Ata da Assembléia Geral
Teatro Oficina Uzyna Uzona - Brasil
O Arco Íris enraizado
Os Quatro Tempos dos 4O anos de Oficina
Dia 16 de agosto, 2001

ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA ASSOCIAÇÃO TEATRO OFICINA UZYNA UZONA

Aos 15 dias de julho de dois mil e três reuniram-se os associados da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona em Assembléia Geral Ordinária, convocada conforme seu estatuto, com o objetivo de definir as estratégias, ações e trabalhos para o ano corrente e eleger os nomeados aos cargos eletivos.

No ano desta ata, 2003, até o primeiro semestre de 2004, esta associação terá como estretégia, ação e trabalho principal a continuidade dos movimentos da montagem integral de " Os Sertões" de Euclides da Cunha e sua apresentação progressiva em partes até completar-se toda a obra.

Esse processo já em movimento, neste segundo semestre de 2003 se dará em torno da montagem e apresentação de " O Homem" em duas partes: até a entrada do Homem em cena no movimento especifico de Canudos, na pré revolta; e depois, na sua entrada em Revolta do nascer do conselherismo até a formação de Canudos, superando o próprio Homem e a Revolta, transformada em "A Luta" a começar a ser montada no primeiro semestre de 2004, e estreada no segundo, já em nova gestão deste contrato.

O HOMEM

Na Terra ainda não transmudada espacialmente, ainda com as galerias do 3o Teatro Oficina que este ano completa 10 anos.

O Objetivo de transformar o teatro pé na estrada permanece, mas possivelmente para o ano que vem, com a montagem da Luta. Agora é necessário ressignificar a arquitetura atual, descobrindo o espaço subterrâneo, cavando trincheiras sertanejas, ampliando a ação trans-humana pelas estruturas, criando uma máquina de desejo do jogo cênico em torno do fogo aceso do ator mais que homem, do sertanejo antes de tudo forte, materializado num moquém antropofágico, tymelê grego, tocha olímpica. Teatro Centro do Mundo do Fogo do Ator Guerreiro da Paz:
Ator pré-homem,
Ator homem,
Ator adeus ao homem no encontro do transhomem no Corpo Sem Orgãos da Companhia Teatro Oficina Uzina Uzona.

Fantasmas rondam o Brasil: Canudos.
O país está parado e o Movimento dos Sem Terra nunca se movimentou tanto.
Retornam os Fantasmas dos sertanejos conselheristas e de Antonio Conselheiro na Midia. José, Conselheiro, Rainha, sonha reunir a população de excluídos e sem terra como a de Canudos num acampamento-arraial no Pontal do Paranapanema. Organiza. 3.600 famílias constroem a cidadela, mais precária que Canudos, com uma estrada ao invés de um rio, mais de 10.000 pessoas fazendo suas casas e preparando a armação para a casa do vizinho. Rainha é preso por formação de quadrilha.
O mar de polipeiros continua vazando e ocupando novas terras.
O presidente do Brasil se coroa por alguns segundos com o boné vermelho.
Bornhausen, líder do PFL acusa a insensatez do boné.
Mercadante, líder do governo acusa a intolerância da cartola.
Os ruralistas mascarados armando-se formando milícias pra protegerem a propriedade.
O coro de cartolas e o outro de bonés vermelhos depõem armas para o teatro dar início a presentação de uma história que começa exatamente assim: excluídos organizando-se e os proprietários de terra reagindo. Realmente os atores devem viver os dois lados, republicano e jagunço, colocando seus desejos na ação modificadora. É a maneira, se não de resolver o conflito, dar um sentido para ele hoje no Brasil.
Estamos desde 2002 em cena, incorporando este Fantasma que rondará até que a Reforma Agrária seja realizada, acolhido no corpo dos atuadores deste teatro num mesmo corpo com os Sem Terra, os Ruralistas, o Governo, o público, o povo brasileiro e mundial, no movimento inevitável do Brasil saltar na paz, uma reforma agrária na terra e na cultura dos homens nesta terra, no seu corpo virado alma do Brasil, no seu pólo mais humano, mais frágil e por isso talvez o mais forte: o teatro brasileiro.
A encarnação da segunda parte do livro de Euclides da Cunha é um centro de poder do desejo, poder humano que não quer a renovação da missa do Massacre, do boné pendurado de troféu na charge obra prima do cartunista Angeli, mas sim o Triunfo da Agricultura e da Agricultura da Cultura Brasileira.
Triunfo da Mega Agricultura e da Mini Agricultura, tanto a de sobrevivência quanto a de sofisticação científica da eco agricultura.
Do Mega Teatro Eletrônico, ao vivo ou não, e da roça-on-line ao vivo do teat(r)o que pratica o Oficina.
O lugar da criação da comida pros estômagos vivos, e do algo mais que está nas peles, corações, sexos, desejo de continuar a luta para criar as espécies fortes e outros espécimes.
A mesma luta pela ocupação e produção da Terra é a luta da cultura do Teatro no Oficina.
Da produção e criação próprias, não franquia, que, se massacrada, massacrará também a própria Mega Economia e a Cultura do Negócio.
Ano de luta realizando a desmotagem teatral do que chamam de Homem, do estado de rebanho ao de invenção de uma outra anotomia.
Recriação teatral da desconhecida e poderosa pessoa humana, união de vegetação humana arcaica trocando, recebendo e dando para os rebentos das novas gerações seivas de uma cultura libertária sem rebanho, nem pastor.

