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Terça-feira, 01 de maio de 2001
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PRÉ 1

Todos os possíveis pré-candidatos a deputado estadual e federal de Santa Bárbara d’Oeste em 2002 (e são vários) são unânimes em afirmar que uma cidade com 100 mil eleitores deveria ter um eleito da própria cidade na Assembléia Legislativa e outro no Congresso. Se forem coerentes com seus discursos, vários deles deverão abrir mão de sua candidatura em apoio a nomes mais fortes. Para citar alguns: José Maria de Araújo Júnior (PSDB), Dênis Andia (PSDB), Darci Simões (PSDB), Mário Heins (PDT), Luís Vanderlei Larguesa (PT), Erb Matins (PRP), Adilson Basso (PTB), Jesus Stazite (PST) e um nome do PV.

PRÉ 2

O nome do PV deve ser anunciado nas próximas semanas. Comentários apontam para secretário municipal de Administração, Gilson Novaes, que estaria de saída do PFL, ou para César Quirino, do PSC. Heins estaria sonhando com Brasília e faz peregrinação por pequenas cidades do interior do Estado atrás de lideranças comunitárias e votos, num trabalho de “formiguinha”. Nomes de destaque na política de Santa Bárbara d’Oeste afirmam que Basso pode ser o nome da cidade para deputado estadual, e o vice-prefeito Jesus Stazite (PSC) ficaria para a próxima eleição para prefeito, em 2004, mas ele teria que rachar de vez com o atual prefeito, Álvaro Corrêa (PMDB), que quer se reeleger. Esse racha parece não ser difícil e é só uma questão de tempo para vir a público de forma oficial.

NÃO VAI

O prefeito de Paulínia, Edson Moura (PMDB), descartou a possibilidade de tornar gratuito o transporte público na cidade, como fez em sua primeira administração (1993-1996). Ele disse que está impedido porque existe lei municipal da administração anterior que elaborou um contrato de concessão por dez anos com a Viação Passaredo. Segundo ele, seria pago muito caro pelo rompimento do contrato de concessão com a empresa de ônibus, pois teria que indenizá-la empresa por lucro cessantes por dez anos. Além disso, uma pesquisa feita com os moradores mostrou que eles são contra a gratuidade. O principal motivo seria a superlotação.

RAPIDEZ

Na passagem por Hortolândia quinta-feira passada, o ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf (PPB) demonstrou sua esperteza política. Ao ser questionado se teria ido abonar uma suposta filiação do vereador George Burlandy (PSDB) ao seu partido, Maluf disse que já era integrante da legenda do tucano. “Sou do PDH”, disse com ar sério. “Sou do Partido de Hortolândia”, completou o pepebista. Burlandy ficou como estava: calado.


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