamente complexos, como dirigir longas distâncias ou agredir alguém com violência,” diz Schenck. Ele conta a história de Sandy, uma adolescente delicada, que arrancou a porta de seu quarto durante um dos episódios. Ela foi incapaz de demonstrar a mesma força quando acordada. Um outro rapaz dirigiu loucamente para a casa de seus pais a 16 quilômetros de distância. Ele acordou com o barulho de seus próprios punhos batendo à porta da frente. Em casos dramáticos como esses, os médicos prescrevem benzodiazepinas para acalmar a atividade noturna dos pacientes.
No entanto, o sonambulismo em geral é uma ocorrência pouco freqüente, e a forma mais fácil de lidar com ela é levar o sonâmbulo pelo cotovelo de volta para a cama. Mas há uma advertência final: se os espectadores ainda estiverem se divertindo com o episódio na manhã seguinte, podem acabar rindo sozinhos. A memória dos sonâmbulos cochila durante o episódio – e não registra o acontecido. |
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