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Notícias |
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| 06 de junho de 2008 |
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| Para o cérebro, dinheiro é bom, mas status é melhor |
| Novos estudos mostram que dinheiro e valores sociais são processados na mesma região do cérebro, permitindo vislumbrar como fazemos nossas escolhas. |
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| SÍMBOLO DE STATUS: Nova pesquisa indica que o cérebro pode codificar um valor para o status social e que ele pode comparar a recompensa de ser socialmente importante com o fato de ganhar dinheiro. |
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Por Nikhil Swaminathan
Uma nova pesquisa mostra pela primeira vez que processamos dinheiro e valores sociais na mesma parte do cérebro (o corpo estriado) – e que provavelmente contrapomos um ao outro quando tomamos decisões. Então o que é mais importante – dinheiro ou posição social? Pode ser o último, de acordo com dois novos estudos publicados na revista especializada Neuron.
“Nosso estudo mostra que tanto em termos comportamentais quanto no cérebro, as pessoas atribuem importância ao status social”, afirma Caroline Zink, pesquisadora de pós-doutorado em neurociência no Mental Health Institute (NIMH) dos Estados Unidos, em Bethesda, Maryland, e co-autora de um dos estudos. “Sua influência é colossal, mesmo quando não estamos em competição direta com outra pessoa.”
A equipe de Zink no NIMH e seus colegas no Instituto Nacional para Ciências Fisiológicas no Japão (NIPS) usaram métodos diferentes para determinar que processamos valores sociais no corpo estriado, anteriormente definido como o centro da recompensa monetária do nosso cérebro. Isso é fundamental, dizem os pesquisadores, porque fornece evidências de que nossos cérebros consideram que uma boa reputação – bem como o dinheiro – é algo recompensador, que vale a pena ter em mente quando examinamos nossas opções. Além disso, eles observam que nossos cérebros provavelmente comparam os benefícios de um e de outro (porque eles são processados no mesmo lugar), quando tomamos decisões.
“Embora intuitivamente saibamos que uma boa reputação faz com que nos sintamos bem, a idéia de que uma boa reputação é uma ‘recompensa’ há muito tempo tem sido apenas uma suposição sem prova científica”, diz Norihito Sadato, professor de neurociência no NIPS e co-autor do estudo japonês. |
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