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Amor, I love you
Layla e Flávia quebram tabus e se unem no primeiro casamento homossexual público de Americana
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melhor idade
Letras vencedoras
Os mais de 50 anos vividos em terras paulistas não foram suficientes para Esperidião Florentino Pimentel perder o sotaque. Aos 75 anos, ele ainda carrega no falar aquele tom característico do nordeste, do Pernambuco onde nasceu e viveu parte da infância. Mas o sotaque não é a única coisa que Pimentel carrega há algum tempo. A vontade de melhorar a escrita e a leitura e a disposição para tornar isso uma realidade levaram o aposentado de volta às salas de aula. E deram a ele uma surpresa.
Aluno do InterAja/Brasil Alfabetizado, Pimentel ficou com a segunda colocação, na categoria adulto, do Concurso Literário de Crônicas e Contos de Hortolândia - a premiação aconteceu na quinta-feira. O texto premiado (leia abaixo) tem como título “História da Região”. O aposentado freqüentou as aulas na Escola Estadual Professora Paulina Rosa. “Quando falaram do concurso, me veio a idéia de escrever. A gente conhece os fundamento da vida no sertão e na cidade”, contou. Foram necessários 15 dias até que o conto estivesse terminado.
Pimentel contou que, quando jovem, estudou durante dois anos, mas as aulas foram interrompidas porque o professor foi embora. De lá para cá, ficou à caça de uma oportunidade para voltar a estudar. O programa desenvolvido na cidade onde mora foi o que ele procurava para se aperfeiçoar. “Ninguém entendia o que eu escrevia, não entendiam meus garranchos. Às vezes, faltavam letras ou eu trocava”, disse.
O interesse pela escrita, no entanto, não terminou ali, no texto premiado. “De vez em quando eu escrevo no caderno, vejo e vou aprendendo. Também gosto de escrever letras de músicas, porque as pessoas muitas vezes cantam, mas não sabem a letra”. Sua opinião sobre o curso de alfabetização? “Valeu demais”.
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História da Região
 Esperidião: vontade maior que as limitações |
Quem se vê nesta cidade não pensa que foi sertão; quantas feras existiam dentro do seu coração. Homenageio os boiadeiros, nossos heróis brasileiros progressistas desta nação.
Vou contar um pouco da história desta cidade de Hortolândia que há vinte e quatro anos era terraplanagem e início de construção. Primeiro veio Santa Rita, depois Campos Verdes, Jardim do Bosque e Pinheiros. Santa Clara veio bem depois, sendo o último a chegar, mas o primeiro a crescer e evoluir.
Material de construção comprava-se em Campinas. Condução era tão difícil, tinha que entrar e sair pela frente, isso custou muitos anos para mudar e os novos coletivos servir à população com dignidade e prontidão.
A água era péssima e da cor de barro, quem tinha poço foi obrigado a tampar por causa da tal água encanada que chegava na região.
Antigamente esta cidade era uma Fazenda de Algodão e o Rio que se chamava Ribeirão passou a ser conhecido como Jacuba então!
Esperidião Florentino Pimentel
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O que é?
O InterAja/Brasil Alfabetizado é um programa de alfabetização de adultos, desenvolvido pela Prefeitura de Hortolândia, em parceria com o governo federal. Durante oito meses, os estudantes freqüentam as aulas diárias ministradas por voluntários em casas, salões de igreja ou associações de bairro. Os educadores têm suporte da Secretaria de Educação da cidade.
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saúde
Vai uma sauna, aí?
 Saunas (secas ou úmidas) são altamente recomendadas, fazendo bem para a pele e sistema respiratório |
No inverno ou no verão, a sauna é sempre uma boa pedida para quem quer relaxar. É só passar uns minutinhos naquele cômodo quente - tanto faz se úmido ou seco - para sair dali revigorado. Mas, diferente do que muita gente pode pensar, freqüentar sauna é mais que um simples relaxamento. Se forem tomados os devidos cuidados, isso pode trazer benefícios à saúde.
O pneumologista Reinaldo Ferrari Barros aponta que a sauna promove benefícios para as vias aéreas superiores (nariz e garganta). O ar quente e a substância aromática usada no local ajudam a descongestionar.
