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Velhinhos recebem auxílio
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Alunos participam do Action
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Abstenção é baixa em vestibulinho
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O domingo foi de confraternização para os 38 idosos que moram no Lar dos Velhinhos de Paulínia. Eles e mais cerca de 300 pessoas participaram do almoço beneficente promovido pela entidade com o objetivo de arrecadar verba para o local, que passa por dificuldades financeiras. |
A Secretaria de Esportes de Americana, em conjunto com o Colégio Universitário/Unisaúde, realizaram ontem, no Centro Cívico da Colina, o 1º Basketball Action Day, uma espécie de clínica com atividades esportivas, exercícios pedagógicos e brincadeiras relacionadas ao basquete, destinadas às crianças. |
A abstenção no vestibulinho de 2º semestre da Escola Técnica de Americana (ETE) foi de 4,36%. Dos 1.535 inscritos, 67 não compareceram para fazer a prova, que visa o preenchimento de 600 vagas nos campos de Americana e Hortolândia. No campus de Hortolândia, a abstenção foi de 5,51%. |
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Cerca de 100 crianças com idade entre sete e 14 anos participaram anteontem
do “batizado de capoeira e troca de cordões”, na Escola Sinésia Martini, no bairro
Praia Azul, em Americana. A atividade faz parte do projeto “Grito de Liberdade”,
desenvolvido desde agosto do ano passado pelo professor Claudinei Zulu, com o apoio da
diretoria da escola. Durante o evento, as crianças participaram de palestras e depois
houve as rodas de capoeira.
O objetivo do projeto é desenvolver atividades recreativas com as crianças
da Praia Azul e do Jardim América e, através da capoeira, ensinar noções de
cidadania, cultura, incentivar a solidariedade e evitar o uso de drogas. “Como estava
havendo muitos problemas de violência e brigas entre os alunos, a direção das escola
me chamou para desenvolver este projeto”, comenta Zulu. “A participação da
comunidade no projeto é muito boa e por isso estamos evitando que muitas crianças se
percam no caminho da violência”, ressalta.
RECURSOS
Apesar do apoio da comunidade, Zulu reclama que faltam recursos para
melhorar o projeto. “Meus alunos não têm sequer um uniforme, porque não temos
dinheiro para comprar. Esperamos sensibilizar a sociedade de Americana para que possa
nos auxiliar”, disse.
As aulas de capoeira são desenvolvidas no pátio da escola da Praia Azul
todo sábado, às 16h, e nos domingo às 15h. Também há atividades na escola do Jardim
América todo sábado e domingo, às 10h.
Um dos participantes do projeto “Grito de Liberdade”, Michel William
Pires dos Santos, residente no Parque das Nações, disse que através das aulas de
capoeira ele aprende a conviver com outras pessoas. Aos 12 anos de idade, ele já mostra
talento para tocar o berimbau, o tradicional instrumento musical que cadencia a dança
da copeira. “Eu acho muito legal esta aulas. Sempre quis aprender a tocar berimbau e
acho que a gente deve aproveitar uma oportunidade que nem essa”, contatou.
AMIGOS
O garoto Rafael Fernando Catarino, 8 anos, residente no Jardim América 2,
também mostrava entusiasmado em aprender a jogar capoeira. “O professor Zulu é legal
e ensina muitas coisas boas. Por isso eu gosto de vir aqui”, exclama.
Para a garota Rafaela dos Santos Rocha, 10 anos, também moradora do Jardim
América 2, as aulas de capoeira são boas para fazer novos amigos. “O professor fala
que a gente dever fazer amigos e não podemos brigar”, disse.
Zulu afirma que no início do projeto era cobrado uma taxa de R$ 5,00 de
cada aluno, mas agora as aulas são gratuitas. “Percebi que muitas crianças tinham
vontade de participar, mas seus pais não tinham dinheiro”, observou.
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O
domingo foi de confraternização para os 38 idosos que moram no Lar dos Velhinhos de
Paulínia. Eles e mais cerca de 300 pessoas participaram do almoço beneficente
promovido pela entidade com o objetivo de arrecadar verba para o local, que passa por
dificuldades financeiras.
Para manter a entidade, seriam precisos cerca de R$ 21 mil por mês,
segundo o coordenador da casa, Moacir Batista da Cunha, que calcula o gasto per capita
de R$ 550,00 mensais para manter o lar. Porém, atualmente, a casa conta apenas com a
subvenção de R$ 5 mil.
