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Reportagem |
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| edição 72 - Maio 2008 |
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| Perspectivas para a regeneração de membros humanos |
| O progresso rumo à regeneração de partes importantes do organismo, como acontece com a salamandra, pode revolucionar o tratamento de amputações e de ferimentos graves |
| por Ken Muneoka, Manjong Han e David M. Gardiner |
| CURIOSIDADES |
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CAROL BURDSAL |
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| Um jovem aligátor americano,fotografado na Louisiana, tem acauda amputada regenerada. |
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- A cauda tem cerca do mesmo diâmetro que um membro humano, sugerindo que a capacidade para regenerar um apêndice não é limitada pelo tamanho da superfície da ferida da amputação.
- A formação de um membro novo em humanos adultos também pode não durar mais do que o fez ao crescer originalmente. Nas salamandras um fenômeno ainda mal compreendido conhecido como emparelhamento permite à regeneração do membro passar por uma fase de rápido crescimento, resultando no membro final em escala proporcional ao restante do animal. |
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| Ken Muneoka, Manjong Han e David M. Gardiner integram um grupo de pesquisa multiinstitucional empenhado em regenerar membros de mamíferos. Seu grupo, liderado por Muneoka, é um dos dois únicos a receber uma verba multimilionária da Agência Americana de Defesa de Projetos de Pesquisa Avançada para buscar a regeneração de membros humanos. Muneoka é professor, e Han é professor-assistente de pesquisa do departamento de biologia celular e molecular da Tulane University. Gardiner é biólogo pesquisador do departamento de biologia celular e molecular da University of Califórnia em Irvine, onde também Muneoka recebera uma bolsa de estudos para completar seu pós-doutorado. Muneoka surpreendentemente voltaria a trabalhar lá quando o furacão Katrina o forçou a realocar sua família e equipe de pesquisa de Nova Orleans para Irvine, por cinco meses. |
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