Ir à sauna também faz bem à pele. De acordo com a profissional de medicina estética e dermatologia Érica Delfin, o vapor da sauna dilata os poros e facilita a limpeza da pele. “Depois que a pessoa sai da sauna, precisa passar hidratante porque, como os poros estão dilatados, a absorção dos produtos melhora. Se não passar nada, a pele resseca”, comentou.
Com as madeixas acontece a mesma coisa. Só que o produto deve ser aplicado antes de ir à sauna, para penetrar nas fibras e não deixar os fios ressecados.
Mas nem tudo são flores no mundo quentinho da sauna. Barros alertou que freqüentar saunas é contra-indicado para os cardiopatas, porque o calor provoca alterações na pressão arterial, aumento do volume circulatório e pode ocasionar problemas a esse pessoal. “A temperatura alta faz os vasos dilatarem, o coração bater mais rápido e o organismo trabalhar num ritmo mais rápido”, informou o pneumologista.
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Cuidando da Saúde
Orientação para o coração
ELISABETE FERNANDES ALMEIDA
Acrescentar vários exercícios e uma dieta saudável para o coração já é uma boa maneira de prevenir doença cardiovascular, de acordo com as novas orientações da Associação Americana do Coração.
A mensagem principal das recomendações é focar nas mudanças permanentes e em longo prazo em como comemos e vivemos. As recomendações anteriores enfatizam um padrão de dieta saudável, as novas ampliam o conceito de incluir a importância de um padrão de vida saudável. Os dois juntos - deveriam ser inseparáveis.
Uma equipe de nutricionistas e especialistas em doença cardíaca revisou pesquisas recentes em mais de 90 periódicos médicos no desenvolvimento das novas orientações.
As recomendações da Sociedade Americana de Cardiologia chamam a atenção para:
n reduções alimentares em gorduras saturadas e trans, e também açúcares, para todas as pessoas saudáveis acima de 2 anos de idade
n muitos grãos integrais, frutas e verduras
n parar de fumar
n manutenção dos níveis de colesterol normais e saudáveis, pressão sangüínea e açúcares no sangue.
Controle de peso recomendado mais rígido
A maior mudança nas recomendações é a ênfase no controle mais rígido do peso e nos exercícios regulares. A AHA enfatiza que só o fato de fazer algumas mudanças nos tamanhos das porções, nos alimentos escolhidos e no modo de prepará-los, já dá para melhorar significativamente a saúde cardiovascular.
A questão não é calcular a quantidade dos ácidos graxos saturados ou trans na dieta, mas sim escolher alimentos que minimizem sua ingestão. Por exemplo, é possível escolher cortes de carne mais magros e laticínios com menos gordura, tamanhos de porções menores, evitar alimentos feitos com gordura hidrogenada e incluir mais frutas, verduras, opções vegetarianas e peixe na dieta.
Consistência é a chave do negócio. As mudanças podem ser pequenas, mas precisam ser mantidas. De modo algum estamos falando que as pessoas têm que abandonar todas as coisas que gostam; elas precisam apenas fazer algumas modificações nos seus hábitos cotidianos.
As novas orientações também mostram os caminhos que os assistentes de saúde, restaurantes, escolas e outros pode fazer para tornar a saúde cardiovascular mais fácil de se alcançar. Por exemplo, os restaurantes podem oferecer porções menores, opções de alimentos mais saudáveis e preparo também mais saudáveis. Também podem listar informações nutricionais nos cardápios para ajudar as pessoas a fazerem uma melhor escolha.
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casa & decoração
Esticando as canelas

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Depois de passar o dia todo trabalhando, correndo de um lado para outro, a única coisa em que dá para pensar é chegar em casa e despencar na cama. Só que isso pode não ser tão bom assim se o colchão que você tem em casa não for grande coisa - ou se já tiver passado da hora de ele ir para o lixo. Às vezes escolhido sem muito cuidado, o colchão, seja qual for a marca e o preço marcado na etiqueta, é item fundamental e merece bastante atenção.
A gerente da Art Colchões, Ana Rosa Sartiari, disse que o produto deve ser escolhido de acordo com o biotipo de quem vai usá-lo. Levar em conta o peso e a altura da pessoa mais pesada e mais alta que irá dormir ali é uma boa dica. Também vale conferir se o colchão tem selo de qualidade. “Um colchão vendido corretamente dura mais que o tempo de garantia. Em média, a vida útil dele é de sete anos”, analisou. Produtos com selo de qualidade têm garantia de três anos.