O Oficina Barracão de Teatro de Estádio, dedicando-se agora aos jogadores, aos humanos, tensionando os limites do seu em torno, jogando para abrir - com as 12 horas montadas do livro metáfora, transporte da crise atual, para um outro estágio - o Bexigão Teatro de Estádio, com a associação junto ao redivivo Nobre Silvio Santos, da dinastia Abravanel na Renascença de Florença, que doou a Cosme de Médici a Galeria Ufizzi, a Galeria Oficina de Florença, para a construção de um dos mais sofisticados Museus do Globo.
A ação se passa na Terra hoje, no anel de entorno de todos os espaços de todos os sertões do mundo, trazendo o retorno para um outro ciclo com interrupção do seu círculo vicioso de massacres.
O Fantasma dos Canudenses, de Antonio Conselheiro, dos Oficiais e Praças do Exército estão incorporando-se para uma nova jogada de desarmamento e revolução pacífica de nossa história.

Todas as metáforas, transportáveis para viagens e apresentações em Estádios - o primeiro: do Parque de Canudos no Município de Monte Santo, capital do Sertão - no Alto da Favela em outubro de 2004. Com gravação do DVD.
Na sequência o Festival d'Avignon na França no ano Brasil 2005.


- Estrear a Primeira Parte de O Homem. Toda a fase de formação do homem brasileiro antes de Canudos até o aparecimento de Conselheiro na noite de travessia de 15 de agosto, 94 anos do assassinato de Euclides da Cunha, para 16, 42 anos do Teatro Oficina e dia do deus da doença e da cura Omulú.

- Estrear a Segunda Parte de O Homem no dia 31 de outubro comemorando os 10 anos do Teatro Oficina de Lina Bardi e Edson Elito. Histórias paralelas do terreiro e do nascimento do movimento que não queria a guerra no meio da Grande Seca, iniciado nas peregrinações de Antonio Conselheiro pelas cidades do deserto reconstruindo igrejas, cemitérios e açudes, até a Hégira para Canudos, depois da perseguição policial e a construção da "Urbs Monstrusa" do Zaratustra sertanejo e da sociedade além do homem, antes de tudo forte. Ser-tão de ser forte, ser tanejos.

Teatódromo Bexiga Verde

Euclides reconstruiu a ponte sobre o Rio Pardo buscando numa rocha viva submersa, feita do encontro de três massas minerais, o apoio. Em seu livro buscou essa rocha viva no homem como base de uma civilização sem mal estar.
Montamos Os Sertões como forma de vida na arte da luta para continuar a construção do Oficina Rua Canudos, ponte de ligação entre o Minhocão em frente ao teatro virado Praça de Cultura e o Estacionamento do Grupo Silvio Santos metamorfoseado em Teatro de Estádio, em torno do Teatro Oficina Tombado, o Centro Cultural de hoje ampliando-se, potencializando-se, nas misturas de mídias, culturas, classes sociais, contribuição dos 42 anos do Oficina para revitalização do Bexiga, ameaçado de extermínio e massacre, para tornar-se um sombrio Bela Vista verticalizado em Zona Hoteleira guetada para utilização da alta classe média.

