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Melhorias em ruas são entregues |
Obra em praça é acelerada |
Saúde em Americana está bem
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As obras de melhorias feitas pela Prefeitura de Americana na Rua do Sol, no Jardim Alvorada, foram concluídas. Ela é usada como opção de entrada e saída para o viaduto de acesso à Avenida Nossa Senhora de Fátima. Também foi entregue a pavimentação do prolongamento da Rua Jaguarão. |
A Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste intensificou as obras de reformulação geral da Praça Ângelo Benith, na Cidade Nova. Está ganhando sanitários, novo projeto paisagístico, bancos e iluminação. O prefeito Adilson Basso (PTB) acredita que a praça será melhor utilizada pela população. |
Americana está entre as 10 melhores cidades no ranking da Saúde do Estado de São Paulo. O boletim epidemiológico de 1999 aponta um nível de cobertura vacinal superior aos 90% da população. O secretário de Saúde, Luiz Fernando Domingues, quer melhorar o índice. |
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Há caso em que o estabelecimento, como o Network, oferece desconto na matrícula e mensalidade
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Da Redação
Região
Os pais dos alunos que frequentam a rede particular de ensino
provavelmente não serão surpreendidos por grandes reajustes nos preços das
mensalidades. Preocupadas em manter os atuais alunos e atrair mais estudantes
para as salas de aula, as escolas estão evitando aumentar os valores de
matrícula e mensalidade para o próximo ano. Em alguns casos, as
instituições estão até oferecendo descontos sobre os valores atuais.
A concorrência é o principal fator da estabilidade dos preços
na educação privada. De acordo estatísticas do Sindicato dos
Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp), nos últimos
dois anos, o número de escolas particulares de Ensino Infantil aumentou em
50%; as de Ensino Fundamental e Ensino Médio aumentaram em 10%.
Na opinião do economista Celestino Maria de Cicco Neto, as
escolas particulares não fazem mais do que a obrigação em manter os
preços atuais. “A ‘gordura’ que os preços já tinham é mais do que
suficiente. As escolas não precisam reajustar os preços só porque chegou o
final do ano”, considera.
REAJUSTES
Diante da crise econômica do país, as escolas particulares
resolveram não reajustar as mensalidades de forma que faça a diferença no
bolso dos pais dos alunos. A Faculdade, Colégio e Técnico Network, que fica
no limite de Nova Odessa e Sumaré, tem planos de descontos progressivos. Os
alunos que optaram por fazer a matrícula no mês de novembro chegaram a ter
descontos de até 57% no valor da matrícula. O desconto será mantido nas
mensalidades.
De acordo com a diretora do estabelecimento, Tania Cristina
Bassani Cecílio, os planos de descontos têm como principal objetivo atender
às necessidades dos alunos. “Nós não trabalhamos com a elite financeira,
mas intelectual”, diz a diretora. Segundo Tania, os planos de pagamento da
escola, que tem cerca de 1,5 mil alunos, deram certo. “Nós não sabemos o
que é evasão e nem inadimplência”, comemora.
No Colégio Dom Pedro II, em Americana, o reajuste de 5% nas
mensalidades foi inevitável, segundo o diretor Ansley Sebastião Ferreira.
“Fazia três anos que não reajustávamos os preços. Este ano, não deu
para segurar, mas mantivemos o reajuste 3% menor que o autorizado pelo
governo”, explica. Com 2 mil alunos, a escola também afirma não ter medo
da evasão, apesar do reajuste. “Nós esperamos cerca de 500 novos alunos”,
comenta o diretor.
Na opinião de Ferreira, os alunos atuais sabem que a escola
está sem reajuste há três anos; os novos, por usa vez, podem tentar
pleitear bolsas de estudos. “Nós temos um preço baixo, a gente até tem
uma tabela de comparação entre os nossos preços e os de outras escolas”,
diz.