Quem não é muito fã de colchão de espuma pode apostar nas chamadas cama box, com molas, que dispensam a cama tradicional. O gerente da Casa Campos, Alexandre Signoreto, informou que os colchões de mola são mais confortáveis, possibilitam o uso das chamadas saias e de cabeceiras como o cliente imaginar. Sem falar no design, mais moderno que habitual. Outro ponto positivo destacado por Signoreto é a presença de pés na cabeceira, facilitando a vida de quem vai limpar o local. (Leia mais sobre cama box na página ao lado)
Como a espuma fadiga com o tempo, Ana Rosa coloca ainda que virar o colchão ajuda a conservar a qualidade do produto, porque desta forma ele é usado por inteiro. O colchão, quando virado com freqüência, dura até quatro vezes mais - isso vale também para colchões de mola. Limpá-lo com aspirador de pó e colocá-lo ao ar livre, para tomar um solzinho, são outras boas maneiras de aumentar a vida útil do colchão e garantir boas noites de sono.
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amigo travesseiro
 Fibra de poliéster |
Há quem dispense seu uso e não faça lá muita questão de tê-lo por perto todas noites. No entanto, também tem gente que não abre mão dos travesseiros na hora do descanso. Confira algumas opções de enchimento que existem no mercado.
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 Pena de ganso |
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 Espuma desenvolvida pela Nasa (ortopédico) |
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Ortopédicos
Para aqueles com problemas de coluna - e que têm recomendação médica - uma boa opção são os colchões ortopédicos. Os produtos são feitos com uma caixa de madeira e duas camadas de espuma de tamanhos diferentes - de um lado são quatro centímetros e do outro são três.
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tome nota
Casa Campos
Endereço: Tivoli
Shopping - Santa Bárbara
d’Oeste
Telefone: (19) 3458-
3324
Art Colchões
Endereço: Avenida Dr.
Antonio Lobo, 13, Centro
Americana
Telefone: (19) 3461-
7678
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cama box
4 Esse tipo de colchão dispensa a cama, já que embaixo
dele vai um box que faz as vezes da cama tradicional. Ela
pode ficar tal e qual é encontrada nas lojas, mas também
dá para colocar cabeceira
4 São três os tamanhos da cama box de casal: padrão
(1,38 x 1,88m), queen size (1,58 x 1,88m) e king size
(1,93 x 2,03). Os tamanhos das camas de solteiro são
0,88 x 1,88 (padrão) e 0,97 x 2,03 (king size). A altura
desse tipo de colchão varia de 25cm a 42cm. Se o
cliente quiser, podem ser feitos colchões sob encomenda
4 Os colchões podem ter molas ensacadas (super macios,
não indicados para quem tem problemas de coluna), bonel (mais comuns, semi-ortopédicas) e poturepedic (ortopédica, dá mais apoio)
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comportamento
Amor, sublime amor
O delicado pingente prata pende da correntinha no pescoço de Flávia. Impressa em relevo fosco, uma foto sua com a namorada Layla mostra discretamente que o amor não escolhe sexo. As personagens desta love story são Layla Valadão, 26, e Flávia Braggion, 31, protagonistas do primeiro casamento gay público realizado em Americana. A comemoração do enlace causou comentários que as duas nem esperavam - mas que também não ouviram.
“Amigos nos disseram que o principal assunto da cidade foi a nossa união, mas ninguém veio falar nada pra mim”, declarou Layla, baterista da banda Ravera. “Honestamente, a gente não imaginava a repercussão que nossa festa teria”, completou Flávia, empresária em Americana.
Discretas, nenhuma das duas usa a palavra ‘casamento’. Preferem ‘união civil’. Mas o burburinho dos americanenses foi causado por uma festa de casamento como outras, com direito à troca de alianças e presença de familiares e amigos. A diferença nem deveria ser considerada: eram duas noivas fazendo os votos de amor.
Flávia e Layla são namoradas há seis anos. Neste tempo, enfrentaram as inevitáveis adversidades com persistência serena. “Tanto meus pais quanto os da Layla não aceitaram bem quando contamos que estávamos apaixonadas”, disse Flávia. Por imposição familiar, durante um ano e meio elas não puderam se encontrar. Como Romeu e Julieta, correspondiam-se por cartas e bilhetes levados pelos amigos em comum. Também trocavam fotos, numa tentativa de diminuir a saudade.
