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:: Melhores campanhas do Brasil ::

Brasil já esteve em quatro semifinais

O tênis brasileiro começou a disputar a Copa Davis em 1932. Desde 51, participa de todas as edições do campeonato. Devido às diversas mudanças no regulamento, competiu muitas vezes no zonal europeu, aproveitando a presença dos jogadores brasileiros naqueles continente.

Até a criação do sistema de acesso e descenso, em 81, que vigora até hoje, as melhores campanhas brasileiras foram em 66 e 71, quando chegamos à semifinal internacional (a vitória permitiria jogar pelo título com o campeão do ano anterior, que não disputava as eliminatórias e só fazia a final da Copa). Eram os áureos tempos de Thomaz Koch e Édison Mandarino. Na verdade, faltou apenas um game para o Brasil disputar o título de 66 contra a Austrália. No décimo game do quinto set do último e decisivo jogo contra a Índia, Koch teve 5/4 e saque contra Ramanathan Krishnan.

Em 81, a forma de disputa da Copa Davis foi alterada para a versão que permanece até hoje. A principal mudança foi a instituição de níveis. O grupo mundial, formado por 16 países, disputa o título. Os zonais classificatórios dividem demais participantes em quatro regiões mundiais e também têm subdivisões (de 1 a 3). Todas as faixas competem no sistema de acesso e descenso.

O Brasil disputou o grupo mundial em 81, 88, 92, 93 e ininterruptamente de 97 a 2003. Seus principais resultados são duas presenças em semifinais. Em 92, Luiz Mattar, Jaime Oncins e a dupla Cássio Motta/Fernando Roese surpreenderam Alemanha e Itália em casa e caíram no tapete suíço. Em 2000, Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Jaime Oncins, Francisco Costa e André Sá ganharam de França e Eslováquia em casa e perderam na grama da Austrália.

Veja as quatro grandes campanhas do Brasil na Davis:

1966 (com Thomaz Koch, Édson Mandarino e Luís Felipe Tavares)
  • Dinamarca 0 x 5 Brasil
  • Espanha 2 x 3 Brasil
  • Polônia 1 x 4 Brasil
  • França 1 x 4 Brasil
  • Brasil 3 x 2 EUA
  • Índia 3 x 2 Brasil
1971 (com Thomaz Koch, Édson Mandarino, Luís Felipe Tavares e Carlos Kirmayr)
  • Brasil 4 x 1 Equador
  • Brasil 3 x 2 Chile
  • Brasil 3 x 2 México
  • Brasil 4 x 1 Tchecoeslováquia
  • Romênia 3 x 2 Brasil
1992 (com Luiz Mattar, Jaime Oncins, Cássio Motta e Fernando Roese)
  • Brasil 3 x 1 Alemanha
  • Brasil 3 x 1 Itália
  • Suíça 5 x 0 Brasil
2000 (com Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Jaime Oncins, Francisco Costa e André Sá)
  • Brasil 4 x 1 França
  • Brasil 3 x 2 Eslováquia
  • Austrália 5 x 0 Brasil

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