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Raio X
Ídolo:
"Caetano Veloso. Em seu livro Verdade
Tropical, ele escreveu tudo o que
aconteceu na música brasileira.
É dos poucos da minha
geração que entendeu o meu
recado, a minha poesia infantil,
urbana,suburbana e musical."
Reis da
bola: "Pelé, Zico,
Rivelino, Ademir da Guia, Pita, Raei,
Silas. Hoje em dia futebol mudou. O
jogador sabe que um bom contrato faz seu
pé-de-meia. Antigamente, não
era assim. O Pelé me disse que
só conseguiu ganhar dinheiro quando
foi para o Cosmos."
Cena de
cinema: "Gosto de
ficção, policial, filme de
ação, tipo, Arma
Mortífera, com o Mel Gibson.
O
colecionador: "Já tive
coleção de chaveiros e
namoradas. Antes da Domingas, é
claro. Hoje tenho 12 guitarras telecaster,
2 stratocaster, uma Yamaha, uma Fernandez
e outra Les Paul."
Pintando o
sete: "Em casa tenho tintas,
pincéis e sempre uma tela. Gosto de
muita cor e figuras. Mas parei de pintar
por falta de tempo".
Sonhos:
"Não parar de sonhar. O sonho
alimenta".
Uma pedra no
caminho: "Depois que mudei o
nome para Ben Jor, meus direitos autorais
pararam de cair na conta de George Benson.
Rod Stewart, nunca vi, como também
nunca vi o tal cheque de 75 mil
dólares que ele teria mandado para
uma instituição de caridade,
depois de ter sido condenado por plagiar o
refrão da música "Taj Mahal"
na música :Do ya think I'm sexy.
Algum laranja ficou com aquilo".
Nobreza
popular: "Nasci no
subúrbio, em Madureira. Meu pai,
Augusto de Menezes, descendente de
espanhóis, trabalhava no cais do
porto. Minha mãe, dona
Sílvia Lenheira Ben Zabella de
Menezes, é etíope. A minha
família é uma mistura".
Fé: "Se
você quiser falar com Deus, precisa
passar por toda hierarquia dos anjos. Sou
um seminarista. Católico
Apostólico romano com
mulçumano. Igreja é meu
ponto de apoio, de rezar".
Com quem faria
uma parceria: "Com minha musa,
Fernandinha Abreu. Ela não sabe,
estou falando em primeira mão. Quem
sabe, no próximo disco.

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"Sou cronista
musical, poeta suburbano. Gosto da cidade,
do dia-adia, de manchete de revista, de
jonal, de telejornal. "
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