A redução do custo interno também possibilitou um desconto de
10% aos alunos do Instituto Adventista de São Paulo (Iasp), que fica em
Hortolândia. “O nosso objetivo é atrair novos alunos”, afirma o
coordenador ecônomo da instituição, Dorli Muniz Menezes. A escola, que já
tem cerca de 1.550 alunos, estima um aumento de 15% nas matrículas para o
próximo ano letivo. “Estamos há três anos sem evasão. Os alunos saem,
mas são repostos”, diz o coordenador.
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Pais devem cobrar explicação
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No momento em que acontece reajuste das mensalidades, os pais
devem estar atentos a três fatores principais para saber se os valores
realmente são justos: planilha de custos da escola, reajuste dos salários
dos professores e índice de inflação do governo. As dicas, do economista
Celestino Maria de Cicco Neto, servem para embasar os pais que não
entenderam o motivo do reajuste.
“É preciso que pais e alunos cheguem na direção da escola
para saber qual a razão do aumento”, afirma o economista. “Hoje em dia,
além das mensalidades, as escolas cobram taxas para isso, para aquilo... Um
aluno não consegue estudar por menos de R$ 600, R$ 700”, diz.
Diante dos valores das mensalidade e da situação econômica de
muitos pais, a inadimplência na rede privada acaba se tornando inevitável.
No Estado de São Paulo, a inadimplência chega a 7%, segundo o Sieeese. Os
pais que se enquadram nesta situação correm o risco de não ter as
matrículas de seus filhos renovadas.
De acordo com o diretor do Procon de Americana, Fernandes
Chinellato, as escolas particulares não precisam renovar a matrícula dos
alunos inadimplentes. “Por outro lado, elas também não podem segurar
documentos no caso de uma transferência”, afirma. (Da Redação)
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Eleição de outubro mostra uma democratização racial nas Câmaras
Elisabeth
Marques
Sumaré
A
escolha de vereadores na Região revelou que preconceito racial finalmente
está virando coisa do passado. Com exceção das Câmara de Vereadores de
Santa Bárbara d’Oeste, Hortolândia e Americana, nas outras cidades o
Legislativo tem pelo menos um representante de origem negra. A Câmara de
Sumaré é a que mais elegeu parlamentares negros. Dos 13 vereadores eleitos,
seis são de origem negra. Um resultado que dá sinais da democratização
racial.
A ascensão do negro na sociedade é resultado de uma imensa luta
contra a discriminação racial e social que vem desde a colonização do
Brasil, quando as pessoas de pele escura eram escravizadas. Basta observar a
história para constatar que indivíduos de etnia negra sempre tiveram menos
oportunidades que os brancos.
Para a doutora em sociologia pela Universidade de São Paulo (USP)
Doraci Alves Lopes, coordenadora do curso de Ciências Sociais da Pontifícia
Universidade Católica (PUC) Campinas, a eleição de vereadores negros na
Região, contribui para a democratização racial do País. Ela avalia que o
resultado nas urnas é um indicador de que a população negra quer
representatividade nas esferas de poder.
“Eles querem um porta-voz que leve adiante determinadas questões
que os brancos não levam. É como se dissessem: nós estamos presentes e
queremos ser reconhecidos como sujeitos políticos. Isso é um avanço para a
democratização”, comentou a socióloga.
Doraci avalia que a ascensão do negro ainda causa um certo espanto
nas pessoas porque os meios de comunicação não costumam acompanhar a
organização desse segmento social. “A eleição de negros surpreende a
mídia e setores políticos, mas não deveria. Desde o final da ditadura novos
movimentos sociais surgiram e os negros se articulam. Eles têm pontos de
encontro de discussão, entidade própria. Mas o que fazem, o que eles pensam
não é acompanhado, então quando ascendem socialmente é uma surpresa
aumentando o preconceito”.
A ascensão do negro não está ocorrendo somente na política.
Dados recentes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão
ligado ao Ministério do Planejamento, mostra que a classe média negra nas
capitais brasileiras teve um crescimento relativo de 10% nos últimos sete
anos. Estudos mostram que há 10 anos os negros eram apenas 10% dos patrões,
hoje eles são 22%. Outro dado é que os negros correspondem a um terço da
classe média do Brasil e movimentam R$ 50 bilhões ao ano.
