Maio e Junho de 2002
Teatro Popular do SESI
- APCA reconhece a Mostra de Dramaturgia Contemporânea
É dramaturgo, tradutor e roteirista. Autor de "Tudo de Novo no Front", "Vermouth, com direção de Gianni Ratto, "A Boa", com direção de Ivan Feijó, "Pirata na Linha" e "MotoRboy", ambas dirigidas por Débora Dubois, "MSTesão", "VagaBunda", "Babado Forte" (baseado no livro de Érica Palomino), "O Anjo do Pavilhão Cinco" (baseado em original de Dráuzio Varella) e "Miranda e a Cidade", todas inéditas. Traduziu, entre outros, "Copenhagen", de Michael Freyn e "Ismênia", de Ianis Ritsos.
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É dramaturgo, escritor e crítico teatral do Caderno 2 do jornal "O Estado de S. Paulo". Escreveu os livros "TBC: Crônica de um Sonho", "Paulo Autran: Um Homem no Teatro", o romance "Risco de Vida" e os livros de contos. "O que É Ser Rio" e "Correr?" Peças encenadas: "Um Deus Cruel" (1997) e "Risco de Vida" (adaptação de Wolff Rothstein, 2001).
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Escreve para teatro e televisão. Formado em Teoria do Teatro pela Escola de Comunicações e Artes da USP, é o autor de "Budro" (Prêmio Shell e Prêmio Molière, em 94), "Atos e Omissões", "Os Coveiros", "O Acidente" e "Novas Diretrizes em Tempos de Paz".
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Ator e dramaturgo, tem 30 anos e iniciou sua carreira aos 14, com o diretor teatral José Celso Martinez Correia. Trabalhou com o diretor Antunes Filho por 3 anos no CPT. Atuou em peças de Gerald Thomas, Márcio Aurélio, Gabriel Vilella, Marinho Piacentini e Bia Lessa, entre outros. Escreveu quatro peças longas e três curtas, todas encenadas internacionalmente - a mais conhecida é "Perpétua". É um dos protagonistas de "Carandiru", de Hector Babenco.
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Victor Navas nasceu em Santos em 1962. Vem atuando como roteirista para cinema e TV e, mais recentemente, iniciou incursão na dramaturgia teatral. Participou da roteirização dos filmes "Estação Carandiru" para direção de Hector Babenco, "Sonhos Tropicais" para André Sturm e "Esmeralda" para Jeremias Moreira. No teatro, estreou em parceria com Fernado Bonassi nas peças "Souvenirs" e "Três cigarros e a Última Lasanha"
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Fernando Bonassi, diretor, escritor e roteirista, escreve semanalmente a coluna "Macho" na Revista da Folha. Dirigiu vários curtas metragens, foi roteirista de longas como "Os Matadores", "Castelo Rá-Tim-Bum" e "Através da Janela" e programas de TV como "Mundo da Lua", da TV Cultura. Escreveu diversos romances e contos, entre eles "O Amor em Chamas", "Subúrbio" e "Crimes Conjugais". Este último teve a adaptação cinematográfica dirigida por Tata Amaral e a teatral dirigida por Lígia Cortez. Em 2000 escreveu, juntamente com o Teatro de Vertigem, a peça "Apocalipse 1,11", sucesso de crítica e público. Escreveu, juntamente com Victor Navas, a adaptação cinematográfica do livro "Estação Carandiru", de Dráuzio Varella, para a direção de Hector Babenco. Em março, o texto de sua autoria, "Souvenirs", esteve em cartaz no Teatro Popular do Sesi, em São Paulo, com direção de Márcio Aurélio.
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Fundador do grupo "Parlapatões", seus espetáculos já receberam mais de trinta prêmios, entre eles: Prêmio Shell; Apetesp; Panamco e Grande Prêmio da Crítica APCA. Seus espetáculos circulam o país inteiro com destaque nos principais festivais brasileiros: FIAC-SP; FILO; FIT-BH; Porto Alegre em Cena e Festival de Teatro de Curitiba. Suas montagens já estiveram na Espanha, Portugal, Estados Unidos, Escócia, Colômbia e Uruguai.
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Formado pela Escola de Arte Dramática da USP, em 1992, estreou como dramaturgo em 97 com o texto "Cárcere Privado", quando ganhou os prêmios SESI de Dramaturgia e a Jornada Sesc de Teatro. Desde então, escreveu roteiros para cinema, programas de humor e infantis para a TV, radionovelas, filmes institucionais, de treinamento e textos para a Internet. "Remoto Controle" é sua segunda peça a ser montada.