O sentimento que as unia não arrefeceu, os pais perceberam que o namoro era sério e as duas começaram a se ver fora de casa. Foi preciso mais um ano e meio até que eles aceitassem e entendessem esta forma de amor. “Ainda existe um grande tabu social, as pessoas acham que gay é aquela figura que participa da Parada ou do Gala Gay”, conta Flávia. Layla intervém. “E nossos pais desconheciam, tinha medo também, sem saber o que íamos aprontar, como será que se faz. Eles não imaginavam que é um namoro como outro”. Sua companheira completa. “Nossos pais não sabiam como seria entre nós duas e a aceitação da sociedade, na verdade”.
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Família em xeque
O mundo, por um momento, foi um pouco mais receptivo com elas. “Fora pai e mãe, não tivemos reação negativa de ninguém da família”, conta a baterista. Como namoradas, Flávia e Layla nunca se restringiram a visitar apenas locais GLS (sigla para ambientes onde gays, lésbicas e simpatizantes são bem vindos). Elas não acreditam que seja necessário segregar pessoas, independente da cor de sua pele ou da orientação sexual. “Sempre freqüentamos os ambientes sociais de Americana como todo casal. Vamos de mãos dadas no cinema, no shopping”, relata Flávia. Então é uma cidade liberal? Ambas negam. “Um amigo me disse que, se eu estivesse me casando com um homem negro, também comentariam. Preconceito existe, mas a gente fecha os olhos”, diz a empresária.
O casal relembra um episódio recente que ilustra a receptividade social da cidade. Quando Flávia foi ao cartório levar o contrato civil que elas assinaram durante a cerimônia - documento que garante às duas direitos iguais perante questões como herança, plano de saúde e comunhão de bens - percebeu que a união era o assunto da pauta. “Uma amiga que trabalha lá disse que todos queriam me conhecer, saber quem eu era”.
Hoje Flávia e Layla tiram de letra situações que poderiam ser classificadas ao menos como constrangedoras. Nos últimos três anos, as famílias se freqüentam e uma é tida como filha pela mãe da outra. “Viajamos todos juntos, é ótimo”, dizem. Esta boa convivência foi conquistada devagar, com calma, e era o pré-requisito para que a relação fosse em frente. “Sempre quisemos que nossas famílias nos aceitassem e desde o começo, determinamos que ou eles dariam seu aval ou não ficaríamos juntas”, declarou Flávia. E completa. “Sempre fomos verdadeiras, não queríamos apenas assumir a pessoa para nós e para os outros, dizer que era uma amiga íntima”. Diferentemente do casal shakesperiano, símbolo da tragédia amorosa na literatura, a história delas está cheia de finais felizes.
Neste momento, as companheiras de vida estão bem longe daqui. Elas viajaram para a Grécia, vão visitar as Ilhas Gregas e terminam o passeio com um show da diva pop Madonna em Londres. Depois, voltam para Americana e começam a construir uma vida conjunta na casa que está quase pronta. Vão constituir família: ambas sorriem ao contar que querem adotar uma criança. Flávia planeja, ainda, gerar um filho por inseminação artificial.
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Repercussão
As companheiras não esperavam tanta repercussão da festa que movimentou a sociedade americanense, mas sonham com mudanças daqui pra frente. “Muitos amigos disseram que queriam ter a coragem que nós tivemos. Acredito que servimos como um exemplo, um incentivo”, disse Layla. Flávia completa. “As pessoas desconhecem o contrato de união civil”. A realização da festa não teve nenhum objetivo além de celebrar com os mais próximos o enlace oficial das duas. Serviu, porém, para suscitar a questão do respeito às diferenças. “Nossos pais perceberam que namorar a Flávia não iria mudar nosso caráter”, disse Layla.
As duas não levantam bandeiras a favor da homossexualidade nem pretendem fundar uma ONG (Organização Não Governamental) em defesa dos gays. Flávia e Layla vivem como um casal e igualdade é só o que querem. “Somos contra a idéia de que haja um Gay Day no Hopi Hari, uma Parada Gay, Dia Internacional da Mulher ou Dia do Negro. Vamos continuar a viver e as pessoas verão que somos um casal como os outros”, disse Flávia. Layla completa o pensamento da companheira. “O nosso dia-a-dia vai mostrar que gay não precisa de lugar nem dia especial, que o interessante é convivermos juntos. Dessa forma sim erguemos uma bandeira”. As mudanças, felizmente, já se notam. “Conquistamos as pessoas que nos conhecem e foram nos conhecendo durante estes anos”, conclui Layla.
