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Um
projeto idealizado para retirar as crianças das ruas e estimular a prática esportiva
se transformou numa escola de campeões. A equipe Paulínia Racing de Bicicross
sagrou-se campeã brasileira no ano passado, conquistando o alto do pódio como melhor
equipe e clube. Um dos destaques da equipe é o paulinense Daniel Jorge, o campeão
sulamericano da categoria máxima do bicicross, a Elite Men. Além disso, o único
piloto brasileiro incluído na relação da União Ciclística Internacional (UCI)
também faz parte da Racing. Angelo Bragagnoli Neto se classificou como o melhor piloto
brasileiro nas provas internacionais para o ranking das Olimpíadas de Sidney, na
Austrália, este ano.
O presidente do Clube Paulínia Racing Bicicross, Walmir Brustolin, contou
que o projeto iniciado há quatro anos com apenas nove pilotos tem atualmente 214
atletas, dos quais 5% são meninas, treinando e participando das competições. A média
de idade dos pilotos varia entre sete e 19 anos, mas o clube tem iniciantes com cinco
anos e pilotos de até 63 anos, disputando os campeonatos regionais, Paulista e
Brasileiro. “Os melhores participam também do Sulamericano e Mundial”, completou
Brustolin.
Para permitir a prática do esporte - cujos equipamentos são caros para a
maioria das famílias -, o clube mantém dez bicicletas que cede para os treinos e
competições de pilotos que não têm recursos para adquirir seu próprio equipamento.
Os pilotos são orientados pelo treinador Ricardo Alves, formado em
Educação Física com especialização em psicologia esportiva, e por quatro
estagiárias de psicologia, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. “Nos
preocupamos não apenas em formar atletas, mas principalmente cidadãos, com
consciência de seus direitos e deveres”, explicou Brustolin.
O presidente, que tem duas filhas treinando no Racing, destacou que para
participar da equipe os pilotos e aspirantes precisam se adaptar às regras do clube.
“Só participa da equipe quem está regularmente matriculado e estudando”, comentou.
Segundo Brustolin, bimensalmente os pilotos precisam apresentar o boletim escolar para
poder participar das competições. “Quem estiver mal de notas continua o treinamento,
mas não participa das disputas”, contou.
Além disso, o fato é comunicado aos pais, que muitas vezes não estão a
par do desempenho escolar dos filhos. “Alguns meninos não mostram o boletim em casa,
mas precisam apresentá-lo aqui”, disse o presidente. Quem se comporta mal em casa
também fica fora dos torneios. A cada 60 dias, o Racing pede uma avaliação dos pais
sobre o comportamento dos filhos e, dependendo da resposta, o piloto não compete, só
treina. O objetivo é unir o esporte à família e à educação.
A equipe divide os pilotos em três categorias: escolinhas, para quem está
se iniciando na prática do esporte; intermediário e principal. Os integrantes da
escolinha treinam duas vezes por semana, e os demais fazem treinamento das terças às
sextas-feiras. Os pilotos são orientados ainda no sentido de manter a assiduidade aos
treinos e o respeito aos colegas, e com isso desenvolvem disciplina e noções de
companheirismo. (Leia mais na página 3) |
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O treinador da
equipe Paulínia Racing Bicicross, de Paulínia, Ricardo Alves, que atua em esporte
desde 85 e há quatro anos trabalha com bicicross, afirmou que a mudança de
comportamento das adolescentes que iniciam o treinamento no esporte é perceptível e
confirmado pelas famílias. Ele comentou que quando começam a integrar a equipe, os
garotos passam a atentar para os cuidados com alimentação, horas de sono e com
disciplina, entre outras coisas.
“Muitos meninos não se alimentam bem quando chegam aqui. Quando começam
a treinar vão percebendo a importância de uma alimentação mais saudável e
balanceada, já que isso reflete no desempenho”, avaliou. Segundo Ricardo, como é
chamado pelos pilotos, o bicicross é calcado num triângulo básico, formado por
alimentação, repouso e treinamento.
