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10
de junho de 1922
Nascia em Grand Rapids, Estados Unidos, Frances Ethel
Gumm, que com o nome de Judy Garland se tornaria um
dos grandes mitos do cinema e da canção americana.
Revelada num grupo vocal com as irmãs, ela aterrisou
em 1939, ainda uma adolescente, no filme O Mágico
de Oz, no qual apaixonou o mundo no papel da menina
Doroty, cantando “Over The Rainbow”, um dos clássicos
da música ocidental do século passado. Apesar de uma
prolífica carreira de atriz e cantora (em duetos com
feras como Gene Kelly e Bing Crosby), Judy foi vítima
daquele mal que acomete muitas megaestrelas: a falta
de sorte no amor. Muitos foram seus casamentos (entre
eles, com o diretor de cinema Vincent Minelli, pai
de sua filha, a cantora Liza) e muitas as decepções,
que a fizeram mergulhar no consumo de barbitúricos.
Uma superdose acidental a mataria em 1969, em Londres,
quando sua carreira cinematográfica já era passado,
mas a de cantora prosseguia. A vida de Judy Garland
inspirou o filme Nasce Uma Estrela, que teve outra
celebridade da canção/filme americanos, Barbra Streisand,
como protagonista.
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21
de junho de 1932
Nascia, em Buenos Aires, o maestro de formação clássica
e pianista com grande influência jazzística Claudio
Lalo Schifrin. Aluno do conservatório de música de
Paris, ele trabalhou como arranjador com o grande
jazzista Dizzie Gillespie e o bandleader Xavier Cugat,
um dos mestres do jazz latino, antes de chegar a Hollywood.
Lá, tornou-se um dos grandes compositores de trilhas
para filmes, sendo a mais famosa a do filme Missão:
Impossível, relido nas refilmagens e seqüências modernas
por integrantes do U2 e pela banda Limp Bizkit. Cultor
da bossa nova, Lalo ainda faria temas para filmes
como Bullit, Dirty Harry e o Operação Dragão, de Bruce
Lee. Mais recentemente, ele se tornou arranjador dos
três tenores Luciano Pavarotti, Jose Carreras e Placido
Domingo.
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26
de junho de 1942
Nascia, em Salvador, Gilberto Gil, cantor, violonista
e compositor que se sagrou como nome do primeiro time
da MPB, com canções tão belas e diversas quanto “Domingo
no Parque”, “Refazenda”, “Se Eu Quiser Falar Com Deus”
e “Vamos Fugir”. Gil começou na bossa nova, inspirado
por João Gilberto, ao lado de Caetano Veloso e Gal
Costa, com quem, na segunda metade dos anos 60, forjaria
o movimento tropicalista (lançado com estardalhaço
nos festivais), cruzando a brasilidade com as guitarras
do rock. Preso pela ditadura em 1969, ele se exilaria
com Caetano, em Londres. Voltaria três anos depois,
com o Expresso 2222, um de seus primeiros grandes
discos. Nos anos seguintes, o músico se manteria fiel
às raízes brasileiras, do samba, baião e música sertaneja,
flertando ao mesmo tempo com vários estilos da música
pop internacional, como o funk e o reggae (do qual
foi um dos pioneiros no Brasil). Sempre dividindo
a música com a militância em prol da questão ecológica
pelo Partido Verde (chegou até a ser vereador). Em
1994, Gil lançou um dos primeiros (e mais bem-sucedidos)
unpluggeds brasileiros e, quatro anos depois, ganhou
um Grammy de world music pelo disco Quanta Gente Veio
Ver. Agora, à beira de virar sexagenário, ele não
dá trégua: embarca num projeto em homenagem ao pai
e superstar do reggae, Bob Marley.
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8
de junho de 1962
Nascia, em Mosley, Inglaterra, Nicholas James Bates
que, rebatizado de Nick Bates, ganharia a fama mundial
como tecladista da banda new romantic Duran Duran.
Fanático por música pop, ele foi um dos fundadores
do grupo, junto com o amigo de adolescência, o baixista
John Taylor. Com mais de 40 milhões de discos vendidos,
o Duran Duran deixou sua marca na história com músicas
como “Girls on Film”, “Rio”, “Save a Prayer” e “Notorious”,
acompanhas por antológicos videoclipes. Ao lado do
vocalista Simon Le Bon, Nick seguiu em todas as formações
da banda, que passou os anos 90 tentando recuperar
a fama experimentada na década anterior.
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19
de junho de 1962
Nascia, em Los Angeles, a cantora Paula Abdul, uma
das divas dance de maior sucesso do final dos anos
80 (na esteira da diva maior, Madonna), com sucessos
como “Straight Up” “Rush, Rush” e “The Way That You
Love Me”. Com seu fiapo de voz, Paula se fiava em
videoclipes com muitas coreografias, a sua verdadeira
especialidade - ela começara como cheeleader do L.A.
Lakers e trabalhou com os irmãos Jackson na turnê
do disco Victory. Acusações de que Paula não seria
de fato quem canta em seus discos contribuíram para
emperrar sua carreira. Ela ainda chegou a lançar um
disco em 1995, mas hoje é um daqueles nomes de enciclopédia
do pop.
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16
de junho de 1982
Morria, por causa de uma superdose de heroína e cocaína,
James Honeyman-Scott, guitarrista da banda new wave
Pretenders. Músico dos mais versáteis, ele passou
por grupos ingleses obscuros e quase desistiu da música.
Um dia, porém, ele foi chamado pelo amigo e baixista
Peter Farndon para montar uma banda com a cantora
e compositora americana Chrissie Hynde. Animado com
ascensão de artistas ligados ao punk rock, como Elvis
Costello, ele topou a empreitada e a banda logo fez
sucesso, com músicas como “Kid” e “Brass in Pocket”.
Junto com o estrelato, vieram para James e Farndon
um envolvimento cada vez maior com drogas pesadas,
que acabariam matando também o baixista, pouco tempo
depois do guitarrista. Arrasada com a dupla perda,
Chrissie escreveu em homenagem a Honneyman-Scott a
música “Back on The Chain Gang”, que seria um grande
sucesso do disco de renascimento dos Pretenders, Learning
to Crawl.
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