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União contratual
 Flávia e Layla: união civil |
Embora já se ouça falar por aí de união entre homossexuais, esse tipo de união ainda não é reconhecido no Brasil pela Constituição Federal e pela lei de união estável. União entre pessoas do mesmo sexo tem caráter de sociedade de fato, um negócio civil. De acordo com o advogado Sérgio Aparecido Rosa, homossexuais que desejam se unir precisam formular um contrato, cujas cláusulas legais estejam regulamentadas pelo Código Civil.
“O homossexualismo sempre existiu, mas a união é uma coisa moderna. Esse contrato é uma inovação, uma maneira de as pessoas se resguardarem em relação aos bens”, comentou Rosa. O contrato, que aborda as obrigações em relação aos bens deve ser registrado em cartório e elaborado por um advogado.
O advogado Maurício Casado, da Andrade & Coelho Advogados Associados, citou o caso de um homem que, depois de ter seu pedido negado pelo INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), conquistou o direito de receber pensão por morte do companheiro, morto em janeiro de 2005. A decisão favorável ao requerente foi da juíza Mariângela Meyer Pires Faleiro, da 5ª Vara Estadual de Belo Horizonte. A união deles durou 20 anos.
OUTRO CASO
Casado, que atua na área de direito previdenciário, disse que a 6ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), em Brasília, reconheceu, pela primeira vez, o direito de pensão por morte de companheiro homossexual em dezembro de 2005. Nesse caso, a união durou 18 anos.
ADOÇÃO
Se ter filhos é um desejo de homossexuais que resolveram se unir, o caminho é procurar o Juizado da Infância da Juventude. É lá que cada caso é analisado de acordo com a legislação e os critérios que regem a adoção.
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os assumidos

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Jean, professor universitário na Bahia e ex-participante do Big Brother Brasil 5.
Ana Carolina, cantora e compositora
Mark Feehily, integrante da boy band Westlife
Charles Jones, lutador de boxe
Jim McGreevey, ex-governador de Nova Jersey, Estados Unidos
Richard Chamberlain, protagonista da série de TV dos anos 60 “Dr. Kildare” e
“Shogun”, nos anos 80
Paul Koering, senador republicado no Estado de Minnesota, Estados Unidos
George Takei, ator que viveu Mr. Suli no seriado Star Trek
Martina Navratilova, tenista aposentada
Carlos Tufvesson, estilista
Gilberto Braga, autor da novela “Belíssima”
Aguinaldo Silva, autor da novela “Senhora do Destino”
Klaus Wowereit, prefeito de Berlim, Alemanha
Amélie Mauresmo, tenista
Cynthia Nixon, atriz que interpretou Miranda Hobbes no seriado “Sex and The City”
Anne Heche, atriz principal da refilmagem de “Psicose”
Ellen DeGenerese, comediante
Rob Halford, vocalista da banda de heavy metal Judas Priest
Ian McKellen, ator que interpretou Gandalf em “O Senhor dos Anéis”
Elton John, músico
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animais
Barriga indesejada

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Logo que sua cachorrinha chegou em casa, você fez planos para, um dia, vê-la cheia de belos filhotes. A mesma coisa aconteceu quando a gata mais linda do pet shop foi parar na sua residência. O problema é que as coisas não saíram bem do jeito planejado. As danadas pularam a cerca e cruzaram com machos sem o menor pedigree. O que fazer agora, que o estrago já foi feito?
A veterinária Karine Batagin Bacchin Candido, da Animed, informou que uma das maneiras de interromper uma gestação errônea é usar o ECP (Cipionato de Estradiol), um hormônio que deve ser usado até 72 horas depois do cruzamento. A substância é aplicada de forma subcutânea. “Peço para o proprietário assinar um termo, porque a fêmea pode ter hemorragia uterina e aplasia medular (paralisação do funcionamento da medula)”, alertou.
Outra maneira de interromper a gestação, de acordo com a veterinária, é a castração, a retirada do útero após a fecundação. Mas há um porém. Esse procedimento só pode ser adotado em situações onde a fêmea corre risco de morte.