Ricardo contou que é comum ouvir comentários do tipo: “Meu filho só
tomava refrigerantes, mas agora prefere sucos”, ou “meu filho aprendeu a comer
frutas”. O treinador explicou que a mudança é gradativa, já que ele não impõe o
comportamento, apenas orienta. “Na equipe principal a cobrança é maior, porque eles
estão num nível de profissionais”, informou Ricardo. “Mas com os mais novos, só
indicamos o que é melhor para garantir uma boa performance. O resto depende deles”.
Ricardo disse que costuma ser procurado por pais, parentes e professores
que atestam as mudanças ocorridas com os garotos que participam da equipe. O técnico
afirmou que não existem critérios rígidos para determinar quem fica na equipe. “Basta
gostar do esporte”, comentou, destacando que a dedicação e freqüência nos treinos
é fundamental na formação de um bom atleta. O técnico avaliou que para iniciar a
prática do bicicross basta uma bicicleta comum, mas depois é importante um
equipamento mais específico. “Por isso mantemos as bicicletas para que os atletas
que não têm seu próprio equipamento não sejam prejudicados em disputas”,
concluiu.
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Campeão aos 18 anos
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Antonio Bragagnoli, o Toninho, pai de Angelo Bragagnoli Neto, o Neto, o
único piloto brasileiro incluído no ranking da União Ciclística Internacional (UCI),
contou que o filho pratica o esporte desde os sete anos e atualmente está com 18. “O
esporte ajuda em qualquer circunstância, seja na educação, cultura, e na vida em
geral”, disse Toninho. Ele afirmou que o bicicross contribuiu quase que totalmente
para a integração de Neto na sociedade, além de ter colaborado para seu bom
desempenho escolar.
Neto que é bi-campeão paulista, paulistano e brasileiro, embarcou no fim
de fevereiro para os Estados Unidos para se especializar. Toninho explicou que o
esporte para Neto no Brasil chegou ao limite. “Ele precisa explorar outras
possibilidades dentro do bicicross fora do País, onde o esporte é mais profissional”,
justificou o pai. A expectativa é do piloto ficar nos USA até o final deste ano, para
depois definir o que fazer. “Ele vai fazer uma especialização”, completou
Toninho.
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Wakeboard
Vocês já ouviram falar em double-up , edge progressivo? Não? Então
não tem problema. Esses nomes que mais parecem nomes de pasta dental e fórmula de
física, são nada mais nada menos do que conhecidas manobras super radicais do
wakeboard.
Pra quem nunca ouviu falar mas está com curiosidade de saber o que é,
tente se lembrar daquele clips malucos da MTV onde seus astros irados radicalizavam
total, no mar, em rios e lagoas com manobras alucinantes de tirar o fôlego com uma
prancha sobre os pés e sendo puchados a 50, 60 quilômetros por hora por uma lancha ou
barco.
Pra quem pensa que isso é esporte de americano, está muito enganado.
Circuito brasileiro e torneios locais, são palavras muito ouvidas entre os
wakeboarders brasileiros. Tanto que a ABW, Associação Brasileira de Wakeboard realiza
eventos periodicamente o que deixa os brasucas ainda mais enxutos. Nós temos muitos
competidores que vem deixando o seu nome no circuito internacional.
E quem pensa que o esporte não tem incentivo, vai ficar impressionado,
quando souber que o circuito brasileiro é patrocinado pela Bad Boy e pela Zip Net.
Recentemente estiveram por aqui, mais precisamente no Pacaembu, em São Paulo, um
evento com feras mundiais do Wake e do Snowboard. Foi o Big Air Snow Show que reuniu
toda a galera de ponta desses esportes, os euroupeus radicalizaram na rampa de neve que
foi montada, mas os nossos brasucas não passaram batidos, participaram do evento e
deram altos vôos.
Mas o mérito não é só de quem está em cima da prancha. O piloto do
barco deve ser treinado e deve estar atento as curvas e manobras que vai fazer com a
lancha, se ele errar, pode mandar o wakeboarder dar um vôo muito mais radical e
atrapalhar toda a sua manobra, nada que com um pouco de treino e conversa entre as duas
artes não resolva.
