Técnicos do Avaí e da Cimed visitam o challenger de Florianópolis
22/10/2009 às 14h49

Cristiano Andujar/Divulgação
Técnico Silas com o promotor Ennio Moreira
Florianópolis (SC) - O tênis é uma paixão que atrai atletas e profissionais de praticamente todas modalidades. E o fato pode ser comprovado durante a realização do Cyclus Open, torneio challenger que está sendo disputado nesta semana na capital catarinense. Na noite de quarta-feira, o técnico Silas, do time de futebol do Avaí, assistiu à partida entre o argentino Diego Junqueira e o paulista Rogério Dutra Silva. Na quinta, o técnico de vôlei da Cimed, Marcos Pacheco, e o supervisor da equipe, Chico Lins, também circularam pelo Lagoa Iate Clube.

O treinador do Avaí joga tênis há 25 anos. Reserva dois dias da semana para praticar em casa, localizada próxima à Lagoa da Conceição. Ele até já bateu uma bolinha com Gustavo Kuerten, quando o tenista treinava para a exibição com Sergi Bruguera, em junho deste ano. "Assisto futebol pela profissão, mas sempre que tem tênis eu estou acompanhando. É o meu hobby", afirmou.

Tênis pelo desafio - Sempre quando pode, Pacheco acompanha o circuito profissional. Gosta de tênis pelo desafio do atleta depender apenas dele, sem o apoio de um time, como ocorre no vôlei, por exemplo. "Tem muito o lado psicológico. Gosto muito disso. É um esporte dificílimo de praticar", analisou.

Para o organizador do challenger, Ennio Moreira, a presença de profissionais de outras modalidades mostra que o esporte ganha cada vez mais a simpatia do público. "O tênis já está se tornando um esporte popular", concluiu.

Como está envolvido com os trâmites da viagem para Doha, no Catar, onde a Cimed disputará o Mundial Interclubes de Vôlei, entre 3 e 8 de novembro, a visita de Pacheco foi a única da semana. Já Silas prometeu que retornará para acompanhar os jogos de sexta-feira.
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