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1970
Setembro – João Ricardo cria o nome
Secos & Molhados e como conseqüência a banda, por enquanto de um
homem só.
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1971
Abril – A banda agora faz jus ao nome
com a entrada de mais dois integrantes: Antonio Carlos (Pitoco) e
Fred. Um violão de 12 cordas e harmônica de boca, uma viola de 10
cordas e percussão.
Maio – Temporada na casa de shows “Kurtisso
Negro”.
Julho – João Ricardo muda os componentes
da banda.
Agosto – Conhece Ney de Souza Pereira, futuro
Matogrosso. Fazem durante alguns dias ensaios para se conhecerem.
Ney volta ao Rio, onde mora.
Novembro – Ney volta a São Paulo para integrar
de vez os Secos & Molhados. Nesse mesmo dia, está agendada a gravação
da musica “Vôo” para a peça sob direção de Antunes Filho, “Corpo a
Corpo” de Oduvaldo Viana Filho, o Vianinha.
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1972
Janeiro – Começam nos ensaios entre João e Ney. Durante o ano
várias músicos
procurariam João para fazerem parte da banda. Dos primeiros, o único
que ficou foi o flautista Sérgio Rosadas, o “Gripa”, presente na gravação
dos dois discos desta formação.
Formaliza a entrada de Gerson Conrradi, conhecido Conrad.
Dezembro – Primeira temporada no Teatro
do Meio, no Ruth Escobar, doublé de casa noturna: “Casa de Badalação
& Tédio”. Primeiro sucesso inesperado. Um mês depois voltam por mais
quinze dias. Conhecem o futuro empresário, o jornalista Moracy do
Val, que lhes propõe gravar o primeiro disco.
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1973
Janeiro – João e Ney viajam para o Rio para descansar enquanto
procuram músicos para viabilizar a possível gravação do primeiro disco.
A estadia prolonga-se por mais dois meses. João vem a São Paulo duas
vezes até receber o OK do empresário em relação á gravadora.
Março - Começam os ensaios
com os músicos Gripa (flauta), John (guitarra), Willy (baixo) e Marcelo
(bateria).
Maio, 23 – Entram em estúdio.
Junho – Quinze dias depois
terminam de gravar o disco e preparam as fotos da capa com António
Carlos Rodrigues. Com o layout de Décio Duarte Ambrósio, João Ricardo
entrega tudo pronto para a direção de arte da Continental, companhia
de discos.
Agosto, 6 – Show de lançamento
do primeiro álbum no antigo Teatro Aquarius, na rua Rui Barbosa, em
São Paulo.
Setembro, 9 – Aparecem no
primeiro programa de televisão chamado “Fantástico” da rede Globo
e acabam por se tornar a maior discussão do país.
Setembro, 12 – Estréia da
temporada de duas semanas no “Teatro Itália” para o lançamento do
disco que até ao fim deste mês chegaria á marca inacreditável de trezentas
mil cópias vendidas. Torna-se o maior fenômeno da musica popular do
Brasil, batendo todos os recordes de vendagem de discos até então.
Novembro – Mostram-se para
o Rio de Janeiro num show único no Teatro “Thereza Raquel” para sentirem
a recepção do público carioca. É preciso chamar a polícia de choque
para conter o assédio das pessoas que compareceram em numero três
vezes superior á lotação do teatro.
Dezembro - Fazem shows pelo
país, batendo também todos os recordes de público. Resolvem voltar
a São Paulo e terminar o ano em temporada no Teatro “Treze de Maio”.
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1974
Janeiro – Temporada de um mês no Teatro “Thereza Raquel” e gravações
em televisão. Sucesso absoluto de público.
Fevereiro – Apenas para agradecer e dar
chance ás pessoas que não conseguiram entrar no teatro durante a temporada,
sem imaginar o que aconteceria, a banda resolve fazer um show no Maracanãzinho
e acaba surpreendido pelas milhares de pessoas que não só superlotaram
o ginásio dentro, como fora..
Março – Viajam ao México para lançamento
do disco.Em quinze dias deixam o país em polvorosa ao se apresentarem
em programas de televisão.
Abril/Maio – Alguns shows e ensaios para
a gravação do segundo álbum.
Junho – Gravação do disco.
Agosto – Lançamento no programa “Fantástico”
e ao mesmo tempo o término dessa formação.
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1975
Fevereiro – João Ricardo grava o seu primeiro disco solo e em
seguida viaja a Los Angeles para a mixagem nos Estúdios Kendun em
Burbank com o celebrado engenheiro de som Humberto Gatica.
Maio – Lançamento também no “Fantástico”
do que ficou sendo conhecido como “disco rosa”. Em seguida um show
desastroso no teatro Bandeirantes faz João se recolher e se preparar
para gravar um ano depois.
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1976
Agosto – João chama três músicos desconhecidos, Vander Taffo (guitarras),
João Ascensão (baixo) e Juba (bateria), e viaja para o Rio de Janeiro
para gravar nos estúdios da Phonogram, o segundo álbum solo, ”Da Boca
Pra Fora”.