Segundo Cunha, a prefeitura doa alimentos, produtos de limpeza e
medicamentos. “Para conseguir nos manter, promovemos eventos como esses e contamos
também com a contribuição dos sócios”, explicou.
No dia a dia, os idosos que ficam no Lar dos Velhinhos de Paulínia contam
com médico, fisioterapeuta, assistente social, psicóloga e uma terapeuta ocupacional.
Eles desenvolvem trabalhos artesanais como bordado, crochê e pintura.
O cardápio do almoço de ontem foi virado à paulista. O prato custava R$
6,00 e podia ser levado para casa ou saboreado no próprio local. A fila de espera,
composta por gente que preferiu levar a comida para casa, mostrava a boa vontade das
pessoas em ajudar a entidade.
A operadora de caixa Cristiane Maria Furlan Tuzuki é uma dessas pessoas.
Ela contribuiu com R$ 18,00 à entidade. Levou três virados à paulista para comer com
o marido e a filha que a acompanhava. “É primeira vez que venho. É mais para ajudar
o lar, porque eles desenvolvem um trabalho importante com os idosos”, comentou.
Dona Celina Dias dos Santos, 103 anos de idade, é uma das pessoas
atendidas pelo Lar dos Velhinhos. Um atropelamento a deixou paralítica. Ela está há
um ano e meio na casa e diz que sente saudade dos filhos.”Andei muito pelo mundo a
fora. Agora estou aqui com o corpo estragado. Preciso da ajuda dos outros, porque não
me levanto. Sinto saudade dos meus filhos”, disse.
Segundo Cunha, o Lar dos Velhinhos de Paulínia existe na cidade desde
1987. A entidade foi fundada, de acordo com Cunha, por freiras canadenses.
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Centro de Valorização da Vida (CVV), de Americana, vai realizar um curso gratuito
para voluntários, de hoje a sexta-feira, das 19h30 às 20h30. O curso também pode ser
feito no próximo sábado, das 14 às 18h, e no domingo, das 8 às 12h.
O curso será administrado pelos voluntários do CVV em quatro aulas, com
duração de duas horas e meia. Segundo a coordenadoria do local, as aulas abordam como
deve ser a relação entre os voluntários e as pessoas que procuram o centro.
O curso coloca o aluno em situações simuladas de atendimento. Cada
voluntário trabalha durante quatro horas diárias. Segunda as estatísticas do CVV, de
30 pessoas que fazem o curso, oito acabam trabalhando como voluntárias e apenas uma é
convidada a refazer o curso.
O centro, que também é conhecido como “Pronto Socorro ao Suicídio”,
também faz “atendimento pessoal”, das 8 às 20h, que é realizado numa sala
fechada. Geralmente as pessoas procuram o atendimento pessoal quando ficam com medo que
alguém da família as escutem pelo telefone.
Segundo a coordenadoria, as reclamações mais constantes são problemas
com drogas, solidão e separações.
HISTÓRIA
O CVV é uma instituição filantrópica sem vínculos políticos,
religiosos ou financeiros que trabalha a serviço da população durante 24h.
Surgiu em 1962 em decorrência do aumento do número de suicídios nas
grandes metrópoles e tem como principal finalidade a prevenção ao suicídio.
Atualmente, tem 50 postos em todo o Brasil e conta com 2 mil voluntários.
Em Americana, o centro surgiu em 1984. Atualmente conta com 36 voluntários
e administra cursos em períodos de dois meses. Segundo os coordenadores, Americana
ainda não tem um índice de suicídioo ou tentativas.
O CVV fica na Rua Carioba, 536, no bairro Cordenonsi. O telefone para
contato é (19) 460-4111. O CVV também pode ser encontrado no mundo virtual - o
endereço do site é http://www.planeti.com.br/cvv.html
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A Noite da Pizza, realizada sábado, no salão de festa da Igreja São
Domingos, em Americana, foi considerada um sucesso pela organização, tendo contado
com grande participação dos freqüentadores da igreja e de moradores de diversos
bairros.
César Roberto Casagrande, um dos coordenadores, disse que o objetivo da
festa foi arrecadar dinheiro para entidades assistenciais, como o Abrigo de Meninas, a
Casa da Criança e outras entidades das várias comunidades da igreja. Além disso, a
festa visou também levantar fundos para os preparativos para a Festa do Padroeiro, que
acontece durante todo o mês de agosto.
“Teremos um mês de festa, com eventos em todos os finais de semana, e
por isso precisamos estar preparados”, disse Casagrande.
Na festa de sábado, além de pizzas de todos os tipos, as pessoas contaram
ainda com polenta, frango frigo, pastel, porções, serviço de bar, quentão e sucos.
