Edição 137 - Abril/2007
Guilherme Boury
Qualquer semelhança com seu personagem em Alta Estação não é mera coincidência
Separar o Guilherme do Caio parece uma missão quase impossível. Afinal, na vida real, o gato de Alta Estação, da Record, também é só bom humor, simpatia, amizade e charme. Ocupadíssimo com a rotina de gravação da novela, o fofo teve que deixar um pouco de lado o surfe, sua grande paixão. Mas tudo por uma boa causa, claro! Até porque o resultado de tanta dedicação tem sido pra lá de positivo: basta um clique no Orkut (site de relacionamentos) pra perceber o quanto o trabalho do gato tem merecido a atenção do público -– são inúmeras comunidades, a maior delas com mais de 5 mil membros. Com vocês, o Gui!
tt: Conta pra gente um pouquinho sobre a sua carreira antes de atuar em Alta Estação e como está sua vida agora.
Guilherme: “Antes de fazer novelas, fiz comerciais de refrigerantes e outros. Depois, fiz a novela Prova de amor e agora estou neste projeto. Tenho gravado muito. Às vezes, gravamos das 10h da manhã à meia-noite. Não dá nem pra pegar uma onda. Estou direto nesse trabalho. Já foquei minha vida na praia, no surfe e agora quero me dedicar à novela e ver se obtenho um bom resultado.”

tt: O que você curte fazer quando não está gravando?
Guilherme: “Jogar bola, pegar um cineminha, namorar, comer... Adoro comer bem. Também curto muito sair com amigos.”

tt: Você se considera um cara vaidoso? (Nessa hora, ele leva um susto com a pergunta e passa a mão nos cabelos, meio desarrumados.)
Guilherme: “Não. Não sou nem um pouco vaidoso. Qualquer roupa tá bom. Se bobear, saio do jeito que acordar. Você vê pelo meu cabelo. É assim sempre. Não sou nem um pouco vaidoso. Levanto, sacudo a cabeça e o cabelo fica do jeito que está mesmo.”
tt: Em Alta Estação, o Caio esbanja charme e sorriso com as meninas. E para o Guilherme, o que não pode faltar na hora da conquista?
Guilherme: “Em primeiro lugar, é preciso ser gentil. No meu caso, sempre sou eu mesmo. Não ter duas caras é fundamental. O importante é sempre estar rindo e ser gentil. Saber conversar, saber tratar uma mulher. Gentileza é tudo. Acho que é isso. Não tem muito que jogar cabelo para o lado, essas coisas, não.

tt: Você tem alguma mania da qual não consegue se livrar?
Guilherme: “Não paro com a perna! (risos). Tá vendo? Fico sempre sacudindo a perna direita. Não sei por que isso. Sou meio tenso. Só vivo assim! Sempre fui agitado desde criança. Era hiperativo, vivia correndo, pulando. Fui crescendo, mas a perna continuou.”

tt: Por falar em mania, você coleciona algum objeto?
Guilherme: “Tenho pena de jogar a prancha fora. Tenho cinco pranchas. Não consigo jogar fora. Uma prancha dura um, dois anos. Mas eu não consigo jogar fora depois disso. Faz parte da minha vida e da decoração do meu quarto.”

tt: Que tipo de som você gosta de ouvir?
Guilherme: “Gosto muito de Maurício Bayer. É um cantor jovem, amigo da galera. Ele faz umas letras muito boas. Também gosto do Zeca Pagodinho.” 

Entrevista: Eliane Martins
Fotos: Roberto Valverde/Photo Rio News


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