20/06/2005 - 09h00 Que bom ver o "velho" Rubens Barrichello
São quase onze da noite, depois de algumas reflexões no jantar, resolvi coversar com vocês sobre a repercussão do GP do EUA de Fórmula 1. Conheci Rubens Barrichello récem saído da Fórmula Ford. Era um garoto de muito alto astral e sempre colocando suas posições dentro e fora da pista.
Ele continuou assim até chegar a Ferrari. Dai perdi o contato e comecei a observar, distante, uma mudança. Passou a ser um piloto só profissional, poucas posições públicas e muitas regras a seguir. Isto tirou dele a forma espontânea de ser e travou suas declarações, que com o passar do tempo chegaram a ser até infelizes.
Depois de Mônaco, comecei a ver o antigo Barrichello, mais determinado, sem um pouco de acomodação. Na coletiva do Grande Prêmio dos EUA, vi novamente aquele Barrichello do começo, ele não queria falar do resultado e sim do que foi a corrida e de cara disparou: "Foi uma prova muito triste".
Creio que saiu do script "ferrarista" que deve ter pedido vamos enfatizar a nossa dobradinha. Barrichello mostrou sua posição de forma clara. Aliás, tem buscado fazer istos nas últimas semanas. Muito bem Rubens. Continue assim, mesmo sendo uma posição tardia. Não importa. Temos sempre que procurar acertar, em todos os sentidos. Aqueles que te conheceram no pasasado pedem por isso. E seu filho, bem novinho, também. Talvez não agora, mas um dia com certeza.
Quem bom ver Cristiano da Matta vencendo novamente. É assim que sempre o vi e é sem dúvida o caminho que sempre procurou. Para muitos pode ser pouco ganhar uma prova na Fórmula Mundial atual, para mim não tenho dúvidas de que se tivesse na Toyota, com este carro que me surpreende, estaria fazendo bem mais do que a dupla atual.