Os cabos usados pelos wakeboarders têm em média de 15 a 19 metros de
comprimento, quanto mais longo for o cabo, maior é o tempo no ar para a realização
das manobras. Por isso os mais experientes usam cabos mais longos em campeonatos, para
poder realizar um número maior de manobras. Antes que eu me esqueça, o double-up é a
junção da marola do barco quando faz a curva e corta a marola deixada anteriormente,
formando uma marola com o dobro do tamanho, e o edge progressivo é a inclinação da
prancha em relação à água. Quanto maior a inclinação, mais alto vai o wakeboarder.
Bom, chega por hoje. Depois tem mais.
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Norival Antonio Vedovello, o Tite, confirmou que o treinamento de bicicross
alterou sensivelmente o comportamento de seu neto, Edson Marcos de Carvalho Júnior, o
Juninho, 11 anos. Segundo o avô, o menino passou a se interessar e se dedicar mais às
suas coisas. “Ele melhorou até na escola. Parece que ficou mais atento às coisas”,
contou. “O Juninho está mais responsável e se relacionando melhor com os colegas”,
analisou.
O avô contou orgulhoso que Juninho está há pouco mais de um ano na
equipe, e já subiu de categoria. “Ele passou para a categoria de novatos e
disputou o campeonato Paulista”, comemorou. Tite explicou que o garoto também se
tornou mais cuidadoso com a própria alimentação. “Agora ele se preocupa em se
alimentar corretamente, comendo verduras, legumes, dando preferência para alimentos
naturais”, concluiu.
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HQ na Internet
A Internet também está presente nas histórias em quadrinhos que, cada
vez mais abre opções para os amantes desse passatempo. O Brasil está muito bem
representado na web com diversos sites, onde podemos destacar os Combo Rangers em www.comborangers.com
, com aventuras quinzenais e acesso gratuito à página.
O criador desse HQ é Fabio Yabu, paulistano de 20 anos, que iniciou essa
série em 1998, e atualmente está com mais de 40 histórias divididas em duas
temporadas, e 1200 páginas de quadrinhos, sendo finalista por dois anos seguidos na
categoria infantil do IBEST - o principal prêmio da Internet Brasileira.
A série é baseada em heróis clássicos japoneses, como Jaspion e
Cavaleiros do Zodíaco, entre outras, onde cinco crianças receberam poderes para
enfrentar as forças do mal, mas precisam manter suas tarefas normais, como ir à
escola, estudar e namorar.
Os interessados podem ainda se inscrever numa newsletter eletrônica, que
informa quando tem história nova no ar. Outras boas produções brasileiras são,
Pixels em www.pixels.com.br , Cybercomix em www.cybercomix.com.br
, uma das maiores revistas de quadrinhos da rede com HQs completas de quadrinistas
famosos e de desconhecidos, resenhas de lançamentos, entrevistas com cartunistas e
afins, muita informação e diversão, sempre com muita qualidade, vale a pena visitar,
Níquel Náusea em www.terra.com.br/niquel
com tiras e histórias do rato mais conhecido do Brasil, webcards, biografia do grande
Fernando Gonsales entre outras coisas, Laerte em www.laerte.com.br
, um dos maiores quadrinistas do Brasil, que tem um tremendo site, onde encontramos
todos os personagens reunidos em tirinhas, que podem ser mandadas para amigos, Turma da
Mônica em www.monica.com.br com games,
wallpapers, screensavers, cartões e hqs on line, Editora Abril em www.heróis.com.br
, o site da Abril Jovem antecipa os lançamentos da editora na linha de heróis, traz
algumas entrevistas e biografias e algumas reportagens de quadrinhos e afins, Closeup
Cartoon em www.closeup.com.br/lemonmint/down/down.htm
com Cartoons animados de quadrinistas brasileiros, porem é preciso fazer download,
Garfield em www.uol.com.br/garfield , a
versão brasileira do gato gordo que adora lasanha., com curiosidades, tiras,
wallpapers, etc.
Em outros idiomas temos ainda, Snoopy em www.snoopy.com.br
com tiras, galeria de personagens e os últimos desenhos do mestre Charles Shulz,
Marvel em www.marvel.com , site oficial da editora
americana. Informações, novidades e fóruns de discussão, tudo dos X-men (inclusive
link para o filme) e por aí afora, DC Comics em www.dccomics.com
o site oficial da editora de Batman, Superman e companhia.