Karine explicou ainda que, quanto antes um profissional for procurado, melhor. “Só dá para confirmar que a fêmea está prenha 30 dias depois da cruza e com ultrassom. Antes disso, ela não tem leite nem barriga”, disse. Mas, como diz aquele velho e sábio ditado, é bem melhor prevenir que remediar. Portanto, se não quer que seu pet passe por uma gestação indesejada, tome providências.
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prevenir é melhor
A castração, que consiste na retirada
dos ovários e do útero, no caso das
fêmeas, e dos dois testículos do macho,
é uma das maneiras de evitar a prenhez.
Os donos precisam estar cientes do
que querem porque esse é um método
irreversível
As cirurgias devem ser feitas por um
veterinário, e o animal deve ser
submetido a uma avaliação antes do
procedimento
Para as fêmeas, outra opção é o uso de
medicamentos anticoncepcionais, que
impedem a ovulação
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tome nota
Animed
Endereço: Rua Sete de Setembro, 963, Centro - Americana
Telefones: (19) 3461-8230 e 9608-2678
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lazer & turismo
Divirta-se e relaxe
 Vista geral do Hotel Fazenda Village, quartos e minifazenda |
Natureza exuberante, clima agradável e uma pontinha de história fazem da estância de Socorro, a 130 quilômetros de São Paulo, parada obrigatória para quem quer descansar e curtir alguns dias de puro relax com a família. Mesmo que seja apenas um curto final de semana, nada melhor que respirar novos ares. E, para entrar de vez no clima de fazenda e relembrar os tempos da casa da vovó, o Hotel Fazenda Village Montana é uma boa pedida.
A estadia em meio à Serra da Mantiqueira, em apartamentos com vista panorâmica para as montanhas, é somente um dos atrativos do hotel. Durante a hospedagem, dá para degustar leite de vaca tirado na hora, passear de charrete e cavalgar. Para os pequenos, um dos pontos altos do Village Montana é a minifazenda, com vacas, pônei, pavão, galinhas d’angola, carneiros, cavalos e coelhos. Monitores oferecem uma programação especial para os baixinhos.
Para os crescidinhos, o balneário. Piscina coberta e aquecida, sala de ginástica, sauna e sala de relaxamento estão à disposição dos hóspedes, que ainda podem se divertir no salão de jogos. À noite, aperitivos no bar, em frente à lareira, são uma opção para terminar bem o dia.
A infra-estrutura do Hotel Fazenda Village Montana conta ainda com playground, quadras de vôlei, quadra de tênis, quadra poliesportiva e futebol society gramado.
A CIDADE
Socorro tem programas para todos os gostos. De esportes de aventura a passeios pelo passado, a estância paulista oferece atrações para gente de todas as idades, para quem viaja com a família ou com a turma de amigos. Entre as atividades que podem ser desenvolvidas por aqueles que visitam a cidade, esportes como arborismo, bóia cross e rafting, visitas a cachoeiras, prédios históricos e fontes espalhadas pela cidade.
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divirta-se em socorro
Uma das principais cidades do Circuito Nacional dos
Esportes de Aventura, Socorro propicia aos visitantes a
prática de uma gama variada de modalidades. Entre elas,
os turistas encontram arborismo, bóia cross, canyoning,
escalada, mountain biking, off road, rafting, rapel, vôo
livre e paraglider
A cidade também conta com cachoeiras, que prometem
encantar os visitantes com sua beleza. Algumas das
opções de quem passa por Socorro são Rancho Alegre,
Monjolinho, Limoeiro e Saltinho
Quem se liga em história, pode conhecer os prédios
antigos da cidade, como a Igreja Matriz Nossa Senhora
do Perpétuo Socorro, construída em 1924, no mesmo
local onde foi erguida a primeira capela da estância. O
Paço e o Museu Histórico Municipal são paradas
obrigatórias para quem curte conhecer o passado
As águas de Socorro também são alvo dos que passam
por lá. A Fonte da Pompéia destaca-se por sua água com
propriedades radioativas, oligomineralizada com
dominante cálcica. O balneário tem saunas úmida e seca,
ducha escocesa, forno de Bier, chuveiro agulha,
massagem completa, raios infravermelhos e raios ultra-
violeta
Usina Velha, Parque Ecológico e o Mirante do Cristo
Redentor são outros pontos de interesse turístico. Hotéis
fazenda, pesqueiros e alambiques fecham o roteiro
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tome nota
Hotel Fazenda Village Montana
Telefones: (19) 3895-1235 ou 4125-8399
Site: www.villagemontana.com.br
Socorro
Divisão de Turismo: (19) 3895-4829
Conselho Municipal de Turismo: (19) 3895-4829
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vitrine
A Impala lançou, na São Paulo Fashion Week, os produtos da linha Impala Neon, fruto de uma parceria com os estilistas Dudu Bertholini e Rita Comparato. Os produtos ganharam nove versões inéditas, e as novas cores são Indiana, Pirata, Toureira, Africana, Cigana, Espanhola, Étnica, Exótica e Francesa. O preço sugerido é de R$ 2,50. Mais informações pelo telefone 0800-702-7277 ou no site www.impala.com.br.
