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Cortesia da University of California, San Diego, La Jolla, California. |
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| Composto de células fluorescentes: Tsien estendeu a paleta de cores da GFP além do verde, permitindo que pesquisadores atribuíssem cores diferentes a várias proteínas e células e assim acompanhar diferentes processos biológicos ao mesmo tempo. |
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Na semana passada, além de terem sido divulgados os ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina e de Física de 2008 ─ noticiados no site da Scientific American Brasil ─ foi divulgado também o ganhador do prêmio Nobel de Química.
O prêmio, de 10 milhões de coras suecas ou mais de R$ 3 milhões, foi entregue a dois americanos e um japonês pela descoberta da Proteína Verde Fluorescente (GFP) ─ uma proteína brilhante de águas-vivas que ajudou os cientistas a identificar a fase inicial de algumas doenças como o câncer e o mal de Alzheimer.
Osamu Shimomura nasceu em 27 de agosto de 1928, em Kyoto, e graduou-se em farmácia. Aos 28 anos começou a trabalhar em química orgânica. Depois de trabalhar durante 17 anos na Princeton University, em 1982 tornou-se professor emérito do Marine Biology Laboratory em Woods Hole, Massachusetts, nos Estados Unidos. Em 1961 Shimomura, descobriu que as águas-vivas produzem uma proteína verde fluorescente, que brilha quando exposta à luz ultravioleta.
Há mais de 50 anos Shimomura estuda proteínas fluorescentes, um dos organismos mais interessantes da bioquímica atual. A partir de 1960 foi o primeiro cientista a observar a Aequorea victoria, uma água-viva luminescente que vive no Pacífico Norte, e que se tornou o centro de interesse de suas pesquisas científicas. Suas descobertas permitiram que pesquisadores iluminassem tumores cancerígenos em crescimento e mostrassem o desenvolvimento do mal de Alzheimer no cérebro ou o crescimento de bactérias nocivas, entre outras aplicações. |