Nos anos 60 nos Estados Unidos, a discriminação racial era
amparada pela legislação. Os negros eram proibidos de morar em determinados
bairros, estudar em escolas de maioria branca a até fazer compras em certos
estabelecimentos comerciais.
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Dos
nove políticos negros eleitos vereadores na Região, seis são da Câmara de
Sumaré. São cinco vereadores a mais que na eleição de 1996, quando apenas
o parlamentar reeleito, Geraldo Medeiros (PT), garantia a representatividade
do segmento. Em Paulínia, apenas um parlamentar negro foi reeleito. Nova
Odessa tem dois representantes (veja quadro acima).
Em Sumaré, os vereadores eleitos são unânimes em dizer que
nunca foram vítimas de preconceito racial. Para o tucano Alan Cardek
Simões, o preconceito está relacionado a classe social e não a cor de
pele.
“As pessoas associam o negro com baixo nível social. Quando o
crioulo está bem vestido as coisas mudam. Sou engenheiro agrônomo, então
as pessoas tratam de outra forma. Estamos há mais de um século da
abolição, várias gerações passaram e os negros ascenderam, houve
miscigenação da raça. Infelizmente, a televisão distorce um pouco da
realidade dando espaço só para os brancos”, disse Simões.
A opinião dele é compartilhada pela socióloga Doraci Alves
Lopes e o secretário do Congresso Nacional Afro Brasileiro (CNAB), sub-sede
de Hortolândia, Laurindo Manoel da Silva. “Os negros com posição social
boa dificilmente são discriminados como são os negros pobres no Brasil, que
são a maioria”, comentou Doraci.
“O preconceito não é de pele, é econômico. O negro com
melhor posição social é melhor visto”, avaliou Silva. O também vereador
eleito José Pereira dos Santos (PPS) considera que o número de
parlamentares negros eleitos mostra que a população está deixando de ser
preconceituosa. “Antes dificilmente o negro tinha um cargo desses.
Mostramos nas urnas que o negro é bom também de voto e não apenas de samba
no pé”.
(EM)
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Embora os números mostrem a ascensão do negro na política, a
doutora em sociologia Doraci Alves Lopes, avalia que o Brasil ainda está
longe de alcançar a democracia racial. Para isso, explica Doraci, seria
preciso incluir o negro em projetos partidários e planos de governo.
“Depende também da organização dos próprios negros. A
eleição desses vereadores significa um avanço para a democratização”,
disse a socióloga. Para Doraci, o fato de poucos negros ascenderam na
política deixa à mostra que o País está distante da democracia racial.
(EM)
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Com uma bagagem cultural e humanística diferenciada, os 80
alunos de 4ª série da Escola Municipal de Ensino Fundamental
Professora Maria Martiniano Gouvea Valente - Dona Bininha, em Santa Bárbara
d’Oeste, concluíram as atividades do “Projeto Buzy Bee - Abelhas
Ocupadas”. O projeto, uma parceria entre a Fundação Romi e a Secretaria
de Educação do município, visa dar oportunidades para que as crianças do
município troquem as ruas por atividades pedagógico-culturais, aos
sábados. Cerca de 300 pessoas assistiram à cerimônia de formatura.
“Essas crianças serão as abelhas que levarão o pólem (a boa
educação) para outras crianças, funcionando como multiplicadores”,
explicou o superintendente da Fundação Romi, Liu Fat Kam, justificando o
nome e o ideal do projeto “Ao invés de estar fazendo coisa errada, eles
estão aqui”, completou.
De acordo com Kam, no início de 2001 será escolhida a próxima
escola a receber o benefício. De acordo com o convênio, a prefeitura fica
responsável pelo transporte e pela alimentação dos alunos, enquanto a Romi
se responsabiliza pelos recursos pedagógicos.
Durante o ano, os alunos tiveram, aos sábados, aulas de
informática, inglês, estímulo à inteligência matemática e resgate de
valores de cidadania, como companheirismo. Com isso, a Fundação Romi espera
contribuir para o surgimento de talentos. “A idéia é continuar dando
oportunidade para quem tem talento”, salientou Kam.