Outubro – O lançamento desta vez não se
deu na televisão, mas num show realizado no “Teatro Oficina” sob a
direção do dramaturgo e diretor eventual de shows, Antonio Bivar.
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1977
Dezembro – Entra em estúdio para gravar o terceiro disco dos Secos
com novos componentes: Lili Rodrigues (vocais) Vander Taffo (guitarra)
João Ascensão (baixo) e Gel Fernandes (bateria). A partir deste disco,
todos os componentes serão sempre mudados.
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1978
Março – Em meio á febre do “disco music”, os Secos & Molhados
lançam a terceira obra com a canção “Que fim levaram todas as flores?”,
uma das mais executadas no país. Durante o ano fazem televisão e shows
muito bem recebidos.
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1979
Abril/Maio – Gravação do segundo álbum “Musicar” de João Ricardo,
mas que seria lançado apenas no segundo semestre. A gravadora considerou-o
hermético, mais pra musica popular brasileira contemporânea ou o que
isso possa significar.
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1980
Agosto – O quarto elepê dos Secos é lançado com nova formação:
César e Roberto Lempé e Carlos Amantor, cantores e compositores. João
decide parar por um tempo e viajar para fora do país. Pede e aceitam
a rescisão do seu contrato.
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1986
Junho – João volta a fazer shows e estréia “Em Conserto” (assim
mesmo) no teatro João Caetano. Participação especial do artista plástico/ator
Marco Antonio Lima.
No resto do ano João Ricardo entra em estúdio
e começa a fazer testes com canções que pretende gravar, ainda sem
nada muito definido. Essas canções entrariam no disco “Memória Velha”
lançado no ano 2000. Numa dessas noites de gravação nos Estúdios Matrix,
conhece Carlos Zapparolli Jr., mais tarde conhecido como Tôto Braxil.
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1987
Fevereiro – João recebe a visita de Tôto e ficam amigos. Nasce
aí a possibilidade do novo Secos & Molhados. Resolvem chamar os músicos
Edinho (guitarra), Fernando (baixo) e Ninho (bateria).
Abril – Começam os ensaios para um único
show no “Palace”, casa tradicional de shows, para o lançamento do
novo integrante, Totô Braxil.
Junho, 30 – Realização do espetáculo De
Volta Para o Futuro com a participação do grupo de teatro de bonecos
“Cena Muda” de Marco Antonio Lima e Eduardo Amos.
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1988
Fevereiro – Entrada em estúdio para a gravação do novo álbum.
Maio – Sai o disco “A Volta do Gato Preto”,
quinta formação da banda.
Setembro, 28 – Show de lançamento no Rio
de Janeiro em temporada de quinze dias no “Teatro Ipanema”.
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1990
Janeiro, 22 – João Ricardo entra em estúdio para gravar um novo
disco e realizar seu antigo sonho: lançar o seu primeiro álbum independente.
Março, 1º – Mixagem do que também viria
a fazer parte do cd “Memória Velha”. A culpa disso tudo não ter acontecido
foi o confisco do dinheiro pelo governo da época.
Outubro – Totô decide viajar para a Europa
e João resolve mudar tudo de novo. Fazem o ultimo show, quando Tôto
descobre estar doente.
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1999
Fevereiro, 10 - Numa noite, João grava o novo disco dos Secos
& Molhados apenas com uma guitarra.
Junho, 12 – Lança oficialmente o cd “Teatro?”,
junto com o seu site www.secosemolhados.com
Junho, 28 – Noite de autógrafos na mega
loja de cd’s “Mirage Music”.
Setembro – Show no Ballroom, casa de espetáculos
do Rio de Janeiro.
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2000
Abril – Assina com a gravadora Eldorado o licenciamento do disco
inédito feito entre 1986 e 1990 “Memória Velha”
Setembro – O álbum é lançado oficialmente.
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2003
Dezembro – Lançamento para colecionadores do CD "Ouvido
Nu" em comemoração aos 30 anos da gravação
do primeiro disco dos Secos & Molhados.
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2006
Agosto/Dezembro – João Ricardo
grava as músicas que farão parte do próximo
disco.
2007
Março – Chama-se PUTO
o novo álbum solo de João Ricardo.
Junho, 11 - Lançamento
oficial !
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2008
Fevereiro – Edição
especial do primeiro álbum dos Secos & Molhados em comemoração
aos 35 anos do seu lançamento, e neste caso com a capa original
sem nenhuma “aberração” artística.
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2011
Junho, 06 – Entrada
de Daniel Iasbeck como novo componente dos Secos & Molhados.
Novembro,
11 - Chato-Boy celebra os 40 anos
do primeiro registro dos Secos & Molhados.
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2012
Março, 29 – Show de lançamento do CD físico Chato-Boy no Cine Jóia - São Paulo.
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