Mostra de Dramaturgia Contemporânea 2002

Estes são os autores que participam da
Mostra de Dramaturgia Contemporânea

 

Aimar Labaki

É dramaturgo, tradutor e roteirista. Autor de "Tudo de Novo no Front", "Vermouth, com direção de Gianni Ratto, "A Boa", com direção de Ivan Feijó, "Pirata na Linha" e "MotoRboy", ambas dirigidas por Débora Dubois, "MSTesão", "VagaBunda", "Babado Forte" (baseado no livro de Érica Palomino), "O Anjo do Pavilhão Cinco" (baseado em original de Dráuzio Varella) e "Miranda e a Cidade", todas inéditas. Traduziu, entre outros, "Copenhagen", de Michael Freyn e "Ismênia", de Ianis Ritsos.

Alberto Guzik

É dramaturgo, escritor e crítico teatral do Caderno 2 do jornal "O Estado de S. Paulo". Escreveu os livros "TBC: Crônica de um Sonho", "Paulo Autran: Um Homem no Teatro", o romance "Risco de Vida" e os livros de contos. "O que É Ser Rio" e "Correr?" Peças encenadas: "Um Deus Cruel" (1997) e "Risco de Vida" (adaptação de Wolff Rothstein, 2001).

Bosco Brasil

Escreve para teatro e televisão. Formado em Teoria do Teatro pela Escola de Comunicações e Artes da USP, é o autor de "Budro" (Prêmio Shell e Prêmio Molière, em 94), "Atos e Omissões", "Os Coveiros", "O Acidente" e "Novas Diretrizes em Tempos de Paz".

Dionísio Neto

Ator e dramaturgo, tem 30 anos e iniciou sua carreira aos 14, com o diretor teatral José Celso Martinez Correia. Trabalhou com o diretor Antunes Filho por 3 anos no CPT. Atuou em peças de Gerald Thomas, Márcio Aurélio, Gabriel Vilella, Marinho Piacentini e Bia Lessa, entre outros. Escreveu quatro peças longas e três curtas, todas encenadas internacionalmente - a mais conhecida é "Perpétua". É um dos protagonistas de "Carandiru", de Hector Babenco.

Victor Navas

Victor Navas nasceu em Santos em 1962. Vem atuando como roteirista para cinema e TV e, mais recentemente, iniciou incursão na dramaturgia teatral. Participou da roteirização dos filmes "Estação Carandiru" para direção de Hector Babenco, "Sonhos Tropicais" para André Sturm e "Esmeralda" para Jeremias Moreira. No teatro, estreou em parceria com Fernado Bonassi nas peças "Souvenirs" e "Três cigarros e a Última Lasanha"

Fernando Bonassi

Fernando Bonassi, diretor, escritor e roteirista, escreve semanalmente a coluna "Macho" na Revista da Folha. Dirigiu vários curtas metragens, foi roteirista de longas como "Os Matadores", "Castelo Rá-Tim-Bum" e "Através da Janela" e programas de TV como "Mundo da Lua", da TV Cultura. Escreveu diversos romances e contos, entre eles "O Amor em Chamas", "Subúrbio" e "Crimes Conjugais". Este último teve a adaptação cinematográfica dirigida por Tata Amaral e a teatral dirigida por Lígia Cortez. Em 2000 escreveu, juntamente com o Teatro de Vertigem, a peça "Apocalipse 1,11", sucesso de crítica e público. Escreveu, juntamente com Victor Navas, a adaptação cinematográfica do livro "Estação Carandiru", de Dráuzio Varella, para a direção de Hector Babenco. Em março, o texto de sua autoria, "Souvenirs", esteve em cartaz no Teatro Popular do Sesi, em São Paulo, com direção de Márcio Aurélio.

Hugo Possolo

Fundador do grupo "Parlapatões", seus espetáculos já receberam mais de trinta prêmios, entre eles: Prêmio Shell; Apetesp; Panamco e Grande Prêmio da Crítica APCA. Seus espetáculos circulam o país inteiro com destaque nos principais festivais brasileiros: FIAC-SP; FILO; FIT-BH; Porto Alegre em Cena e Festival de Teatro de Curitiba. Suas montagens já estiveram na Espanha, Portugal, Estados Unidos, Escócia, Colômbia e Uruguai.

Leonardo Alkmim

Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, em 1992, estreou como dramaturgo em 97 com o texto "Cárcere Privado", quando ganhou os prêmios SESI de Dramaturgia e a Jornada Sesc de Teatro. Desde então, escreveu roteiros para cinema, programas de humor e infantis para a TV, radionovelas, filmes institucionais, de treinamento e textos para a Internet. "Remoto Controle" é sua segunda peça a ser montada.

