28/07/2004 - 10h39 Muito "oba-oba" nos anúncios oficiais da Fórmula 1
Amigos da Velocidade,
Como todos os dias, acordo bem cedo e dou uma olhada nos jornais do Brasil e de fora. Passo, também, pelos sites internacionais - principalmente os da Europa onde já é mais tarde. Nesta semana, tenho tido sempre antes das seis a companhia on line do Everaldo Marques, que parmaneceu na Alemanha depois do GP até esta quarta.
Hoje o assunto são as contratações de Webber pela Williams e Fisichella pela Renault. Na verdade só o anúncio oficial já que todo mundo já sabia disto. Aquelas velhas histórias: as equipes que os contrataram dão boas vindas, enumeram as qualidades. Aquelas que eles estão deixando fazem agradecimentos, lamentam as perdas e dizem que terão um futuro brilhante.
Nos dois casos fico pensando nas situações curiosas: Mark Webber até agora não mostrou muita coisa. Principalmente, nas categorias anteriores a Fórmula 1. Nunca foi campeão. Nem na Austrália, seu país. E geralmente andava atrás de seus companheiros de equipes, como Ricardo Zonta e Justin Wilson. Tem em Flavio Briatore o grande trunfo, já que é seu empresário.
Fisichella foi demitido da mesma Renault, para chegada de Jarno Trulli. Agora, acontece o contrário. Dizem até que na saída rolou trocas de tapas e safanões entre o chefe e o piloto.
Resumo da ópera: muito "oba-oba" por quase nada. Não acredito nestes dois pilotos. Não os vejo como campeões um dia. Aqui, mais uma vez, os chamados empresários tiveram valor maior do que o talento. Hoje no esporte e, claro, na Fórmula 1, ter um bom profissional conduzindo a carreira é muito importante. Às vezes mais do que a própria capacidade do atleta. Uma pena.