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A coleção Très Chic, da Artdeco, está chegando ao Brasil, com a proposta de um look que valoriza olhos intensamente maquiados, cobertura delicada da pele e pink nos lábios. Sombras, batons, esmaltes, blushes e delineadores para olhos e lábios aparecem em novas cores. Além disso, a coleção conta com novos produtos, como o Ultra Volume Lip Base, Multi Effect Mascara e Silk Touch Compact Powder. Mais informações pelo telefone 0800-773-3450.
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Os personagens do filme “Carros”, da Disney, saíram das telas do cinema e estampam as meias da nova coleção da Lupo. Feitos com nobre algodão penteado, os produtos apostam nas cores vibrantes do filme, com ênfase no vermelho. Os tamanhos calçam do 22 ao 27 e do 28 ao 33, e custam, em média, R$ 7, o par. As meias com a turma do novo desenho animado podem ser encontradas nas principais lojas do setor e nas lojas Lupo.
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A Fenix Cosméticos está lançando o Power Dose, disponível nas versões Regeneradora, Reparadora, Protetora da Cor e Hidratante. Com ativos emolientes e hidratantes, os novos cosméticos nutrem os fios, protegem contra sol, vento e poluição, e deixam os cabelos com aspecto saudável e brilhante. O preço médio é de R$ 17,10. Mais informações pelo telefone (11) 4796-2214 ou no site www.cosmeticosfenix.com.br.
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Para dar uma mãozinha àquela turma que tem cabelos coloridos, a Aspa está lançando o primeiro spray para cabelos tingidos e danificados. Com ação reidratante, antioxidante e proteção solar, ele fixa o penteado e ajuda a evitar o ressecamento dos fios. O preço médio é de R$ 25. Mais informações pelo telefone 0800-26-1841 ou no site www.aspacosmeticos.com.br.
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perfil
Alquimista pop
 Biajoni: “O poder público não faz mais porque não tem gente competente e com vontade de trabalhar nas lideranças” |
Nem saudosista, nem reacionário, Luiz Biajoni diz que o cinema está cada vez melhor. Aos 36 anos, afirma que é possível aprender e educar com as obras da sétima arte, discutindo sobre aquilo que se vê na tela, seja numa sala de exibição, seja na sala de casa. “Os filmes têm mais para ensinar do que se imagina. Eles não são somente diversão”, disse.
Ele, que já deu aulas de história do cinema, palestras e cursos, atuou em assessorias de imprensa e escreveu artigos e resenhas sobre filmes, livros e discos, trabalha hoje como diretor da TV Jornal de Limeira - “a TV local mais ativa do País”. Biajoni também é colaborador do Caderno Z, do TodoDia, onde assina a coluna Pop Up, publicada às terças-feiras.
TodaGente - Como surgiu seu interesse pela cultura pop?
Luiz Biajoni - Tenho ligação com o cinema, mas também gosto de música. Tive sorte de ter duas tias e um tio que sempre tinham discos. Fui tomando gosto, lendo, querendo saber. Gostei do pop. Cresci ouvindo Roberto Carlos. Aprendi a gostar de ler lendo histórias em quadrinhos da Mônica, Pato Donald, Tio Patinhas e os heróis da Marvel. Tomei gosto e tento incentivar meus filhos a lerem. O cinema é um elemento vital da cultura pop, mais pelo visual que pelo auditivo. Nunca quis fazer cinema, mas gosto de falar e saber sobre ele. Estou sempre querendo saber, pensar mais, estabelecer links. A música é sinestésica, mas o filme é uma experiência diferente. O cinema está calcado na mitologia pop.
