Aproveitando o momento, entro no ritmo das previsões
Vou fazer as minhas previsões para 2006, aproveitando o momento e aquelas matérias "inéditas" feitas pelas emissoras de televisão nesse final de ano. Porque utilizando as técnicas usadas pelos "videntes" de plantão, até eu me sinto nesse direito. Dizer que um político ou um famoso artista vai morrer no ano que vem, é querer garantir, "pilantramente", os poderes de uma bola de cristal.
Assim sendo, lá vai: no próximo ano, algum piloto da Fórmula 1 vai sofrer um forte acidente e vai parar no hospital; um piloto brasileiro vai conseguir uma grande proeza no exterior; equipes, montadoras e organizadores da F1 vão seguir às rusgas; a NASCAR vai continuar com casa cheia em todas as suas etapas; Cacá Bueno não vai ser campeão da Stock Car V8; Massa não vai fazer mais que Barrichello fez na Ferrari.
Esses são somente alguns exemplos das "barbadas" para a próxima temporada do automobilismo. Mas existe uma aposta que vou fazer aqui - que agora pode ser não tão óbvia - mas de impacto: o alemão Michael Schumacher chega ao seu oitavo título mundial em 2006 e se aposenta de vez depois disso - pelo menos da Fórmula 1 - fechando um ciclo importante na categoria.
Posso até acreditar que Renault e McLaren continuarão fortes no ano que vem, mas as novas mudanças de regras irão beneficiar mais a Ferrari, como a volta das trocas de pneus, por exemplo, que foi o calcanhar de Aquiles da escuderia de Maranello nesta temporada. O que pode atrapalhar tudo isso são as notícias bombásticas neste final de ano, como Alonso indo para a McLaren em 2007 e, quem sabe, Raikkonen na Toyota no mesmo ano.
Independentemente de qualquer erro ou acerto, de vibrar pelo bom desempenho dentro dos também famosos "bolões" ou chorar as magos por uma performance pífia, quero desejar a todos um Feliz Ano Novo, com mais realizações e esperança renovada para 2006. Nos encontraremos aqui novamente em janeiro, para voltar a falar sobre o mundo da velocidade. E lembre-se: se beber, não dirija.