- Como Raízes solidárias, lutar ao lado de todos os que como os defensores do Instituto Biológico, lutam por Oasys, pequenos açudes, construções de irrigações no Deserto Urbano da São Pã e do mundo.

- Lutar através da nova lei de urbanização para valer-se da instituição do Usocapião para receber a área do teatro em Comodato do Estado de São Paulo.
Para isso se faz necessário que a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo encaminhe para a Assembléia Legislativa a votação do Comodato do prédio da Jaceguai 520 para a Associação.

- pela revisão da permissão dada pelo CONDEPHAAT de sacrificar a área de entorno do Teatro Oficina que deve ser ocupada e confirmada como terreiro de Dionísios, deus do Teatro.

- pelo tombamento Federal do Teatro Oficina e seu entorno pelo IPHAN como Obra de Arte Internacional de Arquitetura de Lina Bardi e Edson Elito, lugar único no mundo, DNA do Teatro de Estádio online brasileiro.

- pela continuidade da formação de uma Companhia de atores, artistas plásticos, midiáticos, músicos, compositores, coreógrafos, produtores, divulgadores euclidianos, figurinistas, artistas gráficos, renovadores dos 42 anos do Oficina. Com as crianças dos sertões das periferias do próprio Bexiga reunidas no Movimento Bexigão.

- pelas condições econômicas que possibilitem a realização desta potencialidade, combatendo ao mesmo tempo o preconceito que teatro pra valer é uma arte condenada a miséria atual.

- pela justiça de investimentos públicos e privados como causa pública unindo-nos aos movimentos do Teatro, da Cultura e da Transformação social do Brasil.

- pela formação de mutirões de produção, parcerias com organismos nacionais e internacionais e com o próprio Estado Brasileiro que produziu a participação do exército na Campanha de Canudos e agora deve produzir o movimento oposto de inclusão e paz.

- pelo Movimento Bexigão, iniciado na Capoeira de Mestre Pedro e na luta e invenção de Sylvia Prado, Tommy Pietra, Fioravante Almeida, que deve crescer como cerne do trabalho de realizar o encontro dos muitos brazis sociais e se tornar o herdeiro como vanguarda estética e social da história do Teatro Oficina.

Em Canudos encontraram-se os Homens, como ainda hoje, nas valas comuns, nos banhos de sangue, e agora, na radicalidade injusta social brasileira. Quando jorra ainda mais sangue que numa guerra explícita é o momento perfeito de um trabalho conjunto para que as forças da guerra social transmudem-se em expedições e experiências radicais de paz.

Euclides anunciou o povo brasileiro. Cem anos depois, a encenacão como epifania de sua interpretação do Brasil, encontra o povo anunciado presente, prestes a realizar as profecias de Antônio e de Euclides…

A LUTA

A maior parte do livro de Euclides, terá sua montagem iniciada no ano de 2004. A própria montagem do livro é a luta mais concreta em meio a um tempo de recessão e paralisia, de Grande Seca, mas de esperanças ainda verdes de que a força material da cultura se levante, se movimente, e ocupe os sertões do Brasil, seu poder desprezado mas luxuoso e inevitável para o crescimento do Brasil. Que a força vinda da nossa encenação, bebida nesta fonte literária poderosa, nos torne capazes de participar do reerguimento do poder da cultura no Brasil.
Os estudiosos de Canudos, no Brasil e no mundo, encontram na conjectura política, econômica e humana do mundo contemporâneo um terreno germinador não somente de compreensão social e estética do livro, como de inspiração de vida e respostas criadoras aos impasses aparentemente insolúveis da guerra do terror e do imperialismo. O Brasil atual tem chances de mudar o equilíbrio do mundo da superstição maniqueísta dividido em heróis e endemoniados anti cristos, em lutas sem fim. Nas lutas do alvorecer do século XXI a encenação deste livro tem o destino de encontrar caminhos de produção da paz no mundo, trazida pelo fortalecimento da biodiversidade de culturas aparentemente contrárias. Para isso a montagem ganha necessariamente a forma de uma CAMPANHA DE OS SERTÕES. Pede uma logística econômica, organizacional, e de convocação dos trabalhos e trabalhadores original, inventiva.

