Reportagem
edição 74 - Julho 2008
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A neurobiologia da confiança
Nossa propensão a acreditar em estranhos tem relação direta com a presença de uma pequena molécula no cérebro, a oxitocina. Levantamento internacional revela que os brasileiros são os que confiam menos
por Paul J. Zak
CONCEITOS-CHAVE
- O desenvolvimento da confiança é essencial para uma apropriada interação social. Portanto, como as pessoas passam a confiar em um novo conhecido ou num parceiro de negócios em potencial?

- Usando uma tarefa experimental chamada o jogo da confiança, pesquisadores descobriram que a oxitocina, um hormônio e um neuroquímico, aumenta a propensão a confiar num estranho quando este não exibe sinais de ameaça.

- Uma maior compreensão das funções e interações da oxitocina com outras substâncias químicas vitais do cérebro poderia levar a um maior discernimento sobre muitos distúrbios caracterizados pela dificuldade de interação social, como o autismo.
–Os editores
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Paul J. Zak é diretor-fundador e professor de economia do Centro de Estudos em Neuroeconomia da Claremont Graduate University. Zak também leciona neurologia clínica no Centro Médico da Loma Linda University. Ele é Ph.D. em economia pela University of Pennsylvania e pós-doutorando em neuroimagem pela Harvard University. Seu livro recente, Moral markets: the critical role of values in the economy, foi publicado pela Princeton University Press, este ano.
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