O Buzy Bee, na opinião do secretário da Educação, Pedro Cham
Duarte Júnior, é um exemplo de projeto social de formação do cidadão e
combate à violência. Na visão do secretário, a escolha entre violência e
educação depende das oportunidades que a sociedade apresenta.
Pais e familiares emocionaram-se ontem durante a cerimônia de
encerramento. Os pais reconheceram a melhora no comportamento dos filhos,
após o início das atividades. “Olha, eu estou muito emocionado pelo
resultado do projeto. É, sem dúvida, uma iniciativa excelente”, disse o
representante comercial José Maria Purgrossi.
(Da Redação)
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Sociedade Brasileira da Mastologia encerra hoje o projeto no Parque Ecológico de Americana
Da
Redação
Americana
Cerca de mil pessoas participaram ontem da Campanha de
Prevenção ao Câncer de Mama, realizada pela Sociedade Brasileira de
Mastologia. A campanha, que termina hoje no Parque Ecológico, tem como
principal objetivo esclarecer às mulheres sobre a importância do auto-exame
mensal. Para isso, cinco voluntárias do Grupo Reviver de Americana passaram
a manhã de ontem, em uma barraca montada na esquina das ruas Fernando de
Camargo e 30 de julho, no calçadão do Centro de Americana.
Com próteses de mamas, que possuem nódulos semelhantes aos
causados pelo câncer, as voluntárias ensinaram mulheres e homens a fazer o
exame, que pode garantir a cura da doença, quando ela é descoberta
precocemente. Quando detectado no início, o câncer pode ser curado em 90%
dos casos. “Grande parte das mulheres tem medo de fazer o auto-exame e
descobrir que tem alguma coisa”, diz a voluntária Rosa Aparecida Simões
de Oliveira.
Apesar de o receio ainda ser comum quando o assunto é câncer de
mama, as voluntárias afirmam que a situação está mudando. “Está
havendo mais interesse, as pessoas estão aceitando mais”, conta Rosa. A
também voluntária Maria Luiza Marinho garante que até os homens estão se
interessando mais pelo assunto. “Alguns vieram aqui aprender a fazer o
exame para ensinar às suas esposas”, comenta.
VOLUNTÁRIAS
As voluntárias abordaram mulheres de todas as idades para fazer
os esclarecimentos sobre a doença, independente de o câncer atingir com
mais freqüências as mulheres com mais de 30 anos. Enfatizando que nem
sempre a detecção de um nódulo significa que a mulher esteja com câncer,
elas ensinaram passo a passo o auto-exame, que é considerado a principal
arma na prevenção da doença. “Às vezes, o nódulo é um cisto ou um
tumor benigno”, esclarece Luzia Prado David que, ao lado de Dolores
Romanholi Colette, ensinou a doméstica Salete Terezinha Lima Peres, 50, a
apalpar a mama.
Salete considera o auto-exame muito importante, mas admite que
nunca havia feito. “Eu só faço no médico. Agora, com o folheto, vou
chegar em casa e fazer sozinha”, diz. Para ela, a campanha é uma forma de
alertar as pessoas que nunca fizeram o exame. “Tem muita gente que nem sabe
que tem”, considera.
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Cem profissionais do Corpo de Bombeiros, PM, GM, Hospital Municipal e Defesa Civil “salvam” vítimas
Da
Redação
Americana
Um aparato com mais de 100 profissionais participou, ontem, de
uma simulação de um atendimento emergencial a vítimas de um desastre, na
região central de Americana. Em comemoração à Semana do Trauma, as
equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Guarda Municipal, Hospital
Municipal, Defesa Civil e empresas privadas simularam um resgate de 18
vítimas de tombamento de um ônibus escolar. O objetivo da ação é
preparar os homens, além de promover a integração entre os órgãos
competentes.
O cenário construído remeteu os profissionais a um acidente de
nível quatro (quando um órgão isolado não é capaz de atender a
ocorrência). Um ônibus de transporte escolar foi tombado com auxílio de um
guincho e um guindaste e as vítimas, maquiadas, foram colocadas em locais
estratégicos, simulando uma situação real.