Outra boa novidade é o site da Cartoon Network em www.cartoonnetwork.com.br
que está lançando uma versão para o público brasileiro. O novo site tem
informações sobre os desenhos exibidos, além de programas interativos, entrando no
ar próximo sábado, dia primeiro de julho.
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Estar na moda para chamar a atenção da turma é regra fundamental para muitos
adolescentes. Para esta galera, estar bem arrumado significa destacar-se entre as
outras garotas e chamar a atenção do gato.
Um grupo de cinco meninas conversou com o Triboz e todas foram unânimes em
avisar, logo no início do bate-papo, que não seguem a moda como ditadura, mas que
gostam de sentir-se bem com o que estão vestindo. Mas no final da conversa elas
entregaram o ouro e disseram gostar um “pouquinho” da moda e de estar por dentro do
que é moda por aí.
“Eu não sigo as tendências. Prefiro comprar aquilo que ninguém tem,
tipo aquela blusa que está no final da prateleira da loja, é a que eu vou querer,
pois sempre tem a minha cara”, conta Alessandra Reis, 20 anos. Seu estilo realmente
é diferente das suas amigas. Ela gosta de acessórios de plásticos, roupas muito
coloridas, e nada que se pareça com o que suas amigas curtem.
Alessandra não acha que é uma forma de chamar a atenção, mas sim uma
maneira de sentir-se bem com ela mesma. “Não faço a linha do pretinho básico, sou
diferente, mas sou eu mesma”, manda Alessandra.
Com a onda dos bichos à solta, Bruna Salim, 16 anos, se diz uma adepta
fiel dessa tendência, mas ela jura que não é escrava da moda. “Quando eu saio de
casa para ir à alguma festa só dá eu com minhas blusas de onça, por exemplo”,
revela Bruna.
As amigas Marcela Camargo, 17 anos, e Débora Contatto, 17 anos, garantem
que não entendem nada de moda, mas são básicas. “Eu adoro um jeans básico e uma
camiseta. Acho que me visto de um jeito bem básico mesmo, e gosto disso, me sinto bem”,
conta Marcela. Já Débora diz que não segue a risca a moda que está nas ruas, nas
vitrines e nas passarelas, mas que se o que ela gosta está em alta entre os jovens ela
usa, pois sente-se bem com tal roupa.
Esconder os defeitos e valorizar o que se tem de mais belo, é o que Silvia
Yoshida mais valoriza na hora de comprar uma peça de roupa. Vou comprar para esconder
o que eu tenho de mais feio, por exemplo, compro roupas que me deixem mais alta, pois
sou muito baixinha”, admite Silvia.
Estar na moda ou não, o que importa é que a pessoa sinta-se bem com o que
está vestindo e não seja escrava da ditadura da moda que muitas lojas e estilistas
impõem no mercado.
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Sexualidade na adolescência
“O perfume anseia e palpita dentro do botão exclamando: Aí de
mim! As horas passam e todavia não sei aonde vou, nem sei o que é que procuro”
Rabindranath Tagore
Estes versos traduzem com perfeição o que se passa na adolescência.
As modificações biológicas, vivenciadas como invasoras e sem controle, somam-se os
desejos sexuais, pulsando cada vez mais forte, buscando satisfação. E em meio a esse
turbilhão encontramos o jovem querendo firmar-se, ser livre, querendo ser alguém.
Vivemos numa sociedade que exalta o erotismo, através da permissividade,
mas ao mesmo tempo desencoraja, reprime e proíbe o relacionamento sexual dos jovens. O
que fazer?
Acreditamos que a resposta não é simples e que essa situação seja fonte
importante de conflitos sexuais na adolescência e na vida adulta.
A menarca (primeira menstruação) e o aparecimento do sêmem
(ejaculação) impõem claramente a necessidade de uma definição sexual, o que não
ocorre de imediato mas progressivamente, onde poderemos encontrar aspectos femininos no
rapaz e aspectos masculinos na moça. Não sendo isso motivo de preocupação para
ninguém.