Para as crianças, foram montadas várias barracas com divertimentos, como pesca,
argolas e caixas surpresas.
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A Secção de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai abrir
nesta semana as inscrições para o 112º Exame de Ordem. O exame destina-se a
habilitar as pessoas recém-formadas em Direito para o exercício da profissão de
advogado. As inscrições podem ser feitas no período de 12 a 26 de julho nas
agências autorizadas da Nossa Caixa - Nosso Banco ou via Internet, através do site www.vunesp.com.br
. No ato da inscrição, será cobrada uma taxa de nove Unidades Fiscais do Estado de
São Paulo, o que equivale a R$ 83,43.
Em Americana, os candidatos podem procurar a agência da Nossa Caixa -
Nosso Banco da Praça 15 de Novembro, nº 14. Na região, também estão autorizadas as
agências da Nossa Caixa - Nosso Banco em Campinas (Rua Dr. Quirino, nº 1.372, Rua
Paula Bueno, nº 918, e Avenida Governador Pedro de Toledo, nº 1139) ou em Piracicaba
(Rua Afonso de Melo, nº 125).
Para fazer a inscrição, o candidato deve ser bacharel em Direito e
apresentar uma cópia autenticada do diploma ou a certidão de colação de grau e
informar a cidade onde pretende prestar a prova.
No exame, serão testados os conhecimentos em Direito Constitucional,
Direito Civil, Direito Comercial, Direito Penal, Direito do Trabalho, Direito
Administrativo, Direito Tributário, Direito Processual Civil, Direito Processual do
Trabalho, Direito Processual Penal, Estatuto da OAB, Regulamento e o Código e Ética e
Disciplina.
Os candidatos aprovados no exame serão submetidos a uma prova
prático-profissional para receber o registro da entidade. Quem não obter o registro
da OAB fica impedido de exercer a profissão de advogado, mesmo que já tenha se
formado em Direito.
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Mais de 20 mil
pessoas, segundo estimativa do secretário de Cultura, Paulo D’ Elboux, assistiram
sábado à noite, no Centro Social Urbano, em Santa Bárbara d’Oeste, ao show do
grupo Fat Family, na Festa Julina Comunitária. Os irmãos Suzete, Simone, Celinho,
Deise, Celinha, Sidney, Kátia e Suely cantaram por quase duas horas, cativando o
público.
Para D’Elboux, o grupo é muito carismático e conseguiu atrair famílias
inteiras para o Centro Social Urbano. “Isso foi muito bom porque a festa tem fins
beneficentes, já que a renda é revertida para 16 entidades”, disse o secretário.
Ele revelou que por volta de 23h já havia barracas que tinham vendido todo o estoque
de lanches e refrigerantes.
Além de Fat Family, o público contou ainda com vários show no sábado,
que se estenderam até a madrugada, com Rodrigo e Rogério, apresentação de dança
folclórica do grupo Folk Dance Group e com a dupla Roby e Rober.
Ontem, a programação se estendeu pelo dia todo com show do conjunto
Maior, Toca Dobrado, Emerson e João Paulo e Folk Dance Group. O encerramento foi feito
com a apresentação dos Sinhozinhos e Sinhozinhas e com o show principal, de Rony
César e Rafael.
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A menina Alexia Aline
de Oliveira Soares, de 2 anos, morreu no sábado à tarde, em Hortolândia, ao cair em
uma fosse séptica, no quintal de sua residência, na Rua 10, Vila Real. O fato foi
registrado no plantão policial como morte acidental.
A mãe da criança, Cláudia Rosângela de Oliveira, contou que por volta
de 12h notou a falta da menina, que costumava brincar com outras crianças em frente da
casa. Os vizinhos, então, notaram uma abertura na laje da fossa e o corpo da criança
foi avistado. Populares tiraram o corpo e a criança foi levada para o pronto socorro,
mas chegou sem vida.
A fossa tem apenas uma pequena abertura, que ficava tapada com uma laje de
concreto. Mas ontem, as famílias que moram na rua notaram que o tampão desaparecera.
Uma das hipótese é que alguém tenha retirado a laje durante uma brincadeira.
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A Banda Municipal
Gunar Tiss, de Nova Odessa, comprovou o seu favoritismo e trouxe para o município o
troféu de bicampeã nacional de bandas e fanfarras, após participar de uma
competição que reuniu 26 corporações musicais de todo o País na Praça do Povo, em
Taubaté, no sábado passado. O título foi obtido na categoria Senior, que teve a sua
final disputada por quatro bandas. Além de se destacar entre essas quatro, a Gunar
Tiss também terminou como campeã geral do torneio, com 99 pontos conquistados.