Marcelo Rubens Paiva

Formado em Comunicação pela USP, começou na literatura com "Feliz Ano Velho" (prêmio Jabuti, 1983) e publicou mais quatro romances, como "Bala na Agulha" e "Não És Tu, Brasil". No teatro, Paiva freqüentou o curso de dramaturgia do CPT (Centro de Pesquisas Teatrais) nos anos 80, de onde saiu a sua primeira peça, "525 Linhas" (1989), dirigida por Ricardo Karman. Em 2000, ganhou o prêmio Shell do Rio de Janeiro com a peça "E Aí, Comeu?". É autor das peças "Mais-que-imperfeito", "No Retrovisor", "Closet Show", "Predador Entra na Sala" e "Meio-Fio". Traduziu as peças "SubUrbia", "Deus é um DJ" e, recentemente, "A Tempestade" de Shakespeare. Paralelamente à carreira de escritor e dramaturgo, ele é articulista da "Folha de S. Paulo".

Marici Salomão

Paulistana, 38 anos, formada em Jornalismo. É colaboradora, na área de teatro, do Caderno 2 do jornal "O Estado de S. Paulo" e da revista "Bravo!". Coordena o Círculo de Dramaturgia do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), de Antunes Filho. Participou do workshop ministrado pelo Royal Court Theatre, no Brasil.

Mário Bortolotto

Ganhador do Prêmio Shell de Melhor Autor de 2000 por "Nossa Vida Não Vale um Chevrolet" e também do prêmio APCA pelo conjunto da obra . Calcula que já tem cerca de 40 textos escritos para teatro. Tem três livros com 19 textos publicados. É diretor do Grupo de Teatro "Cemitério de Automóveis".

Newton Moreno

É autor e dramaturgo. Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp, trabalhou com o diretor Márcio Aurélio, nos espetáculos "Senhorita Else", "O Maligno Baal - O Associal" e "A Arte da Comédia". Também trabalhou com os diretores João da Neves em "Primeiras Histórias", Maria Thaís em "Sacromaquia" e "Os Cegos", e Verônica Fabrini em "Otello" e "Dorotéia". Como autor, escreveu "Deus sabia de tudo e não fez nada", em cartaz há um ano em São Paulo, "Agreste", que integra o Ciclo de Leituras Dramáticas "Devassos na Dramaturgia", "The Célio Cruz Show" e "Um Encontro Romântico Sem a Luz do Luar" (ambas inéditas).

Otavio Frias Filho

É jornalista, autor teatral e ensaísta. Três de suas peças foram encenadas em São Paulo: "Típico Romântico" (1991), "Rancor" (1993) e "Don Juan" (1995) . Publicou um volume de peças teatrais, acompanhadas de textos ensaísticos, sob o título de "Tutankaton", (1990). No ano 2000, publicou uma coletânea de textos jornalísticos ("De Ponta Cabeça", Editora 34) originalmente editados na "Folha de S. Paulo", jornal do qual é Diretor de Redação desde 1984.

Pedro Vicente

Pedro Vicente nasceu em 67. Em 95, estreou o texto "Banheiro", dirigido por Johana Albuquerque. Em 96 formou-se dramaturgo pela ECA/USP e recebeu os prêmios Nascente USP e Funarte Flávio Rangel de A. C. pelo texto "PromisQuidade", dirigido por Márcia Abujamra. Em 98, o texto "Triálogo" é premiado na Jornada SESC. Um ano depois, o texto "DISK OFENSA Linha Vermelha", é indicado ao Prêmio Shell. Além de dramaturgo, é redator e cronista de jornais e revistas.

Samir Yazbek

Dramaturgo, consolidou sua formação com o diretor Antunes Filho. Escreveu, entre outras, "O Fingidor" (Prêmio Shell/99 de melhor autor) e "A Terra Prometida". É organizador de "Uma Cena Brasileira", da Editora Hucitec, coletânea de depoimentos de atores e atrizes brasileiros. Seu mais recente texto, "A Máscara do Imperador", será dirigido por William Pereira.

Sérgio Sálvia Coelho

Formado pela ECA em direção teatral com mestrado em teoria dramática, é professor de História do Teatro no Teatro- Escola Célia Helena e na Faculdade Anhembi-Morumbi. Trabalhou como dramaturgista de Gerald Thomas nos anos 90, e é crítico de teatro da "Folha de S. Paulo" desde 2001. Esta é sua primeira peça.

Realização: Sesi - Serviço Social da Indústria

Produção: São Paulo ImagemData e Cooperativa Paulista de Teatro - Núcleo Teatro Promíscuo

Apoio: Folha de São Paulo; UOL; Ministério da Cultura - Secretaria da Música e Artes Cênicas; Lei de Incentivo à Cultura; Funarte; Governo do Estado de São Paulo - Secretaria de Cultura - Oficinas Culturais.

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