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A situação | Bexiga Oficina de Florestas Bexiga
Oficina de Florestas Cantam um ponto frevo de "Bacantes" de Euripedes distribuindo a letra para o público que está na porta para entrar depois de ter pego seu bilhete de entrada grátis para o Ensaio Aberto de um trecho de "A Luta" de "Os Sertões" de Euclides da Cunha. Os artistas do Oficina e os Oficineiros de "Os Sertões" trazem nas mãos uma fita verde enrolada em dois Bastões Bacantes: Tyrsos.
Um dos Bastões, levado por um Corifeu, desenrola a fita, enquanto o outro marca o ponto de reencontro do abraço, em frente ao Oficina, na Calçada em frente onde se vê Teatro Oficina (1) e ao lado, enorme : Grupo Sílvio Santos (2). A fita é passada também para as mãos do público, como a Corda do Círio de Nazaré do Pará para abraçarmos o quarteirão de verde, a partir da descida da Rua Jaceguay (3) ("Os que comem a cabeça", em tupy) direção oeste, virando a direita para para a Rua Abolição (4), onde está o prédio da Caixa Econômica habitado pelos sem teto (5) que se juntam ao abraço, viramos a direita na ruazinha Comendador José Gouveia (6) mais uma vez a direita entramos na Rua Japurá (7) vamos até o teatro muito bonito (8) na última casa do Beco da Japurá junto aos muros farpados do Estacionamento Sílvio Santos. Subimos a esquerda a Rua do Bexiga (9) , entramos a direita na Rua Santo Amaro (10) , atravessamos a Jaceguay, e descemos depois da Praça Pérola Bighton (11) a direita onde estão os terrenos remanescentes da desapropriação do Minhocão, futuras torres da Praça Ágora (12) que o arquiteto Paulo Mendes da Rocha riscou, passando em frente a Rua quasquasquasquacã: Adoniram Barbosa (13) penetrando pela direita os baixos do Minhocão na Rua Abolição, com seus Índios urbanos, moradores de rua da Selva das Cidades, subimos a direita a Jaceguay e nos encontramos na frente do Oficina, na calçada do Minhocão onde os Tyrsos Bastões Gêmeos se encontram, se beijam, são os minutos do abraço, ÁGORA HUMANA, o coracão verde do Bexiga é salvado, sagrado com rojões verdes, explodindo os desejos de folhas, flores, água, céu, terra, fogo, fogueira, humanos, comprimidos de São Paulo virada São Pã. Acordados no Anhangabaú da Felicidade do sonho de Leonardo da Vinci. Libertados nos Trópicos de Capricórnio por Lina Bardi. Uma das artérias verdes penetra na Rua Oficina (1), com semáforo aceso verde, até o Buraco do Beco centro do São Pã do Oficina, que dá para o Estacionamento Sílvio Santos, Estádio de Teatro Pau Brasil (14) , onde amorosamente penetra. O outro bastão do abraço, envolve as galerias em rua aérea. Os artistas e públicos presentes das várias luas do ciclo cumprido, dos quarenta anos do Oficina e a Infantaria que está nas Oficinas de os Sertões, no centro da pista erguem taças de vinho tinto, para uma Libação, mudanças, inauguração da Rua Oficina de Teatro de Passagem outra espécie de ação e de vida, Rua Oficina de ligação de áreas verdes com ramificações verdes, para todos os os pontos de vida vivida viva do Bexiga, Teatro Ágora (ex-Bexiga), Vai-Vai, Teatros Todos, Cantinas, Pensões, revitalizadas em seiva Burle Marx, com o valor econômico-financeiro de Ar, Ardor e Verde Sim. festival
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