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Reportagem |
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| edição 71 - Abril 2008 |
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| O intrincado quebra-cabeça da saúde do trabalhador |
| O maior estudo já conduzido sobre saúde no local de trabalho está aplicando técnicas de última geração para investigar uma aparente concentração de casos de câncer – e mostrando por que a ciência nem sempre nos protege no trabalho |
| por Carole Bass |
| CONCEITOS-CHAVE |
■ Uma pesquisa de sete anos sobre casos de câncer no cérebro entre funcionários da Pratt & Whitney Aircraft, no estado americano de Connecticut, se tornou o maior estudo já realizado sobre a saúde no local de trabalho, incluindo cerca de 224 mil trabalhadores em um período de 50 anos.
■ A enorme escala do estudo tornou a coleta de dados trabalhosa, mas o tamanho da população do estudo deve também aumentar a capacidade das análises de detectar padrões sutis que podem apontar as causas dos tumores, até mesmo fatores previamente desconhecidos.
■ Mais estudos de epidemiologia industrial desse tipo poderiam melhorar medidas de proteção à saúde dos trabalhadores, já que muitas delas estão desatualizadas. Mas ainda falta financiamento e apoio político para essas pesquisas. – Os editores |
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 | Carole Bass é jornalista investigativa e escreve sobre saúde pública, questões legais e meio ambiente. É membro da Alicia Patterson Foundation, investigando e escrevendo sobre substâncias químicas tóxicas no trabalho. Bass é ex-repórter e editora do New Haven Advocate, para o qual escreveu muito sobre os casos de câncer no cérebro na Pratt & Whitney Aircraft , bem como para o Connecticut Law Tribune. |
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