“É uma simulação, mas só de ver os ferimentos (fictícios)
dá a impressão de ser real”, comentou a monitora Almira Cruz Amarilla,
uma das duas “vítimas fatais” do acidente.
Após a construção da cena do desastre, na Praça Rotary Club,
foi acionada a Unidade de Resgate e, na seqüência, ambulâncias e todo o
aparato necessário para isolamento do local e desvio do trânsito nas
imediações.
A equipe levou cerca de 30 minutos para socorrer os feridos. “Independente
do tempo e da eficiência durante o resgate, o objetivo maior é a
integração entre órgãos, para que, quando necessário, estejamos todos
falando a mesma língua”, explicou o comandante da operação, o tenente do
Corpo de Bombeiros de Americana, Eli José Tavares.
Para o guarda municipal Ademar Ventura, a ação serve para
preparar melhor o contingente que atende o município, além de suscitar uma
conscientização maior por parte dos motoristas. “Com operações como
esta, quem sai ganhando é a população de Americana”, avaliou Ventura.
As pessoas que passavam pelo local pararam curiosos, tendo a
impressão de se tratar de um acidente real. Durante a operação,
acompanharam os procedimentos das equipes de resgate. “Eu estava passando,
vi o ônibus tombado e fiquei preocupado. Ainda bem que é uma simulação”,
comentou um dos espectadores.
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Agência Folha
São Paulo (SP)
A primeira fase do vestibular da Unicamp (Universidade Estadual
de Campinas) será realizada hoje. São 2.479 vagas disputadas por 45.215
inscritos em 52 cursos. Na primeira etapa, os vestibulandos terão que fazer
uma redação e responder a 12 questões dissertativas de matemática,
física, química, biologia, história e geografia (duas por disciplina).
A redação vale metade da pontuação da prova, e quem tirar
zero está automaticamente eliminado. O aluno não pode fugir do tema pedido
ou do tipo de texto escolhido (dissertação, narração ou carta), e terá
de usar pelo menos uma das informações da coletânea apresentada.
Os estudantes vão realizar a prova nas cidades onde se
inscreveram. A relação dos locais de prova está no site www.convest.unicamp.br
. Os portões serão abertos às 13h, e a prova começa às 13h45. O exame
termina às 18h, e a saída dos alunos da sala de prova só será permitida
após as 15h30.
A segunda fase do vestibular acontece de 14 a 17 de janeiro. Os
candidatos que obtiverem 50% do valor total da prova (no limite máximo de
oito concorrentes por vaga) estão classificados para a próxima fase. Outras
informações pelo telefone (19) 3289-3130.
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A mortalidade infantil também apresenta um índice aceitável,
segundo a análise da Secretaria de Saúde de Americana. E mantém-se
estável nos últimos dois anos. De acordo com dados fornecidos pela
Vigilância Epidemiológica, o coeficiente de mortalidade infantil em 1998
foi de 11,54 a cada 10 mil habitantes, contra 9,64 em 1999. A maioria dos
casos refere-se à mortalidade precoce, ou seja, que morrem antes de
completar 28 dias. Nesses casos, geralmente as causas estão associadas a
problema de gestação, parto, fatores maternos e problemas congênito e
genético, o que reforça a tese da necessidade de campanhas eficazes de
pré-natal.
O primeiro fator responsável pelo óbito no município é o
aparelho circulatório (enfarte e derrame). O segundo é a neoplasia
(câncer), o terceiro trata de doenças ligadas ao aparelho respiratório e o
quarto, causas externas, ligadas a violência urbana, como trânsito e
agressões, incluindo os homicídios.
Segundo o secretário de Saúde, Luiz Fernando Domingues, apesar
do aumento do índice de violência urbana no município, os estudos de
mortalidade proporcional - usado como indicador de Saúde - comprovam que o
nível da comunidade em Americana é acima do estimado pela Organização
Mundial de Saúde (OMS), o que requer uma continuidade no trabalho preventivo
e sistema de urgência e emergência no município, recém ampliado.
