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Seja solidário, seja humano
A Campanha da Fraternidade promovida há 37 anos pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada em todas as dioceses e comunidades do Brasil durante o tempo de quaresma, tem este ano um dos temas mais importantes: a complexa e dramática questão das drogas. Cada ano a campanha tem um tema diferente, com a finalidade de despertar as pessoas em torno de uma problemática social em evidência e arrecadar recursos financeiros que serão aplicados em projetos sociais dentro das temáticas de cada campanha.
Neste ano, a realidade social que está sendo abordada é a dependência química do mundo das drogas, através do lema “ Vida Sim, Drogas Não”.
Iniciamos o século XXI e o terceiro milênio, e a realidade sobre a drogas está presente mais do que nunca em todas as camadas sociais, em todas as denominações religiosas, famílias, escolas e a sociedade de um modo geral. Vivemos junto com as trágicas conseqüências do uso das drogas: crescem a violência social, os roubos, os assaltos e seqüestros, a prostituição, a corrupção, a política, e a guerra entre traficantes, que mantém exércitos bem armados e bairros dominados. Vivemos o caos, e é nesta hora que devemos nos conscientizar sobre o grave problema das drogas e apoiar os trabalhos realizados pelas pastorais sociais no Brasil, em prol da prevenção, recuperação e reinserção dos dependentes de drogas.
Falando sobre, publicando, dando a sua opinião, conversando com os amigos, ajudando os que já estão com problemas, ou mesmo ajudando a campanha com doações. Esta é a melhor forma de combater este mal que assola o século. Acima de tudo devemos seguir os passos de Jesus e olhar o próximo com o seu olhar, querendo construir um mundo onde o ser humano encontre a felicidade e não precise mais buscar nas drogas um prazer ilusório.
Roberta Travaglia - Americana
A eterna briga entre o álcool e a gasolina
Recentemente fiquei sabendo que o Congresso deverá fixar de 22% para 24% o percentual obrigatório de adição de álcool à gasolina em todo o território nacional. A medida admite a variação de 1%, para mais ou para menos, só que o governo brasileiro está se esquecendo de um pequeno detalhe: pagamos por um combustível tabelado internacionalmente, que, em contra partida, tem mais de 20% de sua fórmula composta por álcool, um produto totalmente nacional. Assim, fica difícil saber qual o preço real da gasolina.
Antonio Alves da Cunha - Santa Bárbara d’Oeste
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