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Formado em Comunicação pela USP, começou na literatura com "Feliz Ano Velho" (prêmio Jabuti, 1983) e publicou mais quatro romances, como "Bala na Agulha" e "Não És Tu, Brasil". No teatro, Paiva freqüentou o curso de dramaturgia do CPT (Centro de Pesquisas Teatrais) nos anos 80, de onde saiu a sua primeira peça, "525 Linhas" (1989), dirigida por Ricardo Karman. Em 2000, ganhou o prêmio Shell do Rio de Janeiro com a peça "E Aí, Comeu?". É autor das peças "Mais-que-imperfeito", "No Retrovisor", "Closet Show", "Predador Entra na Sala" e "Meio-Fio". Traduziu as peças "SubUrbia", "Deus é um DJ" e, recentemente, "A Tempestade" de Shakespeare. Paralelamente à carreira de escritor e dramaturgo, ele é articulista da "Folha de S. Paulo".
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Paulistana, 38 anos, formada em Jornalismo. É colaboradora, na área de teatro, do Caderno 2 do jornal "O Estado de S. Paulo" e da revista "Bravo!". Coordena o Círculo de Dramaturgia do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), de Antunes Filho. Participou do workshop ministrado pelo Royal Court Theatre, no Brasil.
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Ganhador do Prêmio Shell de Melhor Autor de 2000 por "Nossa Vida Não Vale um Chevrolet" e também do prêmio APCA pelo conjunto da obra . Calcula que já tem cerca de 40 textos escritos para teatro. Tem três livros com 19 textos publicados. É diretor do Grupo de Teatro "Cemitério de Automóveis".
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É autor e dramaturgo. Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp, trabalhou com o diretor Márcio Aurélio, nos espetáculos "Senhorita Else", "O Maligno Baal - O Associal" e "A Arte da Comédia". Também trabalhou com os diretores João da Neves em "Primeiras Histórias", Maria Thaís em "Sacromaquia" e "Os Cegos", e Verônica Fabrini em "Otello" e "Dorotéia". Como autor, escreveu "Deus sabia de tudo e não fez nada", em cartaz há um ano em São Paulo, "Agreste", que integra o Ciclo de Leituras Dramáticas "Devassos na Dramaturgia", "The Célio Cruz Show" e "Um Encontro Romântico Sem a Luz do Luar" (ambas inéditas).
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É jornalista, autor teatral e ensaísta. Três de suas peças foram encenadas em São Paulo: "Típico Romântico" (1991), "Rancor" (1993) e "Don Juan" (1995) . Publicou um volume de peças teatrais, acompanhadas de textos ensaísticos, sob o título de "Tutankaton", (1990). No ano 2000, publicou uma coletânea de textos jornalísticos ("De Ponta Cabeça", Editora 34) originalmente editados na "Folha de S. Paulo", jornal do qual é Diretor de Redação desde 1984.
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Pedro Vicente nasceu em 67. Em 95, estreou o texto "Banheiro", dirigido por Johana Albuquerque. Em 96 formou-se dramaturgo pela ECA/USP e recebeu os prêmios Nascente USP e Funarte Flávio Rangel de A. C. pelo texto "PromisQuidade", dirigido por Márcia Abujamra. Em 98, o texto "Triálogo" é premiado na Jornada SESC. Um ano depois, o texto "DISK OFENSA Linha Vermelha", é indicado ao Prêmio Shell. Além de dramaturgo, é redator e cronista de jornais e revistas.
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Dramaturgo, consolidou sua formação com o diretor Antunes Filho. Escreveu, entre outras, "O Fingidor" (Prêmio Shell/99 de melhor autor) e "A Terra Prometida". É organizador de "Uma Cena Brasileira", da Editora Hucitec, coletânea de depoimentos de atores e atrizes brasileiros. Seu mais recente texto, "A Máscara do Imperador", será dirigido por William Pereira.
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Formado pela ECA em direção teatral com mestrado em teoria dramática, é professor de História do Teatro no Teatro- Escola Célia Helena e na Faculdade Anhembi-Morumbi. Trabalhou como dramaturgista de Gerald Thomas nos anos 90, e é crítico de teatro da "Folha de S. Paulo" desde 2001. Esta é sua primeira peça.
Realização: Sesi - Serviço Social da Indústria
Produção: São Paulo ImagemData e Cooperativa Paulista de Teatro - Núcleo Teatro Promíscuo
Apoio: Folha de São Paulo; UOL; Ministério da Cultura - Secretaria da Música e Artes Cênicas; Lei de Incentivo à Cultura; Funarte; Governo do Estado de São Paulo - Secretaria de Cultura - Oficinas Culturais.