Reportagem
  
edição 72 - Maio 2008
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Metamorfose
O declínio mundial dos anfíbios é agravado pela desconexão entre o hábitat aquático dos girinos e o hábitat terrestre dos adultos, induzida pelas atividades humanas
por Carlos Roberto Fonseca, Carlos Guilherme Becker, Célio Fernando Baptista Haddad e Paulo Inácio Prado
OS AUTORES
Carlos Roberto Fonseca, Carlos Guilherme Becker, Célio Fernando Baptista Haddad e Paulo Inácio Prado têm em comum a passagem pela programa de pós-graduação em ecologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Carlos Fonseca, doutor pela University of Oxford e mestre pela Unicamp, é um ecólogo assumidamente generalista, tendo trabalhado com uma variedade de temas que incluem interação animal–planta, evolução floral, macroecologia, manejo florestal e conservação da biodiversidade. Atualmente é professor-adjunto da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Gui Becker é graduado pela Unisinos e mestre em ecologia pela Unicamp. Passou boa parte de sua infância capturando passarinhos na serra gaúcha, mas hoje trabalha pela conservação da biodiversidade. Célio Haddad é professor titular do departamento de zoologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp, Rio Claro). Doutor em ecologia pela Unicamp é especialista em biologia, sistemática, ecologia e evolução dos anfíbios e tem trabalhado com a conservação desses animais. Paulo Inácio Prado, doutor pela Unicamp, pesquisa como a diversidade biológica se organiza em diferentes escalas no tempo e espaço, e como isso interage com a ação humana. Atualmente é professor do Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP).
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