Abel
Rocha, o presidente do júri, fez mestrado
em regência de ópera na Alemanha e já
dirigiu as principais orquestras brasileiras, como a Sinfônica
do Estado de São Paulo, a Sinfônica de Brasília,
a Experimental de Repertório, a Sinfonia Cultura
e a Jazz Sinfônica. Como diretor musical para teatros
e shows, já realizou dezenas de trabalhos: "Evangelho
Segundo Jesus Cristo", "Hair" e "Brasil
Outros 500", por exemplo. Também atua na MPB,
tendo regido shows de Zizi Possi, Édson Cordeiro,
Chitãozinho e Xororó, Fábio Jr.,
Naná Vasconcelos e Toquinho. É regente do
Collegium Musicum de São Paulo e professor das
Faculdades Integradas Alcântara Machado (regência)
e da Unesp - Universidade Estadual Paulista (regência
e ópera performance). |
O
professor alemão Tobias Richter iniciou
sua carreira como assistente de direção
de ópera em Genebra. Estreou como diretor cênico
em 1981, em Munique, e desde então dirige óperas
em toda a Europa, principalmente na França, Itália
e Alemanha. Foi diretor-geral da Ópera de Bremen
e desde 1996 é diretor-geral da Deutsche Oper am
Rhein, uma das mais conceituadas casas de ópera
européias. |
Irineu
Franco Perpetuo é formado em jornalismo
pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, começou
a carreira na rádio Jovem Pan FM, colaborando com o jornal
Diário do Grande ABC, rádio Cultura FM e revistas Áudio
News, Brasiliana, Classic CD, Bravo, Educação e Viva Música,
entre outras. Atualmente (ago/2003), é programador musical da Rádio América AM (SP), colaborador do jornal Folha de S. Paulo, da revista Concerto e da revista Possível e correspondente no Brasil da revista Ópera Actual, de Barcelona. É secretário da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea, e co-autor, com Alexandre Pavan, do livro "Populares & Eruditos" (Editora Invenção, 2001). |
Maria
Antônia Jimenez RodrieguezMaestrina cubana e regente do Coro da Fundação Carlos Gomes. |
Christina
C. Scheppelmann, administradora artística
da Washington Opera (Estados Unidos), nasceu na Alemanha,
trabalhou como assistente de direção artística
na Itália (Teatro la Fenice, de Veneza) e na Espanha
(Gran Teatre Del Liceu de Barcelona). Mudou-se para os
Estados Unidos em 1995, quando assumiu a administração
artística da Opera de San Francisco. Desde 2001
é a administradora artística da Washington
Opera, a convite do diretor artístico daquela casa,
o tenor Plácido Domingo. |
Walter
Beloch Inicia na Alemanha em 1963 seus estudos
de canto tornando-se cantor estável da Deutsche
Opera de Berlim. Vive em Milão há 20 anos,
onde iniciou a carreira de agente artístico. Hoje
é um dos principais empresários da Europa,
representando artistas do porte de Luciano Pavarotti,
Montesserat Caballet, Elisabeth Schwarzkopf, Jessye Norman,
e dezenas de outros cantores líricos. Também
trabalha com diretores como Roman Polansky, Istvar Szabot
e Werner Herzog, que não dispensa sua presença
em todas as óperas que dirige. Como produtor, já
montou óperas na Itália, Alemanha, Japão,
Portugal e França. Também é o empresário
do pianista brasileiro Nelson Freire para toda a Europa. |
Marina
Monarcha Paraense, formada em canto e piano pelo
Conservatório Carlos Gomes, fez mestrado em canto
na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tornou-se concertista
e cantora de ópera famosa, já se apresentou
em quase todos os Estados brasileiros e na Europa representando
o Brasil a convite do Itamaraty. Paralelamente à
atividade artística, nunca deixou de exercer o
magistério da música - ensinou no Pará,
no Rio de Janeiro e hoje é uma das mais requisitadas
professoras de canto de São Paulo, onde reside.
Da mesma forma, Marina jamais deixou de atuar no Pará:
fundou a Associação Lírica Paraense,
é membro da Academia Paraense de Música
e montou o Coral Marina Monarcha, que atuou em todas as
montagens do Festival de Ópera do Theatro da Paz
de 2002/03. Já foi jurada na primeira edição
do Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão,
em 2000. |
Olivier
ToniMaestro e professor da Universidade de São Paulo. |