Uma outra importante manifestação da sexualidade adolescente é a
masturbação. No início é freqüente e tem características exploratórias, mas vai
diminuindo à medida que vão se dando os contatos sexuais. Nos rapazes é comum o medo
de que lhe cresçam pelos nas mãos, ou que ocorra aumento da mama. Nas meninas há o
receio de não poder usufruir de prazer em suas vidas sexuais futuras ou desenvolver
espinhas no rosto. Tudo isso evidencia intensos sentimentos de culpa e preconceitos
sociais, que dificultam a compreensão desse fenômeno como parte do desenvolvimento
sexual normal.
As informações sobre sexualidade entre nossos jovens, de maneira geral
são precárias, e quando existem não vão além de noções sobre os órgãos
genitais, seu funcionamento, mecanismos de reprodução, anticoncepção e cuidados com
doenças venéreas. Não se fala da sexualidade como meio de enriquecimento
interpessoal, integração e formação da personalidade, nem como forma de obter e
proporcionar prazer.
Vou lhes contar uma história real sobre os múrias, povos tribais
não-hindus da Índia central, estes povos encorajam suas crianças desde pequenas a
participar do reduto ghotul, uma espécie de área cercada por paredes, onde ficam
durante a noite. E os pais gostam disso, porque lhes confere maior privacidade sexual.
No gothul convivem crianças de sua idade e mais velhas e desde cedovão
ouvindo relatos de encontros sexuais, ou vêem os jogos sexuais de outras crianças e
acabam participando também. Tudo de maneira natural e sem nenhum tipo de repressão
social.
Após a primeira menstruação, as meninas passam a ser vistas como
mulheres e participam da festa de adolescentes, onde conversam, brincam dançam ao
redor da fogueira. Ao final, cada uma segue com um rapaz muria até a esteira e em meio
a carícias realizam o ato sexual.
Evidentemente não estamos sugerindo a adoção do comportamento sexual dos
povos muria para nossos adolescentes, pois vivemos numa cultura ocidental complexa e
teremos de dar muitos passos para resolver vários problemas da nossa organização
política e social. Acreditamos, porém que essa experiência pode nos ajudar a
refletir sobre a maneira como temos lidado com a sexualidade e então buscar soluções
que se aproximem mais da natureza e simplicidade inerentes ao ser humano.
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Age of Wonders
FÁBIO SILVA
Seguindo praticamente a mesma linha de Age of Empires (na minha opinião
é o melhor jogo de estratégia já fabricado), Age of Wonders, da Greenleaf, não foge
ao padrão. Lançado recentemente no Brasil, este game até que traz consigo algumas
novidades, onde o jogador pode comandar seu império em uma viagem repleta de magia e
maravilhosos cenários.
O jogo é ambientado em uma época de misticismo e fantasia, a Era das
Maravilhas. Neste período, nossa Terra foi governada por Elfos, que garantiam o
equilíbrio entre todas as raças. Existia um balanço perfeito entre as forças da Luz
e das Trevas, que durou até a chegada dos humanos. Enquanto todas as demais raças
eram nitidamente boas, ruins ou neutras, os humanos escondiam sua natureza e
despertaram interesses de outras forças.
Age of Wonders é um jogo em turnos, combinando estratégia, aventura e
RPG. Ao todo, os jogadores terão 12 raças diferentes para controlar, mais de 50
personagens com habilidades diferenciadas com muita magia e terrenos para explorar.
Também é possível alistar-se nas forças da Luz ou das Trevas e criar personagens
exclusivos, para que eles se adequem melhor as características de cada jogador.
Ao comandar uma das 12 raças (Elfos, Homens-Lagarto, Orcs, Goblins, Elfos
Negros, Desmortos e Humanos, entre outras), o jogador estará fazendo uma escolha que
afetará a jogabilidade e os níveis de dificuldade. Isso quer dizer que os inimigos,
possíveis aliados, tipos de magia e o tipo de estratégia que deverá ser usada ao
longo da partida, estão ligados ao personagem que você está controlando. Cada
unidade é controlada separadamente. Os gráficos são excelentes, bem ilustrados, com
cores vibrantes e detalhes que melhoram ainda mais o realismo do jogo. Os sons e
movimentos também não deixam a desejar.
SERVIÇO
Preço: R$ 79,00
Fabricante: Greenleaf
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