Os óbitos no município se concentram nas faixas etárias mais
avançadas, o que indica a existência de saneamento básico e atendimento ao
sistema de Saúde. Dos casos de mortalidade apresentados em 1998 no
município, 73,25% envolvem vítimas acima de 50 anos, contra 75,25% no ano
passado. Crianças menores que um ano representam 3,71% e 3,06%,
respectivamente. De um a quatro anos, 1,2% e 1,98%. De cinco a 19 anos, 1,74%
e 1,58%. De 20 a 49 anos, 19,97% e 18,13%.
(AdF)
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Levantamento estatítisco mostra que o município está bem colocado no ranking de Saúde em São Paulo
Adriana
Frasson
Americana
Americana
está entre as 10 melhores cidades no ranking da Saúde do Estado de São
Paulo. E apresenta também um dos melhores índices da Região, segundo
estudos estatísticos realizados pela Secretaria de Saúde do município. O
último boletim epidemiológico referente ao ano de 1999, elaborado pela
Vigilância Epidemiológica, aponta um nível de cobertura vacinal superior
aos 90% da população, índice recomendado pela Organização Mundial de
Saúde (OMS). O documento se baseia em um estudo anual sobre os casos
relacionados a freqüência e distribuição das doenças infecciosas.
A prevenção das doenças via vacinação, reconhecida como um
dos programas de saúde pública de melhor custo benefício, foi implantado
há mais de 15 anos no município e é considerado o fator determinante para
o quadro atual.
O estudo preconiza o programa de imunização como um grau
adequado de proteção da população contra as doenças imunopreveníveis,
como o sarampo, a hepatite B e a tuberculose. As quatro campanhas de
vacinação realizadas no município em 1999 - sabin, DPT (tríplice),
sarampo, BCG (tuberculose) - atingiram índices que vão de 90,18% a 98,47%
de cobertura populacional.
A cobertura vacinal de sarampo, no entanto, caiu de 95,7% da
população em 1998, para 90,18% em 1999. Apesar dos índices estarem sendo
respeitados, o secretário de Saúde, Luiz Fernando Domingues, enfatizou que
o objetivo para o próximo ano é aumentar a vacinação contra sarampo, de
90,18%, para cerca de 96%. “O controle nos índices da Saúde de Americana
se equipara a de países de Primeiro Mundo, graças aos profundos e
incessantes investimentos na área”.
Segundo o secretário, os números foram praticamente mantidos do
ano passado para esse, com excessão dos surtos de meningite viral
registrados em 1998 e 2000, que determinam certa discrepância entre as
estatísticas. “Não tem como prever esse tipo de surto, nem mesmo certas
particularidades relacionadas ao perfil dos infectados, como no caso da Aids”,
analisou. O boletim deste ano deverá ser divulgado no início de 2001.
AIDS
Constatou-se também que nos últimos 12 anos apresentou-se uma
inversão no grupo de infectados pela Aids no município. Antes, a doença
era mais comum entre os chamados grupos de risco, como homossexuais e
bissexuais. Hoje os heterossexuais são os maiores infectados.
De acordo com as estatísticas, no ano de 1987, 100% dos casos de
pessoas infectadas com o vírus HIV eram da categoria dos homossexuais. No
ano posterior, esse índice foi representado por 22,2% pelo mesmo grupo, o
mesmo índice na categoria dos usuários de drogas e 55,56% dos infectados
eram bissexuais. As estatísticas do ano passado apontam que apenas 8,06% dos
infectados são homossexuais, 11,29% são bissexuais, enquanto um índice de
56,45% são hetero e 8,06% foram contaminados de mãe para filho. Um total de
14,52% são usuários de drogas e 1,61% adquiriram a doença por causas
ignoradas.
A transmissão vertical (de mãe para filho) apresenta um aumento
significativo em 1999, ano em que foi implantada a rotina de pré-natal na
rede da Sistema Único de Saúde (SUS), com a detecção do HIV nas
gestantes. Isso pode significar o maior número de descobrimento dos casos.