Como você avalia o cinema feito hoje?
O cinema está cada vez melhor. Temos cada vez mais bons diretores e bons roteiristas. O avanço da tecnologia proporcionou a transposição de obras da cultura pop para o cinema, como “Senhor dos Anéis”, transposto com fidelidade. É legal assistir o “King Kong” de 1936 e a segunda versão, com Jessica Lange, mas não dá para comparar com o que foi feito agora. Temos bons lançamentos, locadoras profissionais e os preços não são tão caros, e isso permite que a família fomente a cultura em casa. As pessoas podem aprender e educar com o cinema, assistir junto e discutir os filmes. Os filmes têm mais para ensinar do que se imagina. Eles não são somente diversão.
Você também se interessa por literatura?
Escrevo há algum tempo por curtição, mas tenho o sonho de viver da literatura. Enviei um romance, “Sexo Anal”, para editoras. O livro romanceia fatos verídicos e se passa numa redação de jornal do interior. Tenho outros livros de gaveta.
E a cultura pop de um modo geral, como está?
Com a facilidade da Internet, o pessoal faz mais música e mostra mais o trabalho. Antes, angustiava o fato de não ter onde mostrar o trabalho, a arte. Hoje, quem desenha ou escreve também pode mostrar seu trabalho na Internet. Eu, por exemplo, tenho um blog (www.verbeat.org/blogs/biajoni), que é bem visitado. Fazer cinema é mais difícil, mas no YouTube tem vídeos bem legais. Facilita o acesso do público e facilita para o artista que quer mostrar o trabalho. Não sou saudosista, nem reacionário.
O que ainda falta?
A cada ano duplica o número de títulos lançados. Tem muita coisa boa, mas ainda falta comprometimento das empresas, grandes corporações, e do poder público. A falta de ação pró-ativa das empresas é geral. O pessoal fala que não tem obrigação de dar dinheiro para fazer espetáculos. Pragmaticamente, não tem mesmo, mas, por que não dar? O poder público não faz mais porque não tem gente competente e com vontade de trabalhar nas lideranças. Falta determinação e iniciativa. Falta ação de fazer e acontecer, mas isso difere de cidade para cidade. Piracicaba conseguiu fazer uma revitalização física e cultural da Rua do Porto, com o apoio da Petrobrás, por exemplo.
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moda & beleza
Fim de festa
Então tá. A balada foi boa, mas passou. Depois de curtir aquela festa tão esperada, sabe qual o resultado, além da dor insuportável nos pés por causa do salto alto? No mínimo, cabelos cheirando fumaça de cigarro e olheiras que deixam você parecida com um urso panda. Isso sem falar na maquiagem toda borrada, que nem de longe lembra a bela produção da noite passada. Mas, com uma mãozinha dos cosméticos, é possível dar um jeito nisso. Dê uma olhada no que separamos para você se livrar daquela cara de fim de festa.
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 Activ Futur, da L’Oréal (50ml) - Fluido hidratante multi-protetor com polifenol de uva e vitamina E pura R$ 26,75 |
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 Corretivo Quick Concealer, da L’Oréal R$ 35 |
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 Pure Rays, da Payot (155ml) - Remove maquiagem R$ 18,40 |
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 Gloss em bastão Glam Shine, da L’Oréal - R$ 38 |
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 Base Cashmere Perfect, da L’Oréal (30ml) - Hidrata sem dar brilho, por 12 horas R$ 53,50 |
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 Leite de limpeza Révèl Éclat, da L’Oréal (200ml) Limpa e elimina as células mortas. Pode ser usado como demaquilante R$ 23,60 |
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 Tonic Rays, da Payot (155ml) Loção tônica R$ 17,95 |
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 Máscara de cílios Volume Shocking, da L’Oréal - Aumenta em até 12 vezes o volume dos cílios R$ 45,90 |
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 Diamante, da Tânagra (200ml) - Neutralizador de odores. Age contra os odores do cigarro, poluição e gordura R$ 31,40 |
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 Savon Rays, da Payot (155ml) Sabonete líquido de erva-doce, para limpeza da pele R$ 17,95 |
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tome nota
Danny
Cosméticos
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Fernando
Camargo, 475,
Centro -
Americana
Telefone: (19)
3475-3232
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