Reportagem
  
edição 86 - Julho 2009
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A longa e (incompleta) domesticação do gato
Descobertas genéticas e arqueológicas indicam que os gatos selvagens foram domesticados precocemente e em um local diferente do que se supunha
por Carlos A. Driscoll, Juliet Clutton-Brock, Andrew C. Kitchener e Stephen J. O’Brien
PARA CONHECER MAIS
Cats: ancient and modern. Juliet Clutton- Brock, Harvard University Press, 1993.

The natural history of the wild cats. Andrew Kitchener, Cornell University Press, Comstock Publishing Associates, 1997.

A natural history of domesticated mammals. Juliet Clutton-Brock, segunda edição, Cambridge University Press, 1999.

The near eastern origin of cat domestication. Carlos A. Driscoll et al. Em Science, vol. 317, págs. 519-523; 2007.

Patterns of molecular genetic variation among cat breeds. Marilyn Menotti-Raymond et al. em Genomics, vol. 91, págs. 1-11; 2008.
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Carlos A. Driscoll, Juliet Clutton-Brock, Andrew C. Kitchener e Stephen J. O’Brien Carlos A. Driscoll faz parte da equipe da Unidade de Pesquisa sobre a Preservação de Animais Selvagens da University of Oxford e do Laboratório de Diversidade Genômica do National Cancer Institute (NCI). Em 2007, publicou a primeira árvore genealógica, com base no DNA, do Felis silvestris, a espécie à qual pertence o gato doméstico. Juliet Clutton-Brock, fundadora do International Council for Archaeozoology, é pioneira no estudo da domesticação e dos primórdios da agricultura. Andrew C. Kitchener é o curador principal de mamíferos e aves do National Museums of Scotland, onde estuda a variação geográfica e a hibridação dos mamíferos e aves. Stephen J. O’Brien é chefe do Laboratório de Diversidade Genômica do NCI. Estudou a genética de guepardos, leões, orangotangos, pandas, baleias jubartes e do HIV. Este é seu quinto artigo para a SCIENTIFIC AMERICAN.
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