Segundo o regente e maestro, Márcio Beltrami, o único ponto perdido pela
banda foi no quesito afinação, um dos cinco constantes da avaliação feita pelos
jurados escolhidos pela Confederação Nacional de Bandas e Fanfarras. Os demais
quesitos em julgamento foram melodia, ritmo, harmonia e arranjo. “Creio que mais essa
conquista só reflete o trabalho de grupo e individual desenvolvido pelos nossos 38
músicos nesses cinco anos que estamos juntos”, comenta o regente. “Como nosso
trabalho está muito maduro e entrosado temos sempre a oportunidade de inovar no nosso
repertório e isso faz a diferença”.
A constatação de Beltrami tem como base não só o trabalho desenvolvido
nessa última competição, mas também o brilhante currículo de pentacampeã
paulista. Em termos nacionais, o primeiro título da Gunar Tiss ocorreu em 98. O
bicampeonato, por sua vez, corresponde ao ano de 99, apesar de disputado em 2000. Já a
briga pelo tri acontece daqui a três meses, em outubro, para quando está marcado o
nacional deste ano, provavelmente em Brasília.
Na apresentação de sábado, de acordo com o regente Beltrami, a Banda
surpreendeu ao tirar a ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes, do repertório da
entrada para tocar em seu lugar a “Suíte Pernambucana de Bolso”, composta pelo
pernambucano José Curcesínio da Silva, o Duda. “Achamos que essa composição seria
mais adeqüada para tocar em praça pública. É uma música que revela bem a realidade
do Norte/Nordeste brasileiro, indicando inclusive danças típicas de povos que
formaram a região como a caboclinha, o coco e o frevo”, conta. “Além disso,
utilizamos muitas apresentações solos, o que geralmente é evitado pelas bandas”.
A Banda Municipal Gunar Tiss volta a se apresentar em Nova Odessa pelo
programa “Encontro com a Música” na próxima sexta-feira, a partir das 19h, na
escola Paulo Azenha, localizada na Vila Azenha.
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O cantor Oswaldo
Montenegro mostrou sábado à noite que, muito mais que saber compor saber cantar e
empolgar o público, tem também muito traquejo de palco e muita simplicidade. Mesmo
com ingressos a R$ 20,00, ele conseguiu lotar o auditório do Seminário de Nova
Veneza, no show promovido pela Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sumaré.
Depois soube contornar imprevistos.
Após apresentar várias músicas, houve um problema com o som e a
iluminação. Então o cantor pegou tranqüilamente um refrigerante e passou a andar
pelo palco. Depois improvisou uma música sobre a falta de luz e passou a brincar com o
técnico, decontraindo o público, até que alguém o chamou e fez uma pergunta sobre
sua carreira e o show acabou se transformando numa entrevista coletiva. Falou que
retomou a idéia de montar projetos teatrais com elencos locais e que se mudou para
Florianópolis com sua equipe onde farão testes de 10 a 15 de julho, para uma oficina
de montagem, que vai gerar disco, vídeo, longa metragem e um espetáculo musical.
Depois de resolvido o problema de som, ele soltou a sua voz e tocou e
cantou por quase uma hora. Ao final, o público pediu mais e ele não se fez de rogado.
Apresentou ainda mais três canções, sempre acompanhado pela fabulosa Madalena com
sua flauta.
O show em Sumaré foi promovido pela Associação dos Engenheiros e
Arquitetos de Sumaré, em parceria com várias empresas, com o objetivo promover a
cultura no município. No ano passado, a associação trouxe Renato Teixeira a Sumaré.
As pessoas que assistiram o show de anteontem à noite disseram que
gostaram muito. Quem não teve a oportunidade de ver Osvaldo Montenegro em Sumaré,
poderá fazê-lo no dia 21 de agosto, em Santa Bárbara d’Oeste, no Tivoli Shopping.
Oswaldo Montenegro sempre se dedicou à música. Em 1977 lançou seu
primeiro LP, “Trilhas”, independente, produzido por Frank Justo Acker. No ano
seguinte foi convidado a gravar pela WEA.
Em 1979 estourou no festival da extinta TV Tupi, com a música “Bandolins”,
com o terceiro lugar. No ano seguinte conquistou o primeiro lugar no festival da Globo
MPB 80 com “Agonia”, de Mongol.
