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“Ninguém substitui ninguém.
O Ney foi um dos Secos & Molhados que saiu e aos poucos abriu mão
do que ele tinha com a marca registrada da instituição.
Eu sou um novo integrante desse arquétipo, que permite colocar itens
artísticos como em nenhum outro espaço de arte”.
– Totô Braxil, á revista semanal Visão, em 28 de Junho de 1987. |
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