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Da Redação
Americana
Às vésperas do novo milênio, rompe no turismo a onda dos
passeios exotéricos. São lugares paradisíacos que, além de
proporcionarem bons momentos com a família e os amigos, levam o turista um
pouco mais perto do seu “eu” interior.
Um bom exemplo é o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros,
localizado no norte do Estado de Goiás. Criado em 1961 por Juscelino
Kubitschek, tem uma área de aproximadamente 66 mil hectares e é
administrado pelo Ibama.
Hoje é conhecido entre os exotéricos de todo o Brasil e do
mundo como um lugar que concentra pontos de energias e estimula as viagens
para o auto-conhecimento.
A Chapada não tem exatamente uma paisagem estática. Conforme a
época que você visita - da seca ou das chuvas -, o visual é diferente,
já que a quantidade de água nas cachoeiras e piscinas muda sensivelmente.
A Flytour - Viagens e Turismo oferece dois pacotes especiais
para a alta temporada na Chapada e garante que o local é ideal para quem
está atrás de sossego.
O pacote de cinco dias, com hospedagem na pousada Casa das
Flores, em São Jorge, custa R$ 1.060,00 por pessoa. O pacote para oito dias
com hospedagem nas pousadas Casa das Flores e Recanto da Grande Paz custam
R$ 1.380,00 por pessoa. No preço, já estão incluídos passagem áerea,
translado do aeroporto até a chapada, lanche nas trilhas e almoço.
COMO CHEGAR
A primeira opção é pegar, no Rodoviária do Plano Piloto, em
Brasília, por volta das 12h, um ônibus para “Brasilinha” (também
conhecida como Planaltina de Goiás). Trata-se de um ônibus urbano comum,
que sai da rodoviária a cada 15 minutos aproximadamente. Você deverá
chegar a Brasilinha a tempo de tomar um ônibus, que sai de lá às 13h,
chegando a Alto Paraíso às 16h e a São Jorge às 17h.
A segunda opção é pegar, na Rodoferroviária de Brasília, o
ônibus da Real Expresso que vai direto para Alto Paraíso, com saídas às
10h e 22h. A viagem dura três horas. Se você pretender ir a São Jorge
depois, terá que conseguir carona no carro de alguém, ou então pegar, às
16h, o ônibus da opção anterior.
Antes de viajar para a Chapada, é sempre bom checar se o Parque
se encontra aberto pelo telefone (61) 646-1570. Ele às vezes fecha por não
haver condições de segurança para os visitantes (em épocas de chuvas
intensas, por exemplo). Não se esqueça que a entrada do Parque fica em
São Jorge, a 37 km de Alto Paraíso. |
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Dicas |
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Antes de viajar para a Chapada, é fundamental vacinar-se contra a
febre amarela, com pelo menos dez dias de antecedência.
Conselhos importantes para quem for fazer as caminhadas um
pouquinho mais longas: ir de tênis, e não de chinelos ou sandálias; levar
líquidos e um lanche leve; distribuir as coisas que se for carregar em
várias mochilas, ao invés de se fazer uma mochilona para todo o grupo;
levar repelente de mosquito.
Não há farmácia na vila de São Jorge. Portanto, devem ser
levados os medicamentos básicos dos quais você ou alguém da sua família
possa necessitar.
A estrada de terra que liga Alto Paraíso a São Jorge é larga,
sem buracos grandes e com muitos trechos retos. Parece seguro dirigir o
carro em alta velocidade, mas não é. Dependendo da época, uma camada de
poeira faz com que seja possível perder o controle do carro com uma simples
freada. Não corra. |
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Passe por Pirenópolis |
Pirenópolis é uma pequena e agradável cidade histórica,
fundada em 1727 pelos bandeirantes. Fica a 150 km de Brasília e a 130 km de
Goiânia, não tão próxima ao Parque dos Veadeiros, mas para quem estiver
com tempo extra vale a pena esticar até lá. Suas atrações são os
edifícios históricos de arquitetura colonial, as inúmeras e belas
cachoeiras e as festas populares tradicionais.