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O vestibulinho de 2º semestre da Escola Técnica de Americana (ETE),
mantida pelo Centro Estadual de Ensino Técnico Paula Souza (Ceeteps), para o
preenchimento de 600 vagas nos campos de Americana e Hortolândia, registrou em
Americana uma abstenção de 4,36%. Dos 1.535 inscritos, 67 não compareceram para
fazer a prova. No campus de Hortolândia, o índice de ausentes foi de 5,51%, já que
35 dos 635 inscritos não compareceram. As provas foram realizadas nas dependências da
ETE/Americana e na Escola Magalhães Teixeira, em Hortolândia.
A maioria dos candidatos que foram entrevistados pelo TodoDia entenderam
que as questões aplicadas nas provas foram fáceis. O exame tinha 60 questões de
múltipla escolha em Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Ciências
(Química, Física e Biologia).
A lista dos aprovados deve ser divulgada quarta-feira, às 13h, nas
próprias dependências da escola onde o candidato fez a prova. A primeira chamada para
matrícula será quinta e sexta-feira, das 13h30 às 20h, também no campus onde o
aluno se inscreveu. A matrícula da segunda chamada será no dia 17, das 13h às 19h, e
a terceira chamada no dia 18, no mesmo horário. Os candidatos aprovados devem
consultar do manual de inscrição para verificar a documentação necessária para
matrícula. As aulas devem começar na primeira semana de agosto.
Em Americana, são oferecidas 400 vagas, divididas em turmas de 40 alunos
nos cursos Administração de Empresas (manhã e noite), Técnico em Edificações
(tarde e noite), Técnico em Informática (tarde e noite), Técnico Mecânico (tarde e
noite), Turismo (tarde e noite), Secretariado (tarde e noite) e Técnico Têxtil (tarde
e noite).
No campus de Hortolândia, são 200 vagas, também divididos em 40 alunos
por turma em Secretariado (noite) Técnico em Informática (tarde e noite)
Administração de Empresas (noite) e Nutrição e Dietética (tarde).
OPINIÃO
A candidata Jarlene Andrade Santos, que concorre a uma vaga para o curso
noturno de Turismo, disse que o conteúdo da prova estava dentro do esperado. “Estava
fácil”, diz. Mesma opinião tinham os amigos Rodrigo Fernando Felipe e Fábio Souza
Cardoso, que tentavam uma vaga na turma noturna de Mecânica. “Foi tudo dentro do
previsto”, comentou Felipe.
O diretor da ETE Americana, Paschoal Antônio Bonim, disse que as provas
ocorreram de forma tranqüila nas duas unidades. “Não tivemos nenhuma ocorrência
imprevista”, diz.
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O Núcleo de Educação Ambiental do Parque Ecológico de Americana
promoveu na tarde de sábado o curso “Cultivo de Orquídeas para principiantes”,
promovido pelo Círculo Americanense de Orquidófilos, com apoio da Prefeitura de
Americana. O curso foi ministrado pelo engenheiro agrônomo Ricardo Gioria.
De acordo com Gioria, o objetivo do curso é divulgar um pouco dos
programas de ecologia dentro do parque e incentivar a participação de mais pessoas no
cultivo de orquídeas. “É uma experiência inicial e dependendo do resultado
poderemos fazer mais atividades deste tipo”, disse. Para o engenheiro, a orquídea
torna-se um vício para quem cultiva. “É empolgante mexer com orquídea”, opina.
Por isso, o curso visa dar noções para lidar corretamente com a planta.
A orquídea é uma planta da família dos angiospermas e até hoje já
foram descritas mais de 25 mil espécies, com as mais variadas dimensões. Existem
orquídeas extremamente pequenas, com flores do tamanho de uma cabeça de alfinete,
até plantas com mais de três metros de altura, capazes de produzir hastes florais de
comprimento superior a quatro metros.
Formas e tamanhos tão diferentes podem ser englobados numa única família
devido ao fato de possuírem uma estrutura floral idêntica. Numa flor típica de
orquídea, há sempre três sépalas (estruturas externas) e três pétalas (estruturas
internas), embora algumas destas partes possam ser fundidas ou bastante reduzidas.
A orquídea é uma planta encontrada em praticamente todas as partes do
mundo, desde o pólo norte até os países de clima tropical, mas geralmente elas são
mais abundantes nas regiões mais quentes e em altitudes entre 500 e 2 mil metros acima
do nível do mar.
O ciclo reprodutivo de uma orquídea, da produção do fruto ao
florescimento, dura em média seis anos.
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