O Teatro Oficina tem tido sua produção retida pela censura econômica. Para, como Canudos, fazer nossa produção vazar vamos lutar ativamente:

- para que a Petrobrás, parceira no ano de 2OO1 na realização do Festival Oficina, libere recursos para o pagamento de direitos autorais das músicas dos DVDS de Boca de Ouro, Cacilda!, Bacantes e Ham-let, prontos para serem dados ao público mundial promovendo o salto do teatro brasileiro na era digital.

- colocar em circulação, o mais breve possível, estes DVDS editados, que trarão mais compreensão para o valor do nosso trabalho.

- realizar-se o Convênio na maioridade de 21 anos da relação entre o Teatro Oficina e a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo que permita uma manutenção e expansão das possibilidades de crescimento social e de público na contribuição passada e presente deste Teatro.

- aceitar a proposta da Secretária Cláudia Costin de transformar o Oficina numa organização social, com um conselho formado por nomes de lutadores históricos pela existência do milagre:

Aimar Labaki
Ana Maria Corrêa
Beth Néspoli
Betty Milan
Danilo Miranda
Eduardo Suplicy
José Miguel Wisnik
Laura Vinci
Luis Carlos de Moraes Sartini
Marcelo Ferraz
Maria Thereza Vargas
Mariângela Alves de Lima
Mario Vitor Santos
Marlise Meyer
Martha Macruz de Sá
Modesto Carvalhosa
Monique Gardenberg
Nabil Bonduki
Nelson de Sá
Otávio Frias
Raquel Rolnik
Renato Borghi
Suelly Rolnik
Tadeu Jungle
Thales Castelo Branco
Yakoff Sarkovas
E outros …

- trabalhar para que o Oficina e instituições como a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, Prefeitura Municipal, SESC, a Fundação Cultural do Exército Brasileiro, e entidades de ensino associem-se, como já vêm fazendo, para que a produção se torne possível a cada etapa.

- fazer ensaios abertos como oficinas de participação popular, para progressivamente, palmo a palmo levantar esta obra ciclópica mas possível, sintonizada com o contato com o público principalmente o não cativo de teatro.

- fortalecer os setores mais frágeis de nossa máquina: Produção, Marketing, Comunicação e Divulgação. Buscar parceiros. Vila Nova, personagem do Produtor de Canudos é um Fastama que precisa ser incorporado, talvez não por uma pessoa, mas por várias que trabalhem articuladas.

- revirar a atuação da Internet no Oficina transmitindo os passos desta epopéia que estamos realizando como o neo telégrafo da Guerra de Canudos. Reunir por exemplo em campanha estudantes de web e desenho do Senac, da Faculdade de Jornalismo Cásper Líbero e de outros lugares para que, sob a direção de Mario Vitor Santos façam do Site do Oficina uma fonte diária inesgotável de informação viva, polêmica, como Euclides fez com Canudos desde repórter no Diário de Uma Expedição até Os Sertões.

- atravessar o divórcio entre a cultura, a sociedade brasileira e o próprio Exército Nacional em ações conjuntas para não repetirmos Canudos, aproveitando este eterno retorno abrindo-nos para a contribuição milionária dos erros passados. Em vez de canhões vamos levar para todos os lugares e para ao coração da América do Sul, o Morro da Favela, onde se passou a guerra, a obra revivida desta epopéia, a ressurreição de todos seus mortos e o impedimento da matança dos vivos.

- organizar e digitalizar os arquivos de vídeo, áudio, textos, desenhos, dos anos 9O e OO do Teatro Oficina para dar à antropofagia necessária que a montagem exige, por parte dos seus criadores e do público.

- ter um espaço que possibilite essa organização e conservação do arquivo digital e do acervo cênico.

- entrar nas lutas do mundo e do Brasil para realizar uma catarse dos crimes das nacionalidades para que não se repitam num ciclo infindo.