A cidade já se chamou Minas de Nossa Senhora do Rosário de
Meia Ponte. “Meia Ponte” porque metade de sua ponte (sobre o Rio das
Almas) foi levada por uma enchente. Passou a se chamar Pirenópolis em 1890,
por estar entre duas grandes elevações que formam a Serra dos Pireneus.
Aliás, outro ponto turístico é justamente o pico central dos Pireneus,
com 1.385 metros de altura. Pirenópolis é tombada pelo Patrimônio
Histórico Nacional.
Entre os edifícios coloniais destacam-se a Igreja da Matriz
Nossa Senhora do Rosário, a mais antiga do Estado de Goiás, construída
entre 1728 e 1732.
Outros edifícios históricos são a Igreja do Nosso Senhor do
Bonfim, de 1750; a Igreja e Museu Nossa Senhora do Carmo; o Teatro
Pirenópolis, de 1899; a Casa da Rua Direita, de 1852; e a Fazenda
Babilônia, com um belo casarão colonial.
As mais que 20 cachoeiras localizam-se num raio de 15 km da
cidade. O ingresso é cobrado, sendo geralmente na faixa de R$ 2,00 a R$
4,00 por pessoa. Você não pode deixar de visitar a cachoeira do Lázaro e
a de Santa Maria (também conhecida como Cachoeira do Inferno), ambas
localizadas numa mesma propriedade particular, a Reserva Ecológica Vargem
Grande.
Para quem gosta de curtir a noite, uma boa pedida são os bares,
sempre com musica ao vivo. Dentre as festas populares, destaca-se a Festa do
Divino Espírito Santo, que acontece 45 dias após a Semana Santa.
A festa, com suas cavalhadas, é considerada uma das maiores
atrações folclóricas da América do Sul. Há também a Romaria à Serra
dos Pirineus, na 1ª semana de julho.
Outras informações turísticas podem ser obtidas junto à
Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, pelo telefone (62) 331-1299,
ramal 119. O posto de atendimento da secretaria funciona diariamente, das 8
às 17h. Outras informações podem ser obtidas no site www.travessia.tur.br
. (Da Redação) |
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Atrações da chapada |
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Cachoeira
Almécega 1 - A entrada é pela Pousada São Bento. A caminhada é meio
puxadinha, mas vale a pena! Provavelmente, a mais bela cachoeira que existe
na região. E preste atenção nesta dica: pela posição da cachoeira em
relação ao sol, ela fica mais bonita à tarde do que pela manhã.
Cachoeira
São Bento - juntinho da pousada de mesmo nome, tem uma grande piscina
natural. A cachoeira não é tão interessante quanto outras, mas a vantagem
é que você consegue parar o carro bem pertinho. É o lugar onde menos se
precisa andar a pé. Boa opção para quem já veio cansado de outras
caminhadas...
Carioquinhas
- menos pomposa que as outras, mas é muito bonita.
Corredeiras
- você caminha um bocado, mas vale a pena. As melhores hidromassagens
naturais estão lá. Um local no qual vale a pena ficar debaixo das águas e
esquecer dos problemas.
Raizama
- canyons impressionantes e algumas piscinas naturais.
Saltos
de 80m e de 120m do Rio Negro - são bem próximos um do outro. Dá para ir
aos saltos e às corredeiras num único passeio, mas só é recomendado para
quem tem de fato um bom preparo físico. Se esse não é o seu caso, vá a
cada um dos locais em dias diferentes.
Vale
da Lua - um local realmente fascinante e imperdível. Não só pela paisagem
meio “extraterrestre” como também pelas deliciosas piscinas naturais. A
caminhada, desde o local onde se pára o carro, não é exatamente curtinha,
mas também não chega a cansar ninguém. |
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