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Todas as amostras foram coletadas de 20 diferentes regiões propensas a doenças no corpo de dez voluntários saudáveis ─ da cabeça aos pés, incluindo nádegas e parte interna dos cotovelos.
Quando essa análise inicial estiver completa, os pesquisadores pretendem criar um catálogo de bactérias para melhorar o tratamento de doenças de pele que ocorrem quando a população de bactérias está desequilibrada, como acne ou eczema.
“A pele pode ser entendida como um ecossistema onde proliferam comunidades de microrganismos que vivem em uma série de nichos fisiológica e topograficamente distintos”, segundo um dos autores do trabalho liderado por Elizabeth Griece. “Por exemplo, uma axila úmida e com pêlos é pouco diferente de um antebraço liso e seco, mas os dois nichos, ecologicamente, são tão distintos quanto florestas tropicais e desertos”.
Seria possível imaginar onde existem mais tipos de bactérias? Não é na “floresta tropical”, nem “abaixo da cintura”. Pensou no antebraço? Só ele abriga, em média, 44 espécies diferentes. |