O número de mulheres com a doença também cresceu muito e hoje
representa 30,62% dos casos no município. A maior parte dos contaminados tem
entre 21 e 40 anos.
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Tuberculose preocupa
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Enquanto os casos de meningite, leptospirose e hanseníase são
considerados de pouca relevância em Americana, sob a análise da equipe da
Secretaria de Saúde do município, os números de casos de tuberculose são
preocupantes, já que é uma doença que deveria ter sido extinta. Em 1999
foram 43 casos de meningite viral na cidade, contra 87 registrados no ano
anterior. No ano passado foram registrados 56 casos de tuberculose,
representando 32,13 casos em cada 10 mil pessoas, um índice de 0,32% da
população. Desses, 16,07% dos casos em 1999 são associados a Aids.
De acordo com o secretário de Saúde, Luiz Fernando Domingues,
além de manter um ambulatório de tuberculose na Policlínica, a Unidade de
Vigilância em Saúde (UVS) está fazendo uma busca ativa de contaminados
pela doença, através dos postos de saúde. “Pretendemos estender o
trabalho de medicina preventiva aos postos médicos. A existência de casos
da doença representa a falta de conscientização, porque uma vacina deixa
imune a pessoa para a vida toda, portanto, a meta é não existir nenhum caso
de tuberculose”, explicou.
Os principais sintomas da doença são emagrecimento, fadiga,
tosse produtiva (com catarro e às vezes presença de sangue), febre ao final
da tarde e mal estar geral. “O problema é que trata-se de uma doença
contagiosa, que pode passar para toda a família”. (AdF)
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Cerca
de 400 alunos participaram ontem das primeiras Olimpíadas de Matemática,
realizadas pela Delegacia de Ensino de Sumaré, que também atende às
cidades de Hortolândia e Paulínia. No total, foram elaborados nove tipos
diferentes de prova, uma para cada série. Participaram alunos da 3ª série
do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio. A premiação está
prevista para o dia 15 de dezembro.
Todos os alunos que participaram das olimpíadas já haviam
passado por uma avaliação dentro de suas escolas, quando foram selecionados
os três melhores de cada série. Na opinião do coordenador e idealizador do
concurso, professor Marco Antonio Dedone, a adesão pode ser considerada
excelente, apesar de haver 800 alunos aptos a participar da prova. “Nós
esperávamos menos alunos, principalmente por causa da chuva”, diz. “Sem
contar que as olimpíadas assustam porque exigem mais do estudante”,
completa.
De acordo com o coordenador, na próxima semana todas as provas
serão avaliadas por professores das escolas das três cidades. “Tudo vai
depender da correção, mas pretendemos premiar os três melhores de cada
série no dia 15 de dezembro”, antecipa. Os vencedores ganharão troféus e
já estarão classificados para as Olimpíadas de Matemática em nível
estadual.
Com cinco questões que exigem muito mais o raciocínio lógico,
boa parte dos alunos sentiu dificuldade para resolver a prova. “Os
exercícios são diferentes dos da sala de aula, que o raciocínio é mais
mecânico”, diz o coordenador, que também elaborou as questões.
A estudante da E.E. Antonio Zanucchi, em Hortolândia, Danielle
Mendes, que cursa a 1ª série do Ensino Médio, achou a prova muito
difícil. “Eu já havia participado no ano passado, mas achei esta prova
mais difícil. Acho que não fui bem”, diz. O aluno Gilvan Cândido
Cordeiro, que estuda na mesma escola, mas está na 6ª série, também
sentiu dificuldade na elaboração dos exercícios. “Eu achei meio
difícil, mas acho que fui bem”, comenta.
Edson Bueno da Silva Júnior, que está na 5ª série do
Ensino Fundamental, se diz tranqüilo quanto ao seu desempenho. “Não achei
difícil. Acho que fui bem”, conta. A estudante Karen de Oliveira Esteves,
que estuda na 6ª série da E.E. Paulo Camilo de Camargo, em
Hortolândia, também afirma não ter sentido dificuldade com as questões.
“Estava fácil, acho que fui bem”, comemora.
(Da Redação)
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