Em épocas como estas, as pessoas reunidas nos teatros vivem um movimento de teatro como um movimento de potencialização, reapoderamento e ressurreição dos mortos para uma passagem do século a limpo. É o retorno do Teatro como foi na Grécia, elemento futebolístico regenerador das energias sociais em torno dos horizontes das grandes obras escritas: Shakespeare, a Bíblia, o Alcorão, o Capital, ao lado das grandes construções humanas, o candomblé, os grandes rituais ecumênicos, dos índios, dos africanos, dos católicos, dos protestantes, dos evangélicos, dos budistas, dos Vedas, grandes movimentos políticos libertadores que se tramam como raízes para produzirem artes num mundo que chegou ao máximo da seca e desgraça, com a Guerra.
O Teatro pode ser poder neste momento. Nós, aqui no Oficina, vamos viver a nossa grande passagem, jogadores vivos de Teatro de Estádio, para o social, para a paixão contraditória das massas, dos indivíduos, construindo a umidade sensual desta paixão no meio de uma seca que agiremos para ter fim. Juremos que conseguindo a proeza desta montagem com tudo que ela trará, não seremos os mesmos. Nem o mundo.

Evoé.

Por votação unânime dos sócios presentes foi decidido que a consolidação dos estatutos da Associação será realizada em assembléia futura a ser regularmente convocada, posto que deliberaram que julgam necessário reformar em parte os estatutos a fim de ampliar o âmbito de desenvolvimento de suas atividades culturais, sociais e artísticas.
Em seguida se deu a votação aos cargos eletivos para o período de 2003-2004

Foram reeleitos o Presidente José Celso Martinez Correa e os diretores executivos Cristiane Léa Cortilio e Marcelo Máximo de Almeida Pizarro Drummond e eleita a diretora executiva Sylvia Prado Lopes.
Tendo sido digitada a presente ata por minha própria mão, Tommy Ferrari Della Pietra, vai assinada por mim e pelos demais associados presentes, eleitos e empossados.

Tommy Ferrari Della Pietra
José Celso Martinez Correa
Catherine Hirsch
Otávio Augusto Ortega Rodrigues
Adriano Simões Salhab
Wanessa Janiak
Elisete Jeremias Pereira
Paula Carvalho
Haroldo Costa Ferrari
Pedro Souza Epifanio
Adão Pereira Filho
José de Paiva Filho
Gabriela Panachã Benício
David Ferreira Shumacher
André Engracia Mello
Andreza Saraiva dos Santos
Lucas Braguirolli
Luiz Carlos de Oliveira
Edna Aparecida Aguiar
Celso Pacheco Simões
Vera Maria Thereza Barreto Valdez
Camila Mota de Almeida
Salvio do Prado
Patricia Maria Branchini Martin
Ricardo Veloso Bittencourt
Fransérgio Gonçalves de Araújo
Luciana Inês Domschke Tomic
Aury de Araújo Correia
Maria Thereza Mello Maron
José Giovani de Azevedo
Letícia Barbosa Coura
Adriana Capparelli Camargo

RELAÇÃO NOMINAL DOS MEMBROS DA DIRETORIA

Marcelo Máximo de Almeida Pizzarro Drummond
Cargo: diretor executivo
Nacionalidade: brasileira
Estado Civil: solteiro
Profissão: ator
End.: Rua Aquiles Mazzetti 138 apto.63 - São Paulo - SP
RG: 30.774.642-2
CPF: 847.950.937-68

Cristiane Léa Cortílio
Cargo: diretora executiva
Nacionalidade: brasileira
Estado Civil: solteira
Profissão : arquiteta
End.: Av. Ipiranga 200 apto. 1812 - São Paulo - SP
RG: 25.363.862-8
CPF: 253.445.548-69

Sylvia Prado Lopes
Cargo: diretora executiva
Nacionalidade: brasileira
Estado Civil: solteira
Profissão: atriz
End.: Rua Conde de São Joaquim, 299 ap. 2
RG: 23.996.986-8
CPF: 202-818-398-59



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Teatro Oficina Uzyna Uzona
R. Jaceguai, 520 - Bela Vista - São Paulo-SP 01315-010
tel/fax: 11 3106-2818
e